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domingo, 3 de abril de 2016

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

domingo, 1 de novembro de 2015

Parabéns Nunsky!


A BD Amadora demorou 18 anos a reconhecer o teu talento!
Parabéns!

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Freak scene


Le Loyer 9 from Jean Guichon on Vimeo.

É inevitável para quem produza fanzines ou auto-edição mais tarde ou mais cedo não tente juntar música e imagem. O último número do fanzine belga Le Loyer (Jean Guichon; 2015) é mais uma tentativa de fazer algo do tipo mas que resulta bem apenas em vídeo (é vê-lo). Neste caso a ideia é que a BD seja acompanhada por uma banda sonora e as BDs também foram passadas para um espectrograma (ou antes para o imaginário ou estética de um espectrograma) que muitas vezes é passado ao vivo pelo colectivo em eventos. Tem momentos interessantes e alguns divertidos embora haja sempre problemas de tempo ou de sincronia entre imagem e som.
Já o objecto em si uma fricalhada mal enjorcada que não se percebe bem porque realmente o fizeram - não parece que tenham pensado lá muito bem o que estavam a fazer ou como deveriam ter feito. É um A6 que junta vários livrinhos em acordeão para cada BD-animada-sonorizada e é incluído um CD-ROM (no carismático formato de mini-CD) em que se pode ouvir a música. Fita-cola industrial e agrafos prendem isto tudo milagrosamente! A música é electrónica e ouve-se bem, é melhor do que estar a mexer nos acordeões!

Gracias ao nosso agente no Crack por ter trazido este objecto.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Scorpio Rising : Transgressão Juvenil, Anjos do Inferno e Cinema de Vanguarda / ESGOTADO

eis um livro que deveria ter saído, na colecção THISCOvery CCChannel, antes de Maio de 2009 por causa de uma verdadeira "Kenneth Anger-Mania" (de repente toda a comunidade artística de Lisboa conhecia este autor!!), graças ao ciclo dedicado ao autor na Cinemateca de Lisboa, Fundação de Serralves e Galeria ZDB, onde o artista norte-americano esteve presente
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Kenneth Anger é um realizador controverso, com múltiplas linhas de ambiguidade, numa teia de símbolos e significados, de paradoxos, de ícones, e de manipulação violenta do imaginário
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Ondina Pires (ex-Pop Dell'Arte, The Great Lesbian Show), faz neste livro ensaístico uma reflexão riquíssima sobre vários aspectos da cultura underground do século XX. Embora se centre numa análise de um filme do mítico realizador este livro é muito mais do que isso, uma vez que todos os aspectos invocados no seu filme são explorados a fundo por esta autora. Temas como os gangues, a violência, o Cristianismo, o Nazismo, a máquina, a civilização motorizada, os Estados Unidos, a apropriação de imagens, o cinema, a banda desenhada, a velocidade, o século XX, são tratados de forma fecunda e multilinear. Este livro cativará todos os que se interessem pela cultura enquanto local de aparição de fenómenos extremos.
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capa de João Maio Pinto, design por Ecletricks, prefácio por Carlos Vidal
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152p. 22x16cm, capa a cores
ISBN: 978-989-95447-3-4
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pode ser que ainda encontrem exemplares nas lojas Letra LivreFábrica FeaturesRastilho e El Pep.

versão e-book na Todoebook
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historial: lançado a 15 de Maio de 2009 na ZDB com a presença da autora, Carlos Vidal e Fernando Cerqueira, juntamente com o número nove da revista Acto ... Finalista e Vencedor da votação pública na categoria de Prémio de Melhor Ilustração Original (capa) dos Prémios de Edição LER / Booktailors 2010 ...

Feedback: A conclusão é que Scorpio Rising faz bem à cabeça: está muito bem feito, com uma sólida argumentação e ainda melhor documentado. É sempre um grande prazer ler livros escritos por quem sabe do que está a falar e Pires é um bom exemplo dessa premissa. David Soares ... Um natural apelo aos apreciadores de cinema mais experimental, este livro será também do agrado dos apreciadores de outras formas de contracultura. Os Meus Livros ...

sábado, 29 de novembro de 2014

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Terminal Tower vs Amplifest 2014

TERMINAL TOWER @ AMPLIFEST, Hard Club, Porto

A exposição estará presente no Hard Club até ao dia 31 de Outubro. A entrada é gratuita.






Fotos de Jorge Silva


Fotos de Daniel Sampaio (Ponto Alternativo)

Foto de Cláudia Andrade (Arte-Factos)

Trailer do video de Augusto Lado para a apresentação de Terminal Tower:

terça-feira, 12 de agosto de 2014

"É a originalidade do pecado que nos move..."

No princípio era o Forte. No princípio é sempre o Forte Prenestino, massiva construção novecentista situada na parte leste de Roma. 
Ocupado há quase 30 anos este Forte de desejos recebe todos os anos, desde 2004, o festival "Crack! fumetti dirompenti" (literalmente quadradinhos perturbadores, festival de BD, de todo o tipo de materiais gráficos impressos imagináveis, artes performativas, arte mural, instalação, buffonerie, piratarias e etecéteras...) onde a Chili com Carne esteve mais uma vez presente nos dias 19 a 22 de Junho. 

Dez anos depois da primeira edição um cartaz de símbolos mutantes anuncia um Génesis regenerativo. Depois dos Apocalipses e das Hordas das edições anteriores, o tema deste ano apela a um processo de união e fertilidade para a criação colectiva. 
Apesar de mais ou menos mambo-jambo, mitos de criação, primitivismos futuro-apocalípticos, que poderiam dar aso a discussões estético-filosóficas bem acesas, a prática desta terminologia surpreenderia muitos materialistas. De facto o Crack! é mesmo uma pujante criação colectiva auto-gerida e auto-produzida que, sem patrocínios públicos ou privados, joga no campeonato dos grandes eventos de massas mas pretende mudar-lhe as regras. 
"Gostaríamos de ter comido a maçã com gosto porque é a originalidade do pecado que nos move: a busca de conhecimento através das nossas visões."



( RISIS * performance de Alexander Ríos na Sala da Tè do Forte Prenestino )


Dez dias de workshops precederam o festival, onde dezenas de artistas e participantes de todo o mundo vieram trocar saberes, misturar-se, fortalecer redes e contactos, conspirar nos subterrâneos e aproveitar a hospitalidade do Forte e as suas excelentes oficinas. Dessas sessões de trabalho resultou, por exemplo, a publicação ABC da resistência visual. Ou então ficou-se simplesmente na esplanada improvisada entre o pátio e o laboratório de serigrafia, entre os chuviscos e o sol, a beber café e a desenhar o dia inteiro. Ou a sacrificar pizzas no forno pazuzu ao som de doommetal a ecoar pelo pátio. A observar e a participar nos fluxos do Forte. 

Nos dias do festival, uma azáfama percorre os pátios e as catacumbas. Nas celas subterrâneas, perfiladas pelos dois intermináveis corredores simétricos, ao longo da fachada frontal do Forte, estendem-se as centenas de bancas onde se encontra de tudo o que nesta galáxia há de auto-edição, BD, ilustração, arte antagonista. Milhares de pessoas. Autores confundem-se com visitantes, confundem-se com editores. De cela em cela, cada uma tem o seu ambiente específico, instalações, decorações, do mostruário mais clássico à cripta mais soturna. Para além dos concertos e recitais no pátio e na sala da tè, qualquer canto pode ser alvo de uma intervenção qualquer, da rodagem de um filme, de uma declamação súbita, de uma festa de garagem...  Carradas de coisas, um excesso de ruído visual completamente arrebatador que enche as baterias de todagente que por ali passa. Um combate de centenas de titãs. Onde cada pessoa leva dali um bocado de vida para a sua vida. 


o Crack! em imagens: aqui 

o Crack! visto pelo colectivo de animação Nikodio:

  

o cartaz do festival por Bambi Kramer:

sábado, 19 de julho de 2014

segunda-feira, 5 de maio de 2014

sexta-feira, 7 de março de 2014

quinta-feira, 6 de março de 2014

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Post-Viagra-Metal



Depois de aturar um monte de discos "toing toing toing" há alguns meses atrás foi com um enorme alívio que andei curtir Festival Roadburn 2013 Sampler semanas e semanas... E admito que não tive paciência para escrever sobre esses discos, entre eles as duas últimas edições da Shhpuma - também ia bater no ceguinho do bezuntas do Tó Trips por isso para quê? O Roadburn é o festival dos metaleiros que já não são metaleiros, e que têm guito para ir ver o que interessa sem papar grupos. Acontece uma vez por ano na Holanda e quem organiza também edita discos que são demosntrados neste CD-sampler. Mesmo que seja música de tabelinha Stoner / Doom / post-metal / Black com cânones com pelo menos 20 anos já testados, não conhecia nenhuma das bandas mas foi fixe ouvir algo com força e funcionalismo ritmíco! Foi como sair de um buraco de depressão com duas doses de Viagra enfiadas pela pila dentro! Caramba uma delas até se chama Conan! E há uma chamada Haikai No Ku... enfim, nada é perfeito, ainda assim muchas gracias ao Luís Lamelas da Glam-O-Rama pela oferta deste simples CD!

Na mesma altura que aturava "toings" também houve o "nosso" Roadburn, ou seja o Amplifest, e o ThisQuietArmy voltou a Lisboa para mais um concerto intenso deste "OneManBand", que é o que reproduz o DVD São Paulo. Brasil (TQA; 2013). A preto e branco prós estetas da melancolia, vê-se num plano único um espectáculo ao vivo em Julho do ano passado em S.Paulo, similar ao que se assitiu por cá, com uma parte extra em que o músico junta-se a uma banda brasileira. O disco é acompanhado por fotografias e um flyer do concerto, tudo depois metido num envelope que faz deste conjunto uma edição catita e fetichista para mais tarde recordar. Nice!

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

segunda-feira, 8 de julho de 2013

segunda-feira, 17 de junho de 2013

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Kassumai @ Festival de BD de Beja 2013


+ fotos da exposição aqui

O video possível da apresentação aqui