blogzine da chili com carne
quarta-feira, 11 de março de 2026
Mr. Burroughs ::: edição dos 25 anos :::: na BdMania e ZDB
Este Mr. Burroughs não é William Burroughs, mas é como se fosse; é um sócia alternativo do romancista norte-americano, que se confronta com uma crise de criatividade.
Assombrado pelo fantasma de sua irrepreensível carreira, e ousando desafiar a vida para conhecer os seus limites, Mr Burroughs vai enfrentar a verdade sobre si mesmo para descobrir porque é que tudo aquilo que toca se transforma nele próprio.
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FEEDBBACK (da primeira edição e a a edição belga)
Minimalista nos meios, preto e branco rigoroso, (...) narração surrealista mas fluída (...) uma homenagem estranha, surpreendente e entusiasmante.
Les Inrockuptibles
Obra que se livrou de todos os ornamentos da lenda sulfurosa, concentra-se inteiramente no processo de criação.
Bang
(...) obra mais poética que narrativa , mais evocativa que descritiva. (...) A estilização do desenho de Pedro Nora privilegia a angulação expressionista, (...) o traço que fere como um bisturi e tudo inunda de borrões de tinta, como golfadas de sangue.
Domingos Isabelinho in Quadrado
FEEDBACK da nova edição
óptima re-edição.
Paulo Mendes (via email)
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sobre o livro
Por momentos, entre 1996 e 2001, (...) os ilustradores e autores de BD sentiram que iriam ser compreendidos pelos seus trabalhos, que não seriam ignorados pelo público nem pelos retrógados agentes oficiais da BD. (...) Houve Hype! Havia algo no ar! Havia juventude gira para aparecer em fotografias de revistas e jornais ou até TV, ena!
No meio desta cena excitante, o David Soares criou a sua etiqueta editorial Círculo de Abuso em 2000, após algumas edições auto-editadas que apareceram do húmus da cena dos fanzines. (...) Soares irá surpreender pela sua produção assombrosa, mistura de Horror, Fantástico e a sua visão muito pessoal sobre fantasmas literários ou o fascínio pelo cinema.
O Mr. Burroughs é o segundo livro (oficial) que publica e é o primeiro em parceria com outro ilustrador que será o Pedro Nora (...). Uma família de fumadores de haxixe conta a lenda que os autores se conheceram através do livro colectivo Lisboa 24H00 publicado pela Bedeteca de Lisboa, em que ambos participaram. (...) Nora vinha também dos fanzines (...) Como artista gráfico impressionava para alguém tão jovem ter uma linguagem gráfica tão depurada, nervosa, angular e solta.
Os autores nunca mais irão colaborar em conjunto, embora ainda apareçam com BDs curtas a solo, na seminal antologia Mutate & Survive
(Chili Com Carne; 2001). Numa simetria macabra, três anos depois da
publicação em Portugal a obra é editada na Bélgica pela Fréon. Se ainda
hoje é raro os livros portugueses serem traduzidos - ainda por cima de
autores novos! - em 2003 era mais do que impressionante este
acontecimento. (...)
A Bedeteca impulsionou esta nova geração de artistas, de forma directa com acções e apoios, e indirecta pelo élan que gerou junto à sociedade portuguesa mas "Mr. B" fazendo parte desta cena emergente não deixa de ser uma obra autónoma das influencias institucionais. Se, indirectamente, é graças ao Lisboa 24H00 que tudo isto acontece, no entanto a Círculo de Abuso não tinha recebido qualquer apoio institucional. Esta obra, bem como as outras de David Soares, deve-se às suas forças criativas telúricas, e neste caso, com Nora em quererem construir uma obra matura, artística, literária e com pelo na venta!
Sem diminuir os seus esforços, na realidade era o que todos os artistas de BD na naquela altura queriam fazer, longe das vontades miméticas de alguma produção actual. Desses desejos artísticos, saíram algumas pérolas como este "Mr. B" que bem vale a pena recuperar para novos leitores (...) Já os mais cínicos dizem que a edição original por se encontrar a preços estrambólicos no souk da BD, era inevitável acontecer uma edição comemorativa dos 25 anos de "Mr. B" para acalmar os cripto-especuladores! Rumores...
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sobre os autores
David Soares (Lisboa; 1976) é escritor, historiador, mestre em História Moderna, investigador integrado do CHAM-Centro de Humanidades (NOVA FCSH). A sua obra diversifica-se pelo romance, a banda desenhada, o ensaio e o spoken word. Como autor de banda desenhada, foi premiado com quatro troféus para Melhor Argumentista Nacional e uma Bolsa de Criação Literária, atribuída pelo Instituto Português do Livro e das Bibliotecas (2002). A sua obra historiográfica O Bobo e o Alquimista: Deformidade Física e Moral na Corte de D. João III (Verbi Gratia, 2024) foi distinguida com o Prémio Fundação Calouste Gulbenkian - História Moderna e Contemporânea de Portugal, atribuído pela Academia Portuguesa da História (2024).
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Einstein, Eddington e o Eclipse. Impressões de Viagem ... gerou um RPG!
(...) O encontro entre Hergé e Lovecraft tem perfeitamente o seu papel num livro sobre uma conclusão feliz da observação da ciência.
Livro desafiador que estende as condições de produção e o modo como a banda desenhada dialoga com o mundo, bem para além do veículo de ficção de género ou de narrativas dominadas a que a maioria das suas prestações nos habituou, Einstein, Eddington e o Eclipse poderá vir a tornar-se um exemplo maior da verdadeira inter- e transdisciplinaridade.
Pedro Moura in Ler BD
Além da notável originalidade da junção de dois registos – um científico e outro artístico, neste caso a história da ciência casa-se com a “nona arte”, que costumam andar apartados, - a obra é também original pela sua rara qualidade. O ensaio, que foi pensado tendo em conta leitores desconhecedores da matéria, sendo claro, é absolutamente rigoroso, indicando as fontes para os factos relatados (...). Na banda desenhada, delimitada pelos registos epistolares ou diarísticos, a imaginação já voa, mas o registo não deixa de ser rigoroso: vê-se que a artista se procurou documentar sobre os cenários que descreve visualmente, tendo consultado o material fotográfico disponível. Fugindo ao realismo, faz-nos entrar na atmosfera da época.
Carlos Fiolhais
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Anders Nilsen : Chicago, Comics and Life (2 vol., 2022-25)
Acompanho o trabalho do norte-americano Anders Nilsen desde o zine Big Questions que era vendido numa loja de discos e BDs no Bairro Alto, a Eklet - por uns tempos parecia que Lisboa ia ser civilizada. No Sábado passado, na Tinta nos Nervos apanhei dois perzines do artista, fazendo autobiografia em prosa, o primeiro sobre a sua estadia em Chicago entre 1999 e 2012, e o segundo focado no restaurante Lula onde trabalhava como cozinheiro e como curador da galeria. Não pensem os poseurs que isto é chique ou "que giro"... Estamos nos EUA a vida não é fácil e isso significa trabalhar à séria (na cozinha e noutros dias a fazer BD) não é para fazer CV na ZDB ou no Damas.
Nilsen reflecte sobre a sua vida neste período quando entrou para a universidade, numa altura que a BD (ainda) era completamente descurada no ensino. Para sustentar-se trabalhava como cozinheiro. Decide ser um "dropout" (alguém que decide abandonar o ensino superior), consciente que os cursos de Arte são armadilhas em que os estudantes acumulam uma dívida enorme, e ao contrário de outras profissionais (médico, advogado, etc...) que conseguem pagá-la ao fim de poucos anos, no caso de um artista (com sorte) consegue ter uma carreira 10 anos depois do final de curso e pagar a dívida - os merdas de Direita que querem privatizar tudo acham bem ficar escravo deste sistema infernal, claro, boa sorte estúpidos! Este pensamento sobre as possibilidades reais da carreira não me parece, apesar das diferenças, muito fora do comum em Portugal mas há outro ponto que ele toca que podemos ver também por cá, que é quem frequenta os cursos de Arte serão sempre classes favorecidas e que estas não tem nenhuma empatia com os que vivem abaixo deles na pirâmide social. Não que a Arte tenha de ser política, panfletária ou social mas a vibração que a Arte tem sobre nós, não é feita de certeza por pessoas que estão bem ou com probleminhas do 1º Mundo - não haveria Grindcore se o mundo não fosse uma merda, certo? Nilsen, preferiu portanto dedicar-se aos zines de BD autopublicando e preparando-se para fazer uma rede de pessoas que gostassem do seu trabalho. Até chegou a Portugal pelos vistos, e aqui este escriba não desiste de acompanhar os seus excelentes livros como a actual série Tongues. Bem jogado!
Os zine vão relatando também como Nilsen vai-se se inserindo na cena conhecendo Chris Ware, Jeffrey Brown, John Porcellino ou a loja Quimby's, até lhe aparecer a sua primeira encomenda por Chris Oliveros quando este geria a importante Drawn & Quarterly. Espera-se por mais volumes desta publicação, é bom os artistas escreverem as suas memórias sinceras para que não se criem mitificações idiotas e desnecessárias.
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terça-feira, 10 de março de 2026
Mesinha de Cabeceira #44: "2125" de Matilde Basto /// últimos 14 exemplares!!!!
O novo número do Mesinha de Cabeceira com a BD 2125 de Matilde Basto - do mítico Casal de Santa Luzia (MdC #34) - é o divertido regresso de Matilde com esta BD intitulada feita para a mostra virtual do Story Tellers (em Benfica). Modesto panfleto que ironiza o convívio entre duas espécies lisboetas, os humanos e as baratas, Homos e Blattae, all together now!!
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segunda-feira, 9 de março de 2026
A CADA SETE ONDAS - obra vencedora dos 500 paus 2025 - últimos 9 exemplares
A CADA SETE ONDAS
de
...
Obra vencedora dos 500 paus deste ano!!
Brajal decidiu que o seu trabalho faria sentido ser publicado no fanzine Mesinha de Cabeceira, o que faz todo o sentido dada a tradição de três décadas desta publicação em mostrar talentos novos e frescos no panorama nacional - e internacional.
O Júri do concurso descreveu a obra com imaginação, conteúdo refrescante e divertido, e excelente técnica e expressividade... sendo que a sinopse não desmente: Nesta catártica e imaginária banda desenhada autoficcionada, Bea e Solha têm uma complicada amizade inter-espécies. Ambos o espelho um do outro, dependentes e erráticos, deparam-se com uma circunstância da vida real.
Número 43 do Mesinha de Cabeceira. Edição limitada de 300 exemplares, 48 páginas 16,5x23 cm todas a cores, agrafada e disponível a 5 euros na loja em linha da Chili Com Carne e em algumas livrarias como a Greta, Kingpin, Linha de Sombra, Snob, Socorro, Tigre de Papel, Tinta nos Nervos, ZDB, BdMania, Matéria Prima e Mundo Fantasma.
Feedback
(...) Bea e o homem-solha (sem nome no livro)
passam um dia juntos: estão numa esplanada, depois leem no jardim
(não sendo de todo importante, habitantes de Lisboa reconhecerão os
cantos), dançam e deitam-se à sombra das árvores, e finalmente
participam numa qualquer performance – drama teatral, espectáculo
de dança, vídeo-clip, baile de máscaras, concurso, procissão?
Nesse convívio, falam, descobrem-se, e é sobretudo ele que,
atento observador, nota nas transformações íntimas dela. A
expressão da paixão surge de formas fantasiosas e físicas,
tangíveis. (...)
Historial
Lançamento a 27 Setembro 2025 na Tinta nos Nervos com as presenças da autora, Marcos Farrajota (editor), Daniel Lima e João Carola (artistas e docentes) numa alegre conversa.
Exposição homónima na Tinta nos Nervos, 27 de Setembro a 25 de Outubro 2025.
Entrevista no Pranchas & Balões (Out'25)
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Será a caneta mais poderosa do que a espada?
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este é que é o verdadeiro INFERNO / últimos 6 exemplares
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| foto: Paul Gravett, em Ravenna (2007) |
Actualmente é editor da revista Zone 5300 (de Roterdão, onde o autor reside), escreve crítica a BD no jornal Dagblad De Limburger, faz ilustrações, traduções e tudo o mais que é preciso fazer neste mundo da edição. O seu livro mais conhecido será Trogloditas, que teve edição holandesa (pela Oog & Blik), norte-americana (Top Shelf Comix) e portuguesa (Polvo).
Com Sine Qua Non mudou de estilo gráfico e começou a explorar o imaginário medieval, tendo o livro sido editado pela prestigiada Les Editions de l’An 2. A continuação deste novo estilo é Inferno, livro ganhou o melhor álbum de BD na Holanda em 2008 e que chega a Portugal pela MMMNNNRRRG.
Apesar de já ter participado em várias exposições colectivas em Portugal – como a celebre Honey Talks na Bedeteca de Lisboa, organizada pelo colectivo esloveno Stripburger – Ruijters terá a sua primeira exposição a solo na galeria da Mundo Fantasma em Dezembro 2012, sendo feito para a ocasião uma serigrafia pelo Atelier Mike Goes West.
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domingo, 8 de março de 2026
Nódoa Negra - último exemplar!!!
NN
NN
lançamento no dia 18 de Outubro 2018 na ZDB com exposição de originais e apresentação por Catarina Cardoso (Portuguese Small Press Yearbook)
O livro está disponível na loja em linha da Chili Com Carne e na Tigre de Papel, Linha de Sombra, BdMania, Greta, Matéria Prima, ZDB, Mundo Fantasma, Kingpin Books, Stet, Snob, Livraria do Simão (Escadinhas de S. Cristóvão), Tinta nos Nervos e Insurgentes.
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Feedback:
um livro-barómetro no feminino sobre a dor
Amanda Ribeiro in P3 / Público
O título é duro (...)
João Morales in Time Out (Lisboa)
ontem li o Nódoa Negra. é tão bonito que até dói, meu. a história da Patrícia Guimarães é incrível. parabéns!
Francisco C. (por e-mail)
São testemunhos no feminino, são força, são ruído, são rasgos de agitação num panorama - ainda - pouco dado a movimentos bruscos. A primeira antologia totalmente construída por autoras em Portugal é muito mais do que uma afirmação, é a casa de uma intimidade que fende tabus e nos mostra que a existência inevitavelmente dói.
Tiago Neto in Vogue Portugal
Um livro sobre dores que desenham e escrevem num mais difíceis exercícios...
Inês Fonseca Santos in Todas as Palavras (RTP)
Tive conhecimento desta edição enquanto folheava um dos últimos números da Vogue. Como a recepção do livro na imprensa também passava pelo P3, Time Out e por um programa de TV apresentado por uma das tipas do Câmara Clara, tudo indicava que se tratava de mais um livro do ano. São só autoras a fazer este livro e ao que parece esta ideia surgiu da Dileydi Florez, que há uns anos tinha desenhado o Askar, o General, em tempos em que a associação Chili Com Carne estava imbuída por um espírito de masculinidade militar. Mas isso foi lá atrás, agora a associação pugna diariamente pelos direitos dos mais fragilizados pela ideologia dominante no tardo-capitalismo: entre essas figuras encontra-se a mulher. A premissa para o livro é interessante e tem um importante significado político: não há espaço na edição de banda desenhada para mulheres, por isso é preciso arregaçar as mangas e pôr mãos à obra. Quando estamos à espera que a bd da organizadora deste volume seja, então, um grande manifesto feminista, eis que termina com dois enormes paradoxos: primeiro, ao escrever que se alguém tiver uma vida mais consciente está a dar um passo para sofrer menos, Florez parece estar a preparar uma sólida carreira como autora de manuais de auto-ajuda; segundo, a bd termina com o salvamento da mulher frágil pelo seu príncipe encantado, desvirtuando a ideia da autonomia feminina. No entanto levanta um problema importante que será transversal a todo o livro: o corpo e a sua vulnerabilidade. (...) Mas o sofrimento também se revela de outras formas e é aqui que o livro se transcende (...) é também o sufoco provocado pelo assédio doméstico que acompanha o crescimento da futura «dona-de-casa» - eufemismo para «escrava da família patriarcal», se puxar do meu jargão a transbordar de ideologia. É este o tema dos «Bons costumes», de Sílvia Rodrigues. A Nódoa negra beneficia ainda de uma multiplicidade de linguagens gráficas, destacando-se a manga da Hetamoé e a arte bruta da Inez Caria (...) há ainda a contribuição da Susa Monteiro, que me parece estar cheia de referências eruditas à arte contemporânea, ou então mostra apenas a tristeza profunda de um tenista que não consegue jogar ténis contra um cavalo. A fechar o livro, a Patrícia Guimarães colabora com a melhor bd do volume, não só porque ataca o importantíssimo tema da apatia provocada pela rotina quotidiana, como estiliza a narrativa num daqueles puzzles de deslizar peças, como que a dizer que a efemeridade da arrumação é mera ilusão e que o próprio caos é só mais um episódio da organização da vidinha. Mas a vida é só pathos? Não: a Cecília Silveira diz que também há espaço para minetes e para fisting com luvas de boxe, como que a lembrar que o sexo falocêntrico é também uma forma de violência e de exercício de poder sobre o corpo feminino.
Russo in A Batalha
(...) o muito interessante Nódoa Negra.
Jornal de Letras
NN
Bibliografia das autoras na Chili Com Carne:
- MASSIVE (2009) c/ Marta Monteiro
- Destruição ou BDs sobre como foi horrível viver entre 2001 e 2010 (2010) c/ Sílvia Rodrigues
- Boring Europa (2011) c/ Sílvia Rodrigues
- Futuro Primitivo (2011) c/ Inês Cóias, Sílvia Rodrigues e Susa Monteiro
- Mesinha de Cabeceira #23 : Inverno (2012) c/ Sílvia Rodrigues
- QCDA #2000 (2014) c/ Hetamoé e Sílvia Rodrigues
- Askar, o General (2015) de Dileydi Florez
- Malmö Kebab Party (2015) c/ Hetamoé
- QCDI #3000 (2015) c/ Hetamoé
- Maga : Colecção de ensaios sobre Banda Desenhada e afins (2015) c/ Hetamoé
- Lisboa é very very Typical (2015) c/ Dileydi Florez
- Anarco-Queer? Queercore! (2016) de Rui Eduardo Paes, c/ Hetamoé
- Pentângulo #1 (2018) c/ Cecília Silveira e Dileydi Florez
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sexta-feira, 6 de março de 2026
Flash Point - versão Chili Com Carne - na Língua nos Dentes
10º volume da RUBI, a melhor colecção de Romances Gráficos em Portugal!
Co-edição com a Sendai - a versão da Chili Com Carne é limitada a 200 cópias e está à venda AQUI e na Linha de Sombra, Tigre de Papel, Snob, ZDB (Lisboa), Cassandra, Matéria Prima, Mundo Fantasma, Socorro, Utopia (Porto) e Velhotes (VN Gaia). E aina da Língua nos Dentes...
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Num dia quente de Verão, uma jovem japonesa deixa de ir à escola. Como uma piada inofensiva, ela e o marido desempregado da sua irmã começam a fazer vídeos parvos no Instagram, gerando milhões de visualizações. Quando ela aparece nas fotografias num comício do Shinzo Abe, a diversão toma um rumo completamente surreal e assustador. Como se sabe, a 8 de Julho de 2022, o ex-primeiro ministro é morto a tiro... . Na era da pós-verdade ela é logo envolvida em teorias da conspiração e como símbolo da extrema-direita.
Flash Point de Imai Arata atreve-se a tratar um assunto tabu, evitado por todos menos o mais corajoso dos artistas japoneses.
(...) um manga muito interessante. Gostei da mistura de realidade e ficção.
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