+info AQUI
Atenção: vamos estar entre as 12h30 e 14h apenas!!!
As forças cósmicas são fortíssimas, é o nosso segundo livro na colecção Mercantologia com um gato que curte música!! Fazer o quê? Contra estas forças nada podemos fazer, maninhos! Este é um "best of" dos hilariantes seis números do zine do gato DJ, criação e alter-ego (?) do japonês Harukichi.
O gato viaja por tudo o que é lado - Japão, Holanda, Irão, Suíça, Singapura, LISBOA (e ao Boom!!!), Peru - para encontrar discos raros a preços modestos, fumar ganzas, por som e comer queijo do bom e do melhor, enfim... como qualquer pessoa normal fazia quando viajava, certo?
E como toda a gente gosta de gatos, esta é uma co-edição com as Ediciones Valientes e a Kuš! Komikss (que vai na quarta impressão) - em castelhano e inglês respectivamente.
O sucesso deste gato é tal que reimprimimos este ano!!!
à venda na nossa loja em linha, Tinta nos Nervos, Utopia, ZDB, Snob, Linha de Sombra, Kingpin, Tigre de Papel, Matéria Prima, Neat Records, Cult, Socorro, Fundação Oriente, Mundo Fantasma e Alquimia.
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
De resto o Harukichi é fã do Hanawa, se calhar há mais aproximações entre estes dois livros tão díspares do que se pensava inicialmente:
O DJ Cat Gosshie é lido pelos jovens de Neko, filme que já teve estreia internacional, segui-se a portuguesa durante o Festival de Curtas de Vida do Conde, em Julho e agora vai ser a lisboeta no QueerLisboa, AMANHÃ, às 19h30!!!
Onde aliás, como já é tradição vão estar lá uma selecção das nossas edições no Queermarket, durante todo o festival no Cinema S. Jorge.
Pequena resenha em francês aqui.
BDs sobre Lisboa daqui a 100 anos irão reflectir mais o que se vive agora do que daqui a cem anos - especialmente agora que acontece as eleições autárquicas no meio do lixo do turismo.
Eis o que a partir de hoje poderão ver BDs nos QR Codes das pequenas esculturas do artista Fulviet, no Parque Silva Porto (Benfica, Lisboa) no âmbito do projecto Story Tellers.
Ao que parece a BD Subtextual Nihilism da Hetamoé - publicada originalmente na coletânea Opposights em 2021 na Austrália e mais recentemente na nossa Massa Crítica) lançou o mote para este tema com a sua visão pós-apocalíptica-moe do mercado da BD independente.
Rodolfo Mariano mostra a passagem do tempo pelas casas habitadas por espíritos com o seu estilo visual que encaixa algures entre a iluminura, o heavy metal e o cartoon de domingo.
A questão dos “verdadeiros habitantes” da cidade de Lisboa é explorada por Matilde Basto, que nos mostra o mundo pelos olhos de dois grupos que lutam pelo seu lugar nesta cidade que já não lhes pertence.
Por fim, Tomás Ribeiro traz-nos de volta ao sci-fi com Idade da Pedra, um leilão futurista pela última pedra da calçada lisboeta.
Foi o melhor que encontrei no Autobán deste ano, entre a modorra dos lamechas e a redundância dos sci-fi / fantasia... Gastei tudo em pornografia da Yogur Podrido, fanzines de fantasias com personagens conhecidas ou inéditas, tudo muita baunilha e de sexo consentido - não há aqui perversões, fetiches ou violações! A autora já fez uma produção enorme de fanzines ou "doujinshis" (o equivalente a zines no Japão - já que o "softpower" japonês já "coolonizou" a mente de muita gente no "Ocidente" que já usam esse termo) do seu trabalho variando o estilo para sexo com "aliens" (Rationed Lust, 2025), "funny animals" (Chocolate Pink, 2025), demónios (Digi-Panic EX Black and Yellow UP ver; 2023), uma personagem do Neon Genesis Evangelion e o Godzilla (não deveria ser Gojira!?) - imagem à direita, de 2019 - ou uma gaja da ETA a fornicar com um soldado soviético de tal forma que faria corar o Marx ou o Lenine (My Forbidden Lover; 2022 - creio, que entretanto ofereci esta bela peça a uma amiga otaku!), etc... Tudo para todos os gostos para quem gosta pinar de forma positiva e sadia! Quando é que aparece em Portugal este fenómeno Pop, já que o "boy's love" não foi a lado nenhum?
E já agora, apesar do tom arco-íris deste livro auto-editado, nada o leva prás zonas LGBTI+. O Diário de Aquiles Vasconcelos de Renato Chagas abusa nas cores nos seus papeis impressos (imagino o balúrdio que isto custou!) para fazer o ciclo das estações mas ficou com um ar mais "queer" do que "straight" - masculino será o termo correcto, com laivos de boémio. Este "Aquiles" é sem dúvida um alter-ego do escritor, e o termo "romance" parece-me despropositado pelo número de páginas e pelo registo diarístico do mesmo. Admito que li o livro com expectativas grandes uma vez que já o conheço há décadas por outras andanças. No final, ficou um sabor de o ter acompanhado nas suas desventuras em Montemor-o-Novo, Lisboa e Paris, assim marinhando por aí. Sinceramente não sei ler este livro de forma isenta, fica aqui uma divulgação do mesmo para quem quiser fazer o pedido para o autor-editor: chagas.renato7 @ gmail . com
É das melhores bandas Rock portuguesas estes Dr. Frankenstein, ponto. Admito que o formato power trio das últimas produções arrefeceram-me um coche... e sobretudo o uso de voz na banda, sempre os preferi como "instru-mentais". Não sei o que aconteceu no primeiro volume e qual a ligação entre os dois discos mas tropecei neste Volume II Destination Unknown (DDJ + Rastilho + Zerowork; 2025) que para mim é um regresso aos grandes discos do "doutor"!! Vale tudo, desde fazer uma versão dos Slayer até entrar em terrenos que são convencionados de post-rock, tendo pelo meio o velho Surf & Garage e música "Exótica" - esse género que tem tanto de apropriação cultural como de kitsch mas que os Dr. F. sempre dominaram acertando na Beleza certa para não bater nessas balizas. Provavelmente este disco deve ter um dos melhores "lado B" de sempre, se tiverem o LP, claro!
Vai ser um fim-de-semana alucinado! Estaremos na FLIFA com todo o nosso catálogo, na Colina das Artes só com o nosso catálogo de BD (dias 13 e 14 no Mercado de Santa Clara) e na X Necromancia Editorial (na comemoração dos 20 anos da Lovers & Lollypops nas piscinas de Barcelos, dia 13) com uma selecção para Hispters! 'Pera lá ainda existe dessa gente?
A edição portuguesa do Monde Diplomatique tem publicado, sob a nossa coordenação, as respostas a este desafio em Banda Desenhada por uma série de artistas. Este mês cabe à Tânia A. Cardoso (1985) que nos ajudou imenso no Carne Para Canhão #2...