quinta-feira, 25 de agosto de 2011

animarne del carne... Why, Chiba?



Porque raios o Johnny Chiba fez esta animação da serigrafia do Futuro Primitivo Remix André Coelho para nós? Não temos mínima ideia mas obrigado... ehm...

Grandas bolas de fogo!

Pelos vistos a Chili Com Carne ou os criadores portugueses em geral ainda podem provocar impressões novas aos estrangeiros! Admiramos o trabalho de Martin Lam López e as suas Ediciones Valientes, ponto. O que nunca esperavámos é que a CCC ou a nossa tour europeia ou a Feira Laica viessem a influenciar eventos valencianos - como o Tenderete - e que publicamente viéssemos a ser apontados e glorificados. Talvez ainda haja esperança para esta cauda da Europa.
Entretanto, Martin criou uma distro, a Bólido de Fuego, que promove as edições da CCC e associados por Espanha. Muchas gracias, tío!

domingo, 21 de agosto de 2011

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

edições de Crack



Crack 3D Revolution, v/a ; Va Tutto Bene / Everything is ok (Deriva #3), Henrik Bromander (a) e Hanna Petersson (d)
(Forte Pressa; 2011)

O Festival Crack deste ano teve como tema "3D Revolution", por influência do colectivo Le Dernier Cri. Imagino a orgia que deve ter sido, os italianos, povo por si mesmo já alucinado, todos com aqueles óculos de lentes vermelha e azul a triparem pelo Forte - até grávidas que deviam ter juízo andaram com os óculosinhos marados! Com esta "revolução" a habitual antologia de bd, Ponti (que a Chili Com Carne teve o prazer de produzir na edição de 2009) sofreu metamorfoses não tivesse o Dernier Cri sido o co-editor deste ano. O que salta menos à vista? A bd foi à vida e o formato esticou-se para o horizontal (o formato italiano, passe a ironia) e a edição foi reduzida a 400 exemplares (esgotados?). O salta à vista é que todo o livro é a 3D e já que não consegui ir ao evento participar na orgia visual, parte dela chegou-me esta semana. O livro têm menos escatologia que é normal das edições do Dernier Cri, em parte por causa das colaborações que fogem ao circuito de arte gráfica do colectivo francês, e espera... Em compensação vemos desenhos num espectáculo da ilusão óptica-anáglifica orquestrado por Dave 2000. É curioso o uso desta tecnologia para a temática de autor invés das habituais patranhas comerciais, existe uma sensação de frescura ao ver os desenhos tratados desta maneira.
Tal como no ano passado, sem a antologia Ponti a funcionar "normalmente", a organização aproveita para alimentar uma outra coleccão, a Deriva. Este terceiro volume é um monográfico feito por autores suecos. Ao contrário que a organização dclara, não acho que a cena bedéfila sueca seja interessante mas está a mudar e este é um exemplo disso. A história é de uma crueldade que só me lembra comparar a cineastas nórdicos como Igmar Bergman ou Lars von Trier pela forma melodramática que manipulam o espectador - neste caso, o leitor. O livro é pequeno em formato daí que poderia sair dali uma estória simples mas trágica de uma violoncelista que fica para tetraplégica (só consegue mexer dois dedos). Graficamente lembra uma linha francesa de bd "alternativa" que remonta a Blanquet. Talvez o desenho seja um bocado frio mas pelo menos é bem feito no plano técnico. Em inglês e tradução em italiano.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Random Screener #0, 1 (2010)


Associado ao espaço colectivo Amalgama (em Vigo, ver Boring Europa), o artista galego Tayone decidiu unir-se à grande consciência cósmica zinesca universal e por isso editou um graphzine. Este "ecrã aleatório" é mais um zine de A5 com colaborações internacionais de quem anda a fazer este tipo de publicações. De Portugal participam André Lemos, Rudolfo, Miguel Carneiro e Pepedelrey mas há mais gente do Mundo Ocidental que cuspa ácido-arco-íris, kitsch metal, geo-porno e radioactividade animal. Nada de outro mundo para quem fizer parte deste mundo.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

mensagem telepática nº1


Esquecido no meio da tralha...


FAT32 : Hard Drive (Gaffer; 2011)


Não vi este duo francês na primeira parte da visita dos Secret Chiefs 3 à ZDB mas desde o Boring Europa que tenho esta compaixão pelas bandas que andam pela estrada, e compro qualquer coisa cada vez que vou ver um concerto. Desta vez foi um vinil de 7" bem pesadinho de Noise Rock. Imaginem Lightning Bolt ou Lobster em comunhão de duo dinámico só que invés de se ser a bateria + guitarra é bateria + teclados. Se o Jean Michel Jarre fosse Punk era mais ou menos assim que iria soar - mas sem raios Lazer. O disco tem a mesma música dos dois lados, uma versão mais Rock outra mais Electrónica. A editora tem ligações aos Don Vito recentemente comentados aqui.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011