quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Cinzas : nomeado como melhor Fanzine (!?) pela BD Amadora



Cinzas
de
Olivier Schrauwen

Uma co-edição MMMNNNRRRG e Mundo Fantasma.
56p 16,5x22cm agrafadas
Edição limitada de 4 x 75 exemplares (impressão a risografia em Teal, Blue, Fluo ou Burgundy)
Em português, tradução de Marcos Farrajota.
Design e impressão: José Rui Fernandes / Duo Dsgn

Sinopse: Cinzas de Olivier Schrauwen conta a história verídica do seu rapto por extraterrestres em Berlim, cidade onde habita há algum tempo. Sendo autor de banda desenhada, O. Schrauwen não encontrou outra forma de relatar a experiência do que através de uma BD de edição tosca e desajeitada, mas pungente na honestidade dos detalhes, descritos da melhor forma que os conseguiu recordar. Esta edição da MMMNNNRRRG e Mundo Fantasma, também ela tosca e desajeitada, tenta traduzir essa experiência de uma forma palpável.

à venda na loja em linha da Chili Com CarneMundo FantasmaNova Livraria FrancesaLinha de Sombra e Tasca Mastai.

Existem 2 exemplares numerados e assinados pelo autor - que nos visitou dia 14 de Novembro de 2016 na inauguração da exposição Olá, o meu nome é O. Schrauwen.









Feedback 
À semelhança de O Espelho de Mogli, Schrauwen continua a ter o dom de nos fazer rir, reflectir e intimidar ao mesmo tempo. Aqui, os sentimentos e o corpo humano voltam a ser explorados, sem qualquer tipo de pudor ou restrição, numa amálgama entre humor, erotismo e repulsa. Se, à primeira vista, Cinzas parece tratar-se apenas de uma forma de parodiar os relatos sobre raptos alienígenas, convém reforçar que não é o caso. Schrauwen tem sempre algo de valor a transmitir nestes delírios, e é na razão por detrás destes raptos que o autor se volta a debruçar sobre a identidade do Homem, numa forçosa auto-reflexão que todos deveríamos fazer. Gabriel Martins in Deus me livro 
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é um relato aparentemente com aspecto tosco e desajeitado mas que, na sua essência, é tudo menos isso. Melhores do Ano pela Deus Me Livro 
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A leitura destas transformações materiais entre uma edição e outra revelar-se-iam produtivas. Afinal de contas, a francesa segue um esquema limitado de cores que mima aquilo que é dito no livro – o rapto por alienígenas conhecidos como “cinzas” – mas a portuguesa oferece uma dimensão acrescida que alimenta o grau de alucinação proposto. Aquela, com uma capa convencional, apresenta todo o relato de um modo mais comportado e previsível, ao passo que esta parece sublinhar uma espécie de urgência e intimidade no que é recontando. Pedro Moura in Ler BD 
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Melhor Publicação Independente pela Central Comics 2016
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Nomeado para Melhor Fanzine (wtf!?) pela BD Amadora 2016

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