Como é possível?
v/a : Metropolis Club 79-89 (Chaosphere + Metropolis Club + Raging Planet; 2009)
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MMMNNNRRRG
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Labels: discos
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Labels: eventos
Este ano as "prendinhas sonoras" que se foi arranjando na Feira Laica foram um bocado chochinhas - até porque até já tinha adquirido o que era/é muito muito muito bom!
O novo álbum dos Ölga (não consigo pensar neste nome de banda sem pensar numa música dos Enapá 2000) é La Résistance (Skinpin; 2009) é todo ele dEUS com Kinks e qualqueroutra coisa mais no espectro Indie, Post-Rock (género que os índios começaram a fazer depois do Indie ter "falido") e o que for possível de catalogar como chato, aborrecido e melancólico-porque-sim mesmo que o virtuosismo e produção tentem animar a coisa. A Alma portuguesa adora tristeza sabe-se lá porquê e é nestas alturas que se topa isso. Poderia ser Fado mas não é um puxada a Camden Town depois de já ninguém querer ir para lá. Alguém pode oferecer uma viagem para Berlim a estes moços?
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Labels: discos, ricardo martins
Desde 2006 que o colectivo Habeas Corpus edita o zine Soap Comics. Coincidência ou cópia descarada o projecto lembra o Spon do colectivo L'Employ du Moi que também sendo do Bruxelas todos os meses editava um zine fotocopiado com bd's dos seus elementos.
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Labels: zines
Alexandre Esgaio (Maria Macaréu; Jan'09)
É um "zine revival"? De repente apareceram uma série de zines de bd - tal como de Metal e Hardcore... o que se passa? O pessoal chegou aos 30 e quer completar o sonho de fazer o zine que não fez quando tinha 20 e tal anos? Mucho weird...
Este senhor é conhecido por já ter zines e participado com uma das bd's mais violentas e divertidas no Mutate & Survive. Pelos vistos ainda anda com o "bichinho da bd" (imagem horrível!!! o bichinho da bd será o quê? uma ténia?) e lançou este zine gratuito 12 páginas A5 impressas em papel azul - que dão uma grande pinta ao zine, diga-se.
O humor é a chave das bd's, num estilo de desenho e argumento "todo o público" (se não fosse alguns palavrões podia ser "7 a 77"), divertido o suficiente e bem executado tecnicamente. Podia ser editado profissionalmente que não haveria nada contra mas aposto que o problema do autor foi o típico "aonde?" ou "que editora?"... Talvez por isso um zine? Seja quais forem os motivos, venham mais números do É fartar vilanagem!! - lembra algumas frases da Imprensa Canalha... - e sobretudo mais páginas e trabalhos que isto soube a pouco!
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Labels: zines
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Labels: livros

A 15ª Feira Laica será entre 19 e 20 Dezembro 2009 no espaço Fábrica Braço de Prata (Rua da Fábrica do Material de Guerra, nº1, Lisboa) no seguinte horário: Sáb (19) das 18 às 24h ::: Dom (20) das 15h às 21h
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Labels: feira laica, joão maio pinto


Gnu : Quem tem pressa come cru
Norman
(Skinpin; 2009)
Não escrevo mais para revistas, não compro mais CD's, não sei o que se passa pelo mundo a nível de música. É triste e mais triste é que só tenho acompanhado edição nacional - e isso não seria uma coisa propriamente má se a edição portuguesa não tivesse quase desaparecido - falo da Bor Land, da Matarroa e da Thisco, por exemplo. Entretanto parece que este foi o ano da Skinpin Records que anda toda lançada em edições baratas mas de qualidade Rock assumida, independentemente de depois gostar-se mais deste ou daquele género.
Mas não é por o animal andar no deserto português que os Gnu merecem pancadinhas nas costas... ehm... no dorso? Não, não! Para começar há uma coisa que esta banda tem e que raramente podemos ver isso, que são três gajos que curtem tocar ao vivo - e não há nada mais penoso que ver bandas nacionais por causa daquele ar de frete que costumam ter. À parte, por acaso tive a sorte de os ver quando fiz um cartaz para os tipos sem os conhecer, e daí posso afirmar que esta é uma banda para se ver ao vivo mesmo! Os Gnu fazem música instrumental com uma bateria, dois sintetizadores, baixo e guitarra eléctrica, estes últimos quatro instrumentos são divididos por dois músicos, e que assenta em bandas como Aavikko (felizmente menos histérico e circense), Messer Chups (menos electrónico e experimental) e Man...or Astro-man? ou já agora os nacionais Dr. Frankenstein (pelo exotismo/ surf). Sem ficar numa situação de desconforto das comparações, esta música é para curtir sem ser linear ou preguiçosa, tendo sido feita uma boa gravação que capta a energia desta besta tricéfala.
Vai ser bom voltar a ver esta banda ao vivo desta vez na Feira Laica - ok, ok lembrei-me agora: há uma coisa afinal que a banda não é boa! Andaram a tirar poderosas fotos homoeróticas vestidos de talhantes "serial-killers" para depois colocar uma "fotografia-encontrada" bastante parva e pouco atraente para a capa do disco. Acho melhor o gnu meter-se com a cadela-zombie-soviética e perguntar-lhe o que deve fazer para a próxima edição!
Já a capa fotográfica dos Norman tem uma qualidade e definição suficiente para funcionar como capa. Sendo uma banda que se espera melancolia instrumental por estar metidos lá todos Lobos - Norberto à cabeça - acaba por impressionar pelo seu universo rico de psicadelismo lúdico e difícil de colocar nas caixas dos "géneros". É um disco que poderá agradar um "nerd" do Jazz, um pedante da Electrónica, um falhado pós-rock (os Slint não estão na moda? ou isso foi no ano passado?), o novo-frique pseudo-intelectual e toda uma multidão de gente odiosa e pseudo-elitista, que infelizmente vou ter de os gramar a todos se quiser ver um concerto dos Norman. Outro grande disco! Talvez haja Esperança para a música portuguesa sem ter de ir queimar uma vela em Fátima.
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MMMNNNRRRG
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Labels: discos
+ informação aqui
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andré lemos
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