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domingo, 25 de dezembro de 2011

Pindura 2012

Chegou no príncipio do mês exemplares (entretanto esgotados) do novo (e GIGANTE) calendário Pindura! Para a edição do ano de 2012 foram pedidos aos autores de bd que desenhassem 2 objectos que enterrariam no quintal para serem descobertos no futuro... Tal como o ano passado também nesta edição participam autores da Chili Com Carne, a saber: André Lemos, Marcos Farrajota e Pepedelrey.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

CHILI ao QUADRADO até dia 6 Dezembro



É sempre com um orgulho que os lisboetas ouvem os estrangeiros falarem da sua cidade. E adoram ouvir o cliché da Luz da Cidade. Mas os lisboetas esquecem-se que a Luz que os estrangeiros falam não é Luciferiana, é apenas aquela cujos raios solares oxidam a matéria até à sua obliteração. Lisboa de Iluminada nada têm, é medieval sobre vários prismas.
Sempre foi constrangedor explicar aos tais estrangeiros porque é que nesta capital europeia não havia um espaço dedicado às margens sonoras e gráficas. Este estado de humilhação artística obrigou à Associação Chili Com Carne em abrir espaços temporários de occulture cyber comix art brut psychedelic sci fi futuristic dada trash retro street fluxus graphix industrealism anarquitext chaos magic punx intitulado simplesmente de CHILI. Para numerar as aventuras, desta vez localizada no Chiado Work-In-Progress, acrescenta-se AO QUADRADO onde apresentará zines, discos, livros, serigrafias, exposições à margem do regime lunar da Capital.
Exposições de desenho, bd, serigrafia e pintura de Filipe Abranches, André Ruivo, Rudolfo, Pepedelrey, Lucas Almeida, Bruno Borges, André Lemos, Andreia Rechena, Jucifer e Sílvia Rodrigues. Murais a convite especial do colectivo Cabidela Ninja com Lucas Almeida.
Venda de artigos da Chili Com Carne, MMMNNNRRRG, O Hábito faz o Monstro, El Pep, Reject'zine, Ruru Comix, autores Mike Diana e Nevada Hill (EUA), Thisco e de vários editores estrangeiros independentes europeus (Espanha, França, Itália, Sérvia, Aústria, Alemanha, Bélgica, Suécia e Finlândia).
Novidades editoriais:
- Buraco, nova publicação política de bd entre Lisboa e Porto
- serigrafias-remix Futuro Primitivo (Chili Com Carne), de Filipe Quaresma e Margarida Borges
- Pindura 2012, calendário brasileiro com algumas participações de autores portugueses
- Stop Mundo, graphzine do colectivo U.A.T.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

MASSIVE... ESGOTADO!



Este volume 8 da Colecção CCC mantêm as regras que têm pautado as edições da Chili Com Carne: um programa orgânico pela publicação de obras fragmentadas e o gosto entesado pelo Apocalipse.
O objecto refinado e luxuoso enfrenta, no entanto, vários perigos - não tem um editorial nem uma carta de intenções, os mais de 60 desenhadores europeus e americanos são dispostos em 100 páginas coloridas sem os podermos identificar... O "maciço" é Peso-Médio de desenho "non-stop" em sequência que nos transportam para leituras narrativas. É bruto mas com diversidade estética. Se quiser saber do que se trata este livro é preciso tirar a (sobre)capa e aceder às "letras" do mesmo, é lá que encontrará a ficha técnica e o índice dos trabalhos.
Mas e se perder a sobrecapa? Sendo a sobrecapa possível de se transformar num póster irá colocá-la numa parede? Se o colocar na parede, deixará no conforto do seu lar um livro descarnado e protegido apenas em cartolinas pretas? E quando a parede cair depois da onda de choque da bomba atómica que explodiu a 12 km da sua casa? Acha que os sobreviventes (se houver) irão entender as autorias deste artefecto cultural anónimo?
«Quem desenhou isto?» irão perguntar... Talvez não, talvez a radiação tenha comido a língua e a fala. Talvez o desenho venha a ser a única linguagem depois do Fim! - Axima Bruta dixit
...
Projecto dirigido por Margarida Borges, Marcos Farrajota, Jucifer e Ricardo Martins, e Ideia original: Hülülülü; Design / Capa: Bráulio Amado; Edição: Associação Chili Com Carne. Apoio: Instituto Português de Juventude. ISBN: 978-989-95447-7-2; 104 p. em papel colorido, sobrecapa desdobrável a cores; 500 exemplares
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participantes: Adrien Fregosi, João Sequeira, Anna Ehrlemark, Daniel Moreira, André Lemos, Craig Atkinson, Fábio Santos, Gaiihin Gobulgœme, Jean Pierre, Serge Onnen, Stephane Prigent, Carletti L. Traviesa, Jaan Maldur, Alex Gozblau, Alex Vieira, João Maio Pinto, Arturas Rozkovas, Alberto Corradi, Marta Monteiro, Tommi Musturi, Marco Moreira, Stevz, Ludmilla Bartscht, Zeke Clough, Afonso Ferreira, Lili Loge, Anna Bas Backer, Braulio Amado, João Fazenda, Warren Craghead III, Pepedelrey, Bruno Escoval, Daniel Lima, António Jorge Gonçalves, Tanxxx, Claudia Guerreiro, Margarida Borges, Ricardo Martins, Massimiliano Bomba, Manuel Donada, José Feitor, Chanic, Rita Hermínio, Pedro Franz, Marion Balac, MP5, Nevada Hill, Ilan Manouach, Rui Vitorino Santos, João Chambel, Filipe Abranches, Cátia Serrão, Manu Grinon, Milos, Remi Cram, Natalia Umpiérrez, Marto, Ward Zwart, André Coelho, Haz, Jucifer, Sofia Mestre e Pilas
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Historial: lançado na inauguração da exposição O Último Fósforo ... o livro da CCC que esgotou em tempo recorde (Jan'10/ Jul'11) ... Nomeado para Melhor Publicação Técnica (!?) para os Troféus Central Comics 2011
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Feedback : the MASSIVE book is a amazing collection!!! And you did a very good choreography. Ulli Lust ... Like especially that you printed it on colorful paper and the cover is super beautiful! Great Job!!! Kuš! estive com o vosso MASSIVE nas mãos, está mesmo fantástico, foi das melhores coisas que vi nos últimos tempos. Parabéns pelo grande trabalho. Plana Press Mais de 60 artistas de todo o mundo responderam ao desafio: desenhar. Fazê-lo sem tema, de olhos vendados, sem direcção - pelo menos aparente - ou tomando como mote o Apocalipse, temática já por si aberta e abrangente. O fim como princípio para um livro cuja única carta para a sua navegação, o verso da fantástica sobrecapa, é um híbrido que poderá tomar a forma de um poster. Restam-nos 104 páginas de desenho nonstop, bloco denso dividido em cadernos coloridos, explosão gráfica diversificada na abordagem, estranhamente coesa e homogénea no resultado final. Flur Massive recorda também outro tipo de referências musicais, o dub... como ele, a remistura, a fragmentariedade, a devolução alterada parece presidir a este junção Ler BD Sem querer pensas em Hyeronimus Bosch do longe passádo século XVI: os psicadélicos jardins paradisíacos dele, cheios de seres, vindos de algures das profundezas do subconsciente. Apocalipse, claro! Inundação do Universo, fim do mundo! O caos não precisa da lógica, as páginas constroem uma sequência narrativa sem o começo e sem o fim. Não precisa deles. E da maneira como seguimos as páginas, nas próprias páginas seguimos os pormenores: as pequenas apocalipses constrõem um grande Bum. Kaja Avberšek in Stripburger Una de las cosas que más agrada al encontrar fanzines y otras publicaciones autoeditadas, es sorprenderse con la creatividad a la hora de diseñar el artefacto. Con MASSIVE, una antología de ilustración de Chili Com Carne, tenemos un ejemplo claro de que no es necesario demasiados recursos si se tiene ingenio para editar y criterio para seleccionar el contenido. ¡Buen gusto! (...) Todo este color contrasta completamente con el contenido de la publicación: una ilustración oscura que hace culto a la carne, y que va del trash y el brutart al expresionismo y a un naif perverso y malintensionado. Martin in Bolido de Fuego


sábado, 10 de setembro de 2011

Pindura 2011 ganhou Geraldão!


Pindura 2011! ganhou o Geraldão do Troféu HQ Mix como melhor projecto editorial no Brasil! 


Para quem não sabe o Pindura é um calendário para 2011 com participações de vários autores de bd e ilustradores brasileiros como o Alex Vieira, MZK, Nik Neves, Fábio Zimbres, Stevz, Adão Iturrusgarai, Gabriel Mesquita, Biu, Chico Fêlix, Gomez, LTG, Gabriel Góes - só para citar os mais conhecidos - e participaram os portugueses Marcos Farrajota, José Feitor, Pepedelrey e Pedro Zamith.

O calendário tem como base um desenho de um elevador em que cada desenhador interviu com 3 imagens sequenciadas ou não. O calendário é do tipo "folhinha" como se diz no Brasil - ou seja é uma agenda diária. Dá pena usar - cada dia que passa deve-se arrancar a folha do calendário... quem é que anda a fazer isso?

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Random Screener #0, 1 (2010)


Associado ao espaço colectivo Amalgama (em Vigo, ver Boring Europa), o artista galego Tayone decidiu unir-se à grande consciência cósmica zinesca universal e por isso editou um graphzine. Este "ecrã aleatório" é mais um zine de A5 com colaborações internacionais de quem anda a fazer este tipo de publicações. De Portugal participam André Lemos, Rudolfo, Miguel Carneiro e Pepedelrey mas há mais gente do Mundo Ocidental que cuspa ácido-arco-íris, kitsch metal, geo-porno e radioactividade animal. Nada de outro mundo para quem fizer parte deste mundo.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Tinta nos Nervos. Banda Desenhada Portuguesa



não é o cartaz oficial (não há!?) mas o André Lemos fez um fixe que decidimos roubar para este "post"!

Inaugura no dia 10 de Janeiro (Segunda-Feira) às 19h30, no Museu Berardo - no Centro Cultural de Belém - a exposição Tinta nos Nervos. Banda Desenhada Portuguesa comissariada por Pedro Moura.

«Esta exposição visa dar uma perspectiva ampla da criação da banda desenhada portuguesa, procurando o encontro com novos públicos diversificados e expandindo a percepção social desta linguagem. A banda desenhada é sobretudo conhecida como uma linguagem de entretenimento, de massas, afecta ao público infanto-juvenil, sendo muito difícil que alguém não conheça as muitas personagens famosas que compõem essa paisagem cultural. No entanto, tal como em quase todos os outros campos artísticos, a banda desenhada também tem um número de autores que a procuram empregar como um meio de expressão mais pessoal, ou uma disciplina artística aberta a experimentações várias, informadas pelos discursos contemporâneos. Seja pelo lado da escrita, com autores a explorar a autobiografia, uma abordagem da paisagem cultural nacional, problemas de género ou políticos, seja pelo lado da visualidade, explorando novas linguagens, estruturações da página e até graus de abstracção. O mercado de banda desenhada em Portugal, não sendo propriamente forte nem muito diverso, quer em termos de traduções de obras contemporâneas ou históricas quer de trabalhos originais nacionais, é contraposto por toda uma série de experiências em círculos da edição independente ou de projectos alternativos que tem sido um produtivo solo para criadores extremamente interessantes e inovadores.

A exposição presente focará sobretudo autores modernos e contemporâneos – ainda que haja um desvio por dois autores históricos, experimentais na sua época: Rafael Bordalo Pinheiro, o “pai” da banda desenhada moderna portuguesa, e Carlos Botelho, autor do magnífico Ecos da Semana – que procuram elevar a banda desenhada a uma linguagem adulta e inovadora artisticamente. Do desenho suave de Richard Câmara às experiências de Pedro Nora, do minimalismo a preto-e-branco de Bruno Borges à multiplicidade de Maria João Worm, da presença solta de Teresa Câmara Pestana à exuberância das cores de Diniz Conefrey, da austeridade de Janus à vivacidade de Daniel Lima, haverá um largo espectro, ainda que pautado por critérios de pertinência artística, representativo desta área no nosso país. Estarão presentes autores de algum sucesso comercial e crítico (como, por exemplo, José Carlos Fernandes, António Jorge Gonçalves, Filipe Abranches, Nuno Saraiva e Victor Mesquita) e outros autores de círculos mais independentes (de Jucifer/Joana Figueiredo a André Lemos, Miguel Carneiro e Marco Mendes); autores cujas bandas desenhadas parecem obedecer às regras mais convencionais e clássicas da sua fabricação mas para explorar temas disruptivos (como Ana Cortesão, Pedro Zamith e Marcos Farrajota) e outros que as parecem ultrapassar em todos os aspectos (como Nuno Sousa, Carlos Pinheiro ou Cátia Serrão); e ainda artistas que criaram objectos impressos que empregam elementos passíveis de aproximação a uma leitura ampla da banda desenhada, isto é, fazem-nos pensar numa sua possível definição ou apreciação mais alargada (como Eduardo Batarda, Tiago Manuel, Isabel Baraona e Mauro Cerqueira). Nalguns casos, a exploração que os artistas fazem do desenho ganham corpo noutros objectos que não de papel, e que serão integrados nesta mostra (animações, esculturas, bonecos, maquetas, e fanzines-objecto, com larga incidência para aqueles criados por João Bragança).

A lista, que não pretende, de forma alguma, o que seria impossível, ser vista nem como absoluta nem como exaustiva, dos artistas é como segue: Alice Geirinhas, Ana Cortesão, André Lemos, António Jorge Gonçalves, Bruno Borges, Carlos Botelho, Carlos Pinheiro, Carlos Zíngaro, Cátia Serrão, Daniel Lima, Diniz Conefrey, Eduardo Batarda, Filipe Abranches, Isabel Baraona, Isabel Carvalho, Isabel Lobinho, Janus, João Fazenda, João Maio Pinto, José Carlos Fernandes, Jucifer (Joana Figueiredo), Luís Henriques, Marco Mendes, Marcos Farrajota, Maria João Worm, Mauro Cerqueira, Miguel Carneiro, Miguel Rocha, Nuno Saraiva, Nuno Sousa, Paulo Monteiro, Pedro Burgos, Pedro Nora, Pedro Zamith, Pepedelrey, Rafael Bordalo Pinheiro, Richard Câmara, Susa Monteiro, Teresa Câmara Pestana, Tiago Manuel e Victor Mesquita.»

A exposição estará patente até 27 de Março e será acompanhada por um catálogo com textos de Domingos Isabelinho, Pedro Moura e Sara Figueiredo Costa, a ser distribuído pela Associação Chili Com Carne.




Edição Museu Colecção Berardo / Centro Cultural de Belém; 2011
Conteúdos: Reproduções de obras de 41 autores da exposição Tinta nos Nervos. Três ensaios com autoria de Pedro Vieira de Moura, Domingos Isabelinho e Sara Figueiredo Costa. Biografias e sinopse da obra de todos os autores. Textos em português.
Características: 21x27 cm, 396 pp (99 desdobráveis c/ 4 pp.), a cores, papel Inaset Plus offset 60 grs. (miolo), Popset Burgau 240 grs. (capa). Desdobráveis dobrados ao meio e alceados. Serrotados, brochados e aparados. Autocolante aplicado na capa. Design: Barbara says... Exemplares: 1000

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

capacete


São 1200 km de Lx a Angou... Nos últimos anos vários autores e elementos da CCC
têm alugado um carro para poder levar os livros à vontade, sem os constrangimentos dos pesos dos aviões e esforço físico - os livros podem ser amigos mas dão cabo das costas!
Mesmo sem stand decidimos ir mais um ano ao Festival e deixamos livros nossos aqui e acolá. no caso da MMMNNNRRRG (atenção ao blogue em preparação) ficou muito bem com os camaradas italianos Passenger Press. Alguma relação com a canção do Iggy Pop? Não sabemos... nem a versão dos Siouxie & the Banshees tínhamos - em compensação tínhamos os Puppetmastaz a bombar!



Bom... voltando ao The Passenger, o segundo número (o terceiro porque fizeram o "clássico" número zero) saiu o ano passado e é dedicado ao Cinema em que o editor Christian G. Marra conseguiu juntar realizadores de culto como Bruce LaBruce (também conhecido por ter instigado a cena zine e musical Queercore nos EUA) ou Lloyd Kaufman (das produções Troma!) com autores de bd como Ralph Niese e o "nosso" Pepedelrey... os resultados variam. Outra publicação que gostariamos de divulgar é a colecção Passenger Cahier, caderno de esboços em que o segundo volume (2009) dedicado ao venezuelano Alexis Ziritt é um virtuoso nos temas "Lucha libre", zombies e outros clichés da série B. Bons desenhos e excelente produção gráfica do caderno (impresso em papel amarelo e arrendondado nas pontas). No fundo a Passenger segue a mesma lógica da sueca C'est Bon, ou seja "nós seremos o próximo mainstream", seja lá o que isso quer dizer... edições da Passenger Press são distribuídos em Portugal pela El Pep

terça-feira, 10 de novembro de 2009

ccc@lucca.comics.2009



Tem toda a pinta de ser Dantesco mas as edições da Chili Com Carne e associados lá tiverão representação no Lucca Comics & Games 2009 através dos camaradas Passenger Press.

Podem ver fotos deste evento, um dos mais antigos da Europa e do Mundo, em que há espaço para foleirices populares como ter gajos vestidos de irmãos Metralha como outras coisa, ao contrário da Porcalhota em que os nossos representantes no evento, a loja portuense Central Comics, vendeu 2-sim-2 livros apenas num evento de 3 fim-de-semanas! O evento da "Sporcha" é mau ou é o seu público que é desinteressante? A Central Comics não é boa vendedora? Também não é por aí, nos últimos cinco anos, a CCC teve em vários stands (de entidades diferentes) e teve sempre os mesmos resultados. Em Lucca, pelo pudemos apurar pelos nossos camaradas do Passenger devem ter vendido 10 exemplares pelo menos. O que está de errado nisto? Alguém que responda porque não conseguimos fazer isso, tendo como única conclusão possível que esta foi mesmo a última vez que deixamos lá os nossos zines e livros...

Já agora, anunciamos também que os italianos lançaram o novo número da antologia The Passenger, em que participa o Pepedelrey que desenhou uma bd para o Lloyd Kaufman, a cabeça pensante (como disse!?) dos filmes de série ZZZ (?) da Troma!!!

Antes disso este ano em Agosto lançaram um "art book" que incluia um trabalho de Jorge Coelho - que assina ou assinava JCoelho.

Também só agora é que se lembraram de anunciar a antologia... enfim mais informação no e-flyer (basta carregar na imagem para aumentar). É só cromos!

terça-feira, 1 de abril de 2008

Brucutumia revisto... e depois CCK

Links de revisão: overmundo.com.br/overblog/brucutumia-2008-secando-o-atlantico ... lifeofpepe.blogspot.com/2008/02/festa-no-brucutumia-2008-esta-uma.html

...

E o CCK: «Kingdom Comics lança parceria com a portuguesa Chili com Carne. E das cinzas do Brucutumia 2008 surge... CCK (Chili Com Kingdom)... a invasão do quadrinho independente português na sua brasíleiríssima Kingdom Comics.

A Associação Chili com Carne, ou apenas CCC, é a maior aglutinadora e divulgadora de quadrinhos independentes de Portugal. A Kingdom Comics é a mais importante loja especializada em quadrinhos de Brasília. Agora as duas se unem com o objetivo de divulgar as publicações independentes portuguesas no Brasil e as brasileiras em Portugal. Para comemorar, uma festa, claro. No dia 5 de abril, a partir das 16h, em frente à loja da Kingdom, no CONIC, será realizado o lançamento da parceria com a CCC, com pacotes promocionais, cerveja e o show de Gonorants, Nonato Dente de Ouro e as Cantoras de Ébano e Subversão. A parceria é fruto do Brucutumia 2008 - Encontros de Arte Urbana Luso/Brasileira, que teve a participação dos editores brasileiros responsáveis pelo almanaque Bongolê Bongoró.

Os parceiros:

Kingdom Comics - Acaba de completar 10 anos como loja especializada em quadrinhos e agora também é editora. Seu primeiro lançamento foi a revista S&V, de Gabriel Góes, que foi o primeiro dos muitos projetos que deverão ser lançados em 2008. kingdomcomics.wordpress.com

Associação Chili com Carne - uma organização de jovens artistas sem fins lucrativos cujo funcionamento se baseia na cooperação livre e espontânea dos seus associados. Distribui uma série de editoras independentes portuguesas e publicações de outros países, entre elas a Bongolê Bongoró.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

hANGOUver

Pepedelrey a conduzir. km 156 em Espanha
tableta a identificar a Chili Con Carne

foto-fdd-tlm do stand da Chili Com Carne com o Boing Being. + fotos do stand aqui.


foto-fdd-tlm de casal finlandês vip (very important punk): Tommi e Tiina

foto-fdd-tlm de vips dos balcãs: Miss Ivanini & Mr. Zograf

Angoulême adora suar a bd


Yin/Yang: amigo Benoit / camarada Farrajota pelas ruas da cidade da bd...

Estação de serviço vindo de Vilar Formoso, Pepedelrey entre a k7 do DJ Bobo e o CD das Doce.


A não perder também uma reportagem fotográfica da croata Ivana Armanini em jedinstvo.hr/pmwiki/pmwiki.php?n=Komikaze.Angouleme2008. Ela deixou a antologia Komikaze para a CCC vender, em breve na shop online na secção de livros / vários.
"Kiitos" ao Tommi / Boing Being pela partilha de stand.

E já agora, já todos sabem que o(s) presidente(s) do festival vai ser a dupla Dupuy-Berberian... A "cara-metade" Charles Berberian tem um desenho no livro Malus (MMMNNNRRRG; 2005) onde retrata o seu autor, Christopher Webster. Na realidade trata-se de um pormenor retirado de um desenho maior de Berberian numa noite "bairro-autista" com vários autores de bd, durante a sua visita ao saudoso Salão Lisboa 2000.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Cara ou coroa?

Bongolê Bongoró #2 (Pégasus Alado; 2007)
Ups! #4 (Aquilo Teatro; Dez'07)

Este segundo número do Bongolê Bongoró está, em relação ao número anterior, mais estilizado, mais airoso e "sexy" mesmo quando na lombada se lê "Manual de Economia Doméstica - fascículo XIII". A impressão da preto e vermelho da capa (e do poster que acompanha a edição) deu-lhe um ar mais profissional. No entanto, a fórmula "non-sense non-stop" repete-se com menos frescura embora não seja de desprezar as participações "chilianas" de Edgar Raposo, Pepedelrey, João Cabaço e André Lemos, e já agora, do italiano Claudio Parentela.
A edição deste zine é sem dúvida ambiciosa uma vez que não tem pudor em fazer "cut'n'paste" do material ao longo das suas páginas A5, obrigando o leitor a fazer uma leitura total, forçada e atenta do zine - por exemplo, a bd de João Cabaço aparece dividida em duas partes sem aviso, estando no meio uma ilustração do Parentela e um texto.
Em Fevereiro 2008, a Chili Com Carne com a Groovie Records, espera realizar um Encontro de editoras e autores independentes de banda desenhada em língua portuguesa, onde esperamos ter como convidados os elementos da Pégasus Alado. Uma altura para os conhecer e adquirir exemplares deste zine.

O quarto número do zine Ups! ao contrário do "BB" desilude logo de início enquanto objecto físico devido à capa nada atraente composta por um texto - uma troca de e-mails com o editor João Louro revelam que houve algum stress para acabar a edição e por isso algumas decisões de Design não foram as melhores. Mantem o sempre engraçado formato quadrado (17x17cm) e assume-se como um ”fanaudio” porque, como já tinha acontecido anteriormente, as criações (bd, ilustração, textos e fotografia) foram musicalizadas. A sua audição é feita online.
No meio de tanta coisa destacamos a bd de Brown pelo seu virtuosismo e humor, a pintura bruta (?) de Carlos Veloso, os monstros ilustrados de Rui Sousa, o ar "blasée" das modelos na bd de José Vaz, as ilustrações de Pedro Zamith e as tiras “Não tavas lá!?" por Marte. Quem poderia ser destacado também seriam as bd's de K!m Pr!su e João Louro (com argumento de Anabela Teixeira) se não usassem (mal) o digital na legendagem (nos dois casos) e no tratamento de cor (no caso de João Louro). Quando é que as pessoas vão deixar-se enfeitiçar-se pelos fascínios tecnológicos para destruir os seus desenhos? No primiero caso, é especialmente grave visto que os desenhos são 100% "freaks" e "psicadélicorgánicos" e apanham com as "fonts" mais deslavadas e frias do PC.
Quanto à música, ainda não ouvi tudo porque só dá para ouvir pela 'net e considerando que a minha ligação não é das melhores, eis-me info-excluido para ouvir o que foi feito por Victor Afonso, Victor Gama, Ulrich Mitzlaff, Tiago Rodrigues, Push, Phantasma, Pedro Lucas, Pedro Almeida, Marcos Silva, Luís Andrade, Julieta Silva, João Louro, Gil Nave, Daniel Gamelas, Carlos Santos, Bruno Felício e Alberto Loops.

quarta-feira, 14 de março de 2007

Colectiva CCC#4: "Seitan Seitan Seitan"

ilustração de André Lemos
- Papá?
- Sim, filhote?
- O que significa "remorsos"?
- Bem, filho, uma coisa engraçada sobre o remorso é que mais vale ter remorsos sobre algo que tenhas feito do que sobre algo que não fizeste… já agora, se vires a tua mãe esta semana, não te esqueças de lhe dizer: SATÃ, SATÃ, SATÃ!!!
Butthole Surfers in "Sweet loaf" (trad. livre)

Os Livros Voodoo de Goiânia (Goiais) preparam-se para editar um livro de desenhos feitos por ilustradores brasileiros e portugueses, estes últimos representados por criadores da Associação Chili Com Carne como Edgar Raposo, Jucifer, Pepedelrey, André Lemos, Pedro Zamith, João Maio Pinto e José Feitor e convidados especiais Tiago Albuquerque, Teresa Amaral e Filipe Abranches.

A única coisa que esperamos é que eles não se arrependam pelo que irão desenhar porque o tema do livro será o das "Seitas". Dos traumas entre estes dois países lusófonos é habitual recordar a exploração colonialista, as telenovelas na TV e claro, as seitas religiosas - entre os Jesuítas e a IURD venha o Diabo e escolha. Em tempos de uma Jihad mais visível do que nunca – porque nunca antes a escala global foi tão diminuída - um tema como as Seitas pareceu-nos de eleição. Vários registos gráficos deverão surgir dos artistas seleccionados já conhecidos de várias publicações (zines, jornais e revistas), livros ou outros projectos editoriais (Mutate & Survive, Imprensa Canalha, Opuntia Books, El Pep) e participações em exposições (Ilustração Portuguesa, Zurzir o gigante, Laica no Espaço, Comboio Fantasma).

Na loja Goma 386 (agora com morada para os lados da Sé - Calçada do Correio Velho, nº7, Lisboa) está patente uma exposição de despedida (com menos dramatismo do que aquelas das caravelas do escorbuto) uma vez que os originais ou impressões sairão a 16 de Março para seguir para o Brasil onde farão itinerância e materializar-se-ão em livro. Horário: 2ª/Sáb.: 10h-19h

domingo, 20 de novembro de 2005

Tango ou... tanga?



Pepedelrey, Joana Figueiredo, Pedro Moura e Marcos Farrajota participam neste evento em Buenos Aires com reproduções de bd's publicadas na CriCa Ilustrada. O festival é organizado pelo colectivo La Productora.

terça-feira, 19 de abril de 2005

Último número de CapitãoCriCa Ilustrada!


O terceiro e último número do «laboratório sincopado de texto + imagem», CapitãoCriCa Ilustrada vai ser lançado no bar Souk dia 21 de Abril, a partir das 22h.

A festa conta com o DJ GoldenShower e também o lançamento do zine Aqui no canto #3, de João Rubim & Cia. que também executam uma intervenção gráfica no bar com imagens geradas do zine.

O novo número da CapitãoCriCa Ilustrada edita trabalhos de bd de Khatarina Hausladen com Dice Industries [Alemanha], João Maio Pinto, João Rubim, Till Thomas [Alemanha], Rick Thor, Ondina Pires, Mike Diana [EUA], Pepedelrey, Francisco Sousa Lobo, Tatiana Gill [EUA], Drope Orbit, Pedro Moura & Marcos Farrajota, Joana Figueiredo, André Lemos, e ainda conta com Nuno Valério (capa), Miguel Caldas (texto com ilustrações de Daniel Maia), e André Ruivo e José Smith (ilustrações).


sexta-feira, 13 de agosto de 2004

CRIME CREME DOMÉSTICO


No apartamento onde mora o Marcos, o Pepe e o Ruivo, situada na Rua de Arroios nº25, 1º esq., deixará de os ter como residentes no fim de Agosto 2004... e com festa ou não o colectivo mutante Crime Creme aproveita para fazer exposições de artistas e autores e autistas que gostam de mostrar trabalhos em sítios pouco convencionais. Desta vez, o Crime será passional e na cozinha!
Sexta-feira 13, há festa dedicada a André Ruivo que durante dois anos estará fora de Portugal. Naquele que foi o seu quarto durante um ano, estará em exposição uma série de pinturas selvagens!
Perdida pela casa fora, encontrarão trabalhos de Piggy e Filipe, da João Gralha e Ondina Pires (The Great Lesbian Show), Joana Figueiredo (Na verdade tenho 60 anos), Pitchu! (Sub) e André Lemos (Super Fight II)... E uma Feira de Fanzines e Edições Independentes organizada pela Associação Chili Com Carne.
Tragam bebidas com álcool, alguma má disposição e amigos para batermos no cão! Até dia 18 sempre entre as 20h e as 24h.
Mais informações: ccc@chilicomcarne.com

segunda-feira, 18 de agosto de 2003

Chicken's Bloody Rice #0 ; Na verdade tenho 60 anos #3

An Others thinking productions, Jun'03, Dez'02

Dois fanzines editados por Joana Figueiredo. O primeiro é um mini-zine de ilustração - e como regra geral - é um zine giro porque o formato é pequeno... ou então se preferirem "I'm a sucker for mini-zines!". Há qualquer coisa de fetichista nos zines de pequeno formato e este não foge à regra, até porque os desenhos são giros. Alguns são dos amigos da Joana: LoOp Suppa (Saboniz), Rafael Gouveia (Carneiro Mal Morto) e Pitchu! (Sub). Ainda a complementar a edição há (havia?) uma assemblagem de restos (falsos) de arroz de cabidela mas quando a pata de galinha começou a apodrecer com água (a fingir sangue) ao que parece até os cromos da bd vomitam com o cheiro (história verdadeira!).
O segundo zine é onde se encontra melhor o trabalho da Joana. Constituído por duas bd's "surrealistas" a primeira é sem dúvida a mais interessante por ser desenhada a pincel o que lhe dá um ar de força e espontaneidade. Sente-se a falta de experiência da Joana na organização editorial, ficando as ilustrações de Pepedelrey e do francês Larabie (Mutate & Survive) um bocado à toa - talvez por isso que mais tarde a Joana fez o Chicken...
Tenho saudades do "Na verdade..."... para quando o próximo número?

3,5 ; 3,8