terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Le Goût des Oiseaux


Published by Rackham that made a incredible job putting out a new cover and square format - and in hardcover, of course, it's France, oh la la!!!

It's the second time this book gets a foreigner edition, the first was in 2019 by Spanish Reservoir Books.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Construção, Pato Inglês, caralhos tratam-nos como conas, Shoppings, gatinho, Max Aub, + Indie e xenofobia,... apareceu na TV ou lá o que é...



TERCEIRO número da revista 

PENTÂNGULO
uma co-edição Ar.Co. e Chili Com Carne


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128p. (16 a cores) 16,5x23cm, capa a cores, design de Rudolfo

A Pentângulo é uma publicação que confere visibilidade ao trabalho de novos autores cuja formação tenha sido feita no curso de Ilustração e Banda Desenhada do Ar.Co. Sem hierarquias, nomes consagrados e estreantes, alunos, ex-alunos e professores misturam as suas imagens e palavras numa saudável promiscuidade.

Neste terceiro colaboram Ana Dias, Anna Bouza, Beatriz Alves, Catarina Ramos, Cecília Silveira, Cláudia Pinhão, David Pulido, Diogo Candeias, Francisco Monteiro,  Francisco Sousa LoboInês Cóias, João Ernesto, Luis Sequeira, Marcos Farrajota (com texto sobre a edição independente portuguesa 2019), Mariana Vale, Rebeca Reis, Rodolfo Mariano, Rosa Francisco, Sara Baptista, Sara Boiça, Sara Tanganho, Tiago Albuquerque, Tiago Baptista e Vasco Ruivo
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Edição com o apoio do IPDJ e na distribuição: BdManiaKingpin Books, Linha de SombraMundo FantasmaSnob, Tasca Mastai e Tinta nos Nervos.

E claro, está à venda na nossa loja em linha e na Tigre de Papel, Utopia, Matéria Prima, Bertrand, ZDB, Alquimia (Cascais)...

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Historial

Primeiro lançamento virtual covid 19 via youtube, a 20 de Abril 2020, cortesia da Tinta nos Nervoscom participações de Daniel Lima, Cecília Silveira, Rosa Francisco e Ana Dias moderados por Pedro Moura, e ainda com testemunhos de Francisco Sousa Lobo e Tiago Baptista ... nomeado para Prémio de BD Alternativa de Angoulême (2021)


Exemplos de páginas:

Sara Boiça

David Pulido

Rodolfo Mariano

Rosa Francisco

Sara Tanganho

Tiago Baptista

Dos jovens autores que apenas aqui publicam a sua primeira banda desenhada ou que apenas as fizeram circular em publicações similares (números anteriores da Pentângulo, publicações colectivas com colegas, zines próprios, etc.), apresentam-se vários autores, com vários níveis de domínio, beleza e substância narrativa. Destacaria Rosa Francisco, pelo arrojo gráfico e cromático, Sara Boiça, melhorando cada vez mais o seu cruzamento entre a ilustração poética e as narrativas feéricas e semanticamente abertas (muito próximas de uma constelação muito própria de referências, de Aidan Koch a Lee JungHyoun), Anna Bouza, por uma complexa e eficaz mistura de poesia visual, desenho caligramático e elipses visuais criando uma bela peça gráfica, e Ana Dias, por parecer prometer uma visão sarcástica e mordaz sobre os desequilibrados comportamentos consumistas dos nossos dias.

Parmigiano Agnóstico

Antes de escrever sobre este disco, umas palavras de apreciação pelo fantástico trabalho da Rotten // Fresh, editora de música electrónica portuguesa que só pode ser vista como uma "micro-editora" porque os seus donos não são uns riquinhos a capitalizar estéticas uniformes para ganhar o comércio da Aldeia Global. Longe do infantil Príncipe ou dos aborrecidos clones da Hyperdub - o que pouco quer dizer já que a própria Hyperdub é a maior fraude de sempre, meninagem que finge não conhecer Coil ou Vangelis - a "RF" tem um orçamento rafeiro ("rotten"?) e só pode lançar uns CD-Rs manhosos ou umas k7s, tudo à mãozinha de DIY pobreta. Só que é mesmo "fresh" o que lançam, a julgar pelo catálogo não me digam que não é ISTO que deve uma editora, um espaço de encontros de várias personalidades e estilos. Noise, Doomduro, Glitch, Trap, escatologia V/Vniana, Ambient, Dance é só escolher e apoiar esta malta. Lembra a Thisco se tivesse parido um bastardinho, sendo esta a única editora portuguesa que bem merece ter um herdeiro cultural, só espero é que não se prove o adágio merdoso da "História repete-se", seria bem triste se assim fosse...

Para manter-se num plano cimeiro, eis que lançam o segundo disco de Kara Konchar na próxima Quarta-Feira - preparem-se para ouvir no bancamp e/ou comprarem o CD-R de edição limitada. Se o primeiro disco parece que o Kara caiu uns pontos abaixo - o artista era conhecido por AtilA e quem ainda tem memória em 2021 deve saber que este produziu os melhores discos de Electrónica da década passada - na realidade parece que estava a fazer o esboço para este monstrinho que se intitula de Goth Partisan. O que é isto? IDM para Góticos? EBM para gente inteligente? Isto dança-se? A violência deste Kara é do campeonato de shhh..., (OMG!! a "história repete-se"!!!) menos Ambient e mais excessivo. Breaks que não param de aparecer em soluços enquanto se ouvem vozinhas sampladas e sintetizadores de "música Gótica" dramática e má-onda. Mas estamos perante uma colagem e não na representação desta subcultura urbana, por isso, suponho que a piada do título seja mesmo assumir-se como um "partisano do Gótico", tipo guerrilha, 'tá lá no meio da selva do rímel, teias, rendas e doc martens mas é para lutar contra a modorra intelectual dessa malta. Esperto este Kara! É claro que nunca o Club Noir iria deixá-lo assustar a morcegada na sua pista nem os abortos da Music Box deixariam aterrorizar os seus betos e betas. Não havendo mirones e "poseurs" na sala de jantar, ao contrário das aborrecidas discotecas lisboetas, meu, é ir em frente! Cuidado é com os bibelôs e o tomateiro em crescimento!

Entretanto, uma pitada da coisa:

domingo, 14 de fevereiro de 2021

Vencedor 500 paus 2021 - "Undoing Home Repairs" de Ana Margarida Matos



Os cinco membros do Júri desta edição do concurso interno da CCC, Toma lá 500 paus e faz uma BD decidiram por maioria o projecto vencedor:

Undoing Home Repairs (título provisório) 
de Ana Margarida Matos

Será um livro de cerca de mais de 200 páginas a sair este ano na Colecção CCC.


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Segundo a sinopse do projecto:

Undoing home repairs é um projeto autobiográfico que acompanha o período de 16/01 a meados de Setembro de 2021, em que me apercebi que estava fechada em casa há quase um ano devido à presente pandemia. 

Não tendo rotinas dei conta que tinha disponibilidade mental para fazer tudo o que me apetecesse. Senti-me completamente assoberbada, pela positiva, e sem me aperceber passou um ano. Um ano em que não parei para pensar duas vezes, um ano de projetos acabados, um ano onde o que faltou foi mais tempo. 

Deparada com o aumento dos números e com um novo confinamento decidi começar a escrever, no mínimo cinco linhas por dia, para não voltar a perder a noção do tempo. Cada página deste projeto corresponde a um dia onde procuro explorar os limites da identidade pessoal, ou a falta deles, através das rotinas domésticas num contexto de confinamento, das recorrentes crises existenciais, do que se passa na sociedade, e de tudo aquilo que eu acho que me torna quem sou. Tudo aquilo que me move. 

Para além destas cinco linhas o que compõem as páginas não são representações do que aconteceu durante o dia, pois desta forma todas as páginas seriam similares senão iguais. São antes representações de coisas simples como o desmontar de uma máquina fotográfica, lembranças e/ou memórias, conversas do passado ou emoções do presente. A realidade é apenas uma ilusão, muito persistente. Anteriormente via-me nos outros e nos sítios onde nos cruzávamos, nas rotinas que partilhávamos e nas coisas que dizia não serem minhas. Mas passado um ano em casa, com o mínimo de interação com o mundo exterior, quem sou eu?


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Foram entregues dezasseis propostas e foi este o projecto seleccionado sendo, apesar do trabalho ainda estar para ser resolvido parece-nos uma excelente reflexão da letargia, da impotência que vivemos nestes últimos 10 meses de crise pandémica global. 

Eis testemunhos de alguns membros do Júri sobre a obra:

"É uma proposta muito interessante porque mistura bem a linguagem gráfica com o texto, sem que uma coisa se sobreponha à outra, sem que um seja uma repetição (uma ilustração do outro). Grande parte da informação, da mensagem, do sentido, vem do que não se vê e não se lê."

"A sua sensibilidade é inspiradora, de uma humanidade e compaixão enormes, escrita super cuidada, discurso lúcido, desenho apurado, traço maravilhoso, uma combinação perfeita com o texto assertivo."

"A apresentação da proposta enquanto uma documentação sóbria dos dias está muito bem conseguida, é uma história que nos toca e que documenta também as nossas emoções e ansiedade para além do carácter autobiográfico e idiossincrasias da autora. Projecto super consistente. Admiro a capacidade de sintetizar a era covid 19 de um ponto de vista terreno, mundano e trivial, eu por exemplo não fui capaz de o fazer e pese embora também documentar os meus dias com entradas semelhantes fujo a sete pés de o desenhar ou desenvolver, sou uma ilha deserta, quero é perder-me noutros universos e esquecer a realidade. Sinto que me identifico imenso com a maneira como a autora se expressa e adorava ter este livro para me recordar um dia no futuro sobre o que foram estes dias, sintonizar-me com o que pude salvar e vingar-me da minha incapacidade de desenhar estes anos de crise tão cheios de ruído, há artistas que nos dão voz e abrem portas e janelas dentro da nossa cabeça, sinto isso aqui".


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Ficam aqui algumas páginas:







A Associação Chili Com Carne agradece a todos os sócios que participaram nesta iniciativa, em especial aos que pagaram a sua quota anual e permitiram o prémio monetário - há mais de cinco anos que as quotas anuais dos sócios têm como objectivo financiar o concurso "Toma lá 500 paus!" ao invés de serem apenas um mero "investimento" para o consumo das nossas publicações.


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Esta iniciativa tem ainda o apoio do IPDJ e relembramos que graças a este concurso foram já publicados sete livros:

O Cuidado dos Pássaros / The Care of Birds (vencedor 2013, com edição espanhola pela Penguin-Random House e edição francesa para 2021) de Francisco Sousa Lobo
Askar, o General de Dileydi Florez
 O Subtraído à Vista de Filipe Felizardo
 Acedia (vencedor 2015) de André Coelho
 Nódoa Negra (Vencedor 2018) de várias autoras
All Watched Over By The Machines of The Loving Grace (vencedor 2019) de vários autores.
Bottoms Up (vencedor 2020) de Rodolfo Mariano


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Sobre a autora: Nasceu em1999, é estudante de Pintura em Feias Artes para ser uma futura artista desempregada. Ex-praticante de Design Gráfico. Artista casual de banda desenhada com o livro de autor Passe Social (Erva Daninha Press, 2019) e participação na antologia Querosene (Chili Com Carne, no prelo). Ex-atleta profissional de Triatlo com maior atividade entre a Margem Sul e Lisboa.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Em banda desenhada?


136 páginas de BDs curtas de Francisco Sousa Lobo, criadas desde 2004 até este ano.
Algumas são inéditas outras já publicadas, muitas em publicações estrangeiras, que assim são publicadas em português pela primeira vez. Algumas BDs são a preto e branco, outras tem mais uma cor e algumas são a cores. O formato é aquele típico do nosso catálogo: 16,5x23cm

Disponível na nossa loja em linha, BdMania, Tigre de Papel, Linha de Sombra, Mundo Fantasma, Nouvelle Librarie Française, Tasca Mastai, Snob, Matéria Prima, Bertrand, LeituriaOficina (CIAJG), FNAC, Kingpin BooksSirigaita, UtopiaSTET, A Vida Portuguesa e LAC.



A Sara Figueiredo Costa assina um prefácio que aqui transcrevemos parte:

Diz-nos a física quântica que o tempo não existe, pelo menos do modo cronológico, arrumado e em sucessão, o modo como o conseguimos ver e sentir. E diz-nos que tempo e espaço se relacionam de tal modo que serão, juntos, uma categoria única de descrição do que nos rodeia, uma ferramenta funcional para obtermos respostas tão precisas quanto o universo permite sobre si próprio. A física quântica não é fácil de perceber para a maioria da humanidade e é frequente que outras linguagens nos deixem intuir respostas que, não sendo mais claras, são mais facilmente apreendidas pela intuição. As histórias curtas de Francisco Sousa Lobo não falam de física quântica, cultivando as perguntas com muito mais dedicação do que qualquer resposta, mas talvez por isso mesmo sejam uma espécie de mapa possível para certas declinações do mundo, não as que descrevem o cosmos, mas as que envolvem o indivíduo, esse lugar estranho e inóspito onde o espaço-tempo tantas vezes ameaça desintegrar-se. 

(...) O desconforto que muitas das histórias reunidas neste volume criam no leitor não nasce tanto do desamparo encenado em cada prancha, ou da possibilidade de alguns ou muitos reconhecimentos emocionais, mas talvez do contraste provocado pela procura de uma racionalidade, um gesto narrativo e visual que transforme a matéria das histórias nas histórias em si. É esse o esforço que se descobre em cada história, e é esse o percurso que estrutura esta primeira narrativa do livro, de certo modo, uma antecipação certeira das que se lhe seguem. (...) Não é preciso mergulhar na física quântica quando temos à mão a nossa própria cabeça, o nosso próprio corpo e o lastro imenso de memórias e vivências que confirmam, a cada momento, que estamos sempre em presença efectiva de muitos momentos e que aquilo a que chamamos passado talvez seja, por inconveniente que soe, o nosso presente constante.

 E como bem descreve o Bandas Desenhadas: Pequenos Problemas é o livro mais recente de Francisco Sousa Lobo. Editado na série Mercantologia da Chili Com Carne, dedicada à reedição de “material perdido”, compila 15 bandas desenhadas curtas do autor, produzidas entre 2005 e 2018. Existindo algumas BD inéditas, as restantes foram editadas em publicações portuguesas ou estrangeiras, nomeadamente a Nyx, a Nocturnal, š! #20: Desassossego, Art Review, Mesinha de Cabeceira, Crumbs, Quadradinhos: Sguardi sul Fumetto Portoghese, Performance Research, Zona de Desconforto, Preto no Branco #4, Próximo Futuro e Jornal Universitário. As BD estrangeiras apresentam-se pela primeira vez em língua portuguesa.


FEEDBACK: 

Muito bom, o pequenos problemas do FSL. Parabéns ao autor e à Chili Com Carne. 
E.O.M. (por e-mail)

(...) «O problema Francisco era um problema de culpa.» Ora, a culpa inventa retroactivamente o pecado. Por isso, o retorno continuado para esse «país chamado infância» que surge em tantas destas bandas desenhadas, em que se busca aquietação, se procura respostas ou se tenta compreender o que se passou de errado. Voltar ao sítio do crime original para encontrar provas. «Voltei à infância e descobri falsos traumas». Que até poderiam ser tranquilizadores, se os conseguíssemos contrabandear como causas, explicações, desculpas. Nunca saramos da infância, temos aqui a prova nesta «intacta ferida» latejante. Só que as dores que permanecem não são produto de um acidente, um azar ou um desvio; são apenas a própria vida que acontece e a infância que passa, o desapontamento, a desilusão e o desespero que equivalem a crescermos em anos. Tantas destas bandas desenhadas remetem para esse passado, unicamente para atestarem que este exercício da autobiografia, mais do que um ato masoquista, toma os contornos de uma aldrabice, um fingimento. «A banda desenhada era uma doença». Por um «interesse doentio pelo desenho», se revela então uma inclinação para o «lado do mal» ou, por extenso, para «a literatura, a arte, e tudo o que há de mais nocivo e infértil nesta terra de deus desconhecido». Valha-nos, porém, que a banda desenhada pode ser paradoxalmente a terapia com que se recupera o poiso para a razão, ou que se usa para (auto-)representa rum «eu» liquefeito pela psicose ou que soçobra diante da enormidade da tarefa de viver.
é que é um verdadeiro livro de auto-ajuda, no sentido em que me poupa andar é procura de todas. As histórias foram produzidas entre 2004 e 2018, reunindo mais de 10 anos de trabalho. É muito interessante encontrar aqui muitas reflexões que surgiriam mais tarde no futuro e em obras mais longas de Sousa Lobo, onde ele continuou a explorar os temas de família, religião e importância da arte, além da descrição de certos episódios relacionados o colapso psicótico do autor, que desencadeou o famoso Desenhador Defunto. É realmente um privilégio a maneira como Sousa Lobo é tão aberto e honesto sobre esse momento difícil, tendo sempre algo novo a acrescentar, uma camada extra para compartilhar connosco.

sábado, 6 de fevereiro de 2021

Deus encontrou a 300

 


Conseguimos! Deus encontrou a sócia nº300! Ufa! Felizmente é lisboeta e iremos ter com ela em breve para lhe dar as nossas edições... Agora só iremos ceder aos seus caprichos quando tivermos mais 100 sócios novos!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Toma lá 500 PAUS e faz uma BD!! ÚLTIMO DIA para apresentar projecto!!!

A oitava edição do concurso 500 paus está a bombar até 4 de Fevereiro 2021!





A Associação Chili Com Carne lançou a ideia de um concurso para fazer um livro em Banda Desenhada para matar a modorra na cena portuguesa, tendo sido publicados já vários livros como Askar o General de Dileydi Florez e O Subtraído à vista de Filipe Felizardo, trabalhos que participaram no concurso. 

Em Outubro de 2015 saiu a primeira obra vencedora (do primeiro concurso, de 2013) ou seja, The Care of Birds / O Cuidado dos Pássaros de Francisco Sousa Lobo - que entretanto teve uma edição em Espanha e em breve uma em França. Em Outubro de 2016 saiu o romance gráfico Acedia de André Coelhoem Outubro de 2018 a antologia Nódoa Negra, em Novembro 2019 a antologia All Watched Over By Machines of Loving Grace e está previsto neste mês sair Bottoms Up do vencedor do ano passado Rodolfo Mariano.

Cá estamos de novo à espera de novas aventuras editoriais!






Instruções (não muito complicadas):
Para quem? 
Para Sócios da CCC com as quotas em dia - não é sócio? Então é clicar neste LINK.
No caso das antologias, todos os autores devem ser sócios!

O prémio é monetário? 
É sim! 500 paus! 500 Euros!
Para além de que o trabalho será publicado!
E, para a próxima edição, o vencedor é convidado a fazer o cartaz e a integrar o júri!

Quem decide o vencedor?
Dois Vês (autora de BD, Vice-presidente da Direcção), MosiJucifer (ambas autoras de BD), Rodolfo Mariano (vencedor da edição anterior) e Rudolfo (Rei da BD portuguesa, Vice-presidente da Direcção).

O Júri reserva-se o direito de não atribuir o prémio caso não encontre qualidade nos trabalhos propostos.
Que projecto pode ser apresentado? 
- Uma BD longa de um autor ou com parceiros
- Um livro com várias BDs do mesmo autor (desde que tenham uma ligação estética ou de conteúdo)
- Uma antologia de vários autores com um tema comum (ver Nódoa ou All como exemplos)
 Regras de apresentação dos trabalhos
- O livro não tem limite de páginas e de formato mas porque desejamos inseri-lo nas nossas colecções já existentes como a Colecção CCC,QCDA, LowCCCost, RUBI, THISCOvery CCChannel - o projecto terá mais hipóteses de ganhar se for apresentado num formato das colecções.
- Preferimos o preto e branco mas a cor não está totalmente afastada!
- Envio do seguinte material:
a) texto de apresentação do(s) autor(es),
b) sinopse do projecto
c) planeamento por fases (com datas)
d) envio, no mínimo de 4 páginas seguidas e acabadas, e 20% das páginas BD planeada.
- Todos estes elementos devem ser entregues em PDF, em serviço de descarga em linha (sendspace ou wetransfer) cujo endereço deve ser enviado para o e-mail ccc@chilicomcarne.com
Datas?
4 de Fevereiro 2021 é a entrega dos projectos!
14 de Fevereiro 2021 é anunciado o vencedor!
O livro é publicado em 2021!?

Boa sorte!
CCC

Este projecto tem o apoio do Instituto Português do Desporto e Juventude

Deus procura o sócio 300

 


A gata Deus (mascote não-oficial da Chili Com Carne) quer oferecer 300 Euros em livros do catálogo da Chili (e da irmã mais nova e defunta MMMNNNRRRG) ao 300º sócio que se inscrever.  E só faltam seis pessoas para tal!

Mas porquê?

Porque já uma tradição que vem quando fizemos o sócio 100!

Por isso: como ser sócio, ler AQUI e muito importante, o manual do sócio, ler aqui


Ah! Deus quer também "vamos salvar o Carnaval" ou algo assim do tipo, não sabemos, não percebemos miados... talvez a ideia é lerem bons livros como os nossos no confinamento! Dio mio!