quinta-feira, 19 de julho de 2018

LÁ FORA COM OS FOFINHOS de Marina Pita no LER BD



Mariana Pita transforma o ordinário em extraordinário. As suas histórias são sobre pequenas aventuras e dias de praia onde situações e personagens familiares se misturam com pormenores estranhos e inesperados. Lá Fora com os Fofinhos é como um sonho que distorce memórias de verões passados. 
- Joana Estrela

Ler o trabalho de Pita é como ter um daqueles sonhos em que tudo é perfeitamente normal e completamente surreal ao mesmo tempo. Enigmáticas e doces, estas bandas desenhadas vão avançando de forma incerta conduzidas pelo movimento do desenho. Uma força misteriosa em acção! 

- Disa Wallander


Co-edição Chili Com Carne + O Panda Gordo 
com o apoio do IPDJ

112p. a cores, em papel Inaset de 100 g/m2. (48p com menos 1 cm de largura no miolo), capa a cores em papel Inaset de 250 g/m2

Lá fora com os fofinhos compila várias BDs de Mariana Pita - como música também é conhecida por Moxila - entre 2013 e 2017, algumas publicadas em vários fanzines e na Internet, outras não...

Algumas BDs estão em inglês com legendas em português e vice-versa


à venda na loja virtual da Chili Com Carne, BdMania, Mundo Fantasma, Linha de Sombra, Utopia, Matéria Prima, Tigre de Papel, Artes & Letras, Kingpin Books, Ugra Press (Brasil), LAC, Gateway City ComicsYou to You, FNAC, Livraria do Simão (Escadinhas de s. Cristóvão, Lx) e Black Mamba.







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Historial: lançamento na PEQUENA NOTÁVEL a dia 15 de Dezembro 2017, iniciativa D'arraste ...





Feedback

 Num primeiro plano, e até devida à própria estratégia do título, parecerá estarmos perante um universo de variadas criaturas “fofinhas”, queridas, inócuas, que nos seduzirão de imediato pela sua natureza delicodoce e linda e infantil. Mas rapidamente nos aperceberemos estar mais próximos de usos tão distintos quanto aqueles de Jolies Ténèbres ou Madoka Machina, isto é, em que uma superfície cute e estilizada serve antes para explorar territórios mais incómodos, angustiantes ou mesmo tenebrosos. (...) Pita agrega trechos que poderão ser devedores, possivelmente, da autobiografia, dos apontamentos diários de trabalhos e funções sociais, das relações humanas (casais, familiares, de amizade, etc.) para criar estes pequenos mundos distintos. (...) Mas se essas criaturas nos parecem queridas, “fofinhas”, afinal de contas, a autora não parece ter qualquer interesse em nos ofertar universos narrativos seguros e inócuos, e antes a revelar as fragilidades dessas mesmas fantasias, ou até a sua incapacidade em responder ao desconsolo da vida mortal.

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