domingo, 22 de outubro de 2017

HOJE Uma viagem a Berlim pela RAIA_air! Apresentação do livro às 17h!!!! na RAIA


BERLIM
Cidade sem Sombras
de

1 residência artística / 1 artista sem luz / 3 meses de frio / alguns encontros / algumas considerações e até um sonho!


Entre Fevereiro e Abril de 2013, Tiago Baptista (Leiria, 1986) participou na residência artística Culturia em Berlim. Esse Inverno foi o menos luminoso em décadas e isso ressentiu-se na sua estadia, nos seus hábitos, nas suas impressões sobre a cidade, no seu trabalho e agora no resultado deste livro.

Segundo o autor: «aqueles meses sem sombras foram como um bloco monolítico de tempo que parecia não passar. Era como se o tempo tivesse ficado suspenso, como se não passasse porque aparentemente a luz também ela não se movia. Tentei que este livro falasse sobre essa falta de luz e também sobre a falha da memória. De facto, parece-me que o que guardamos são falsas memórias.»

Este é um livro sobre fantasmas. Fantasmas de memórias e de uma cidade que já não existe, de um sistema que desapareceu mas que está ainda tão presente, nos edifícios, na História, no turismo, nas pessoas...


HOJE é apresentado na RAIA - entretanto, o livro já se encontra na BdMania, Letra Livre e Tasca Mastai. Para a semana estará na nossa loja virual e na Artes & Letras e Mundo Fantasma... Depois estará até em Berlim - como a letra do Leonard Cohen.





O autor licenciou-se em 2008 em Artes Plásticas na ESAD nas Caldas da Rainha onde começou a publicar várias publicações em 2005 sob o nome de Façam Fanzines e Cuspam Martelos. Como artista plástico o seu trabalho é reconhecido por vários prémios (Amadeo de Souza-Cardoso 2015 e Fidelidade Mundial Jovens Pintores 2009) e exposições em várias galerias e instituições como Palácio Vila Flor (Guimarães), Sala de Arte Joven (Madrid), Galeria 3+1, Fundação EDP, João Cocteau (Berlim), ZDB, Museu-Colecção Berardo. A sua bibliografia inclui Fábricas, baldios, fé e pedras tiradas à lama (Oficina do Cego + a9)))); 2012), Stalker (Ao Norte; 2015), Imagem Viagem (Bedeteca de Beja; 2016) e o livro colectivo desta mesma colecção, Zona de Desconforto (2014) onde foram publicados alguns episódios do presente volume. Foi o vencedor do Toma lá 500 paus e faz uma BD! (2016) com um livro a publicar em 2018 sobre a Greve Geral de 18 de Janeiro de 1934.

sábado, 21 de outubro de 2017

ccc@RAIA

JOÃO

Raia Tráfico de edições e afins.
Anjos 70 (antigo Regueirão dos Anjos)
21 e 22 de Outubro — das 14 às 24 (Sábado); das 14 às 20 (domingo)

Estamos na fronteira mas não há linhas no chão.

Em Lisboa, durante o fim de semana de 21 e 22 de Outubro, a Raia será o lugar para apresentar e vender edições, discos e artes gráficas. 

Paralelamente, haverá programação com lançamentos, leituras, exposições, música e projecção de filmes.

A Raia será dos pequenos editores e dos artistas gráficos. A Raia não tem apoios institucionais. A receita do aluguer das bancas será utilizada exclusivamente para as despesas decorrentes da organização.  (...) estando previstos alguns lançamentos e apresentações de edições. (...) Quaisquer dúvidas poderão ser esclarecidas por correio electrónico: raiafrita@gmail.com

Contenção de fachadas, alta gastronomia, legislação sobre drones, heráldica, a invenção do primeiro caniche proveta, aparições divinas em superfícies arbóreas e o fabrico de suspensórios testiculares, de nada disto tratará o ajuntamento que agora se divulga. (...)

Poesia e música, fotografia e prosa, edições piratas e posters corsários, ilustração neo-barroca, deejaying sem maneirismos, workshops de jiu-jitsu, origami, feng shui, chop suey e outros segredos orientais, a revelação está para breve, a alegria certa e o sexo será inesquecível. Um programa ideal para quem gosta de tudo e mais alguma coisa.

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"A fronteira está na cabeça do branco"
Touro Sentado de Costas, 1870
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Para estes evento esperamos ter duas novidades!
Um livro do Tiago Baptista - não é o trabalho vencedor dos 500 paus!!!
E um da Mariana Pita!
Vamos ver se conseguimos, senão fica para a BD Amadora!

Exposição "Lá fora com os fofinhos" de Mariana Pita @ RAIA, este fim-de-semana

vinheta da BD EDPEOD

Este fim-de-semana da RAIA teremos uma exposição de originais de Mariana Pita (aka Moxila) do livro a publicar Lá fora com os fofinhos. Será o 11º volume da colecção Mercantologia, dedicada à recuperação de material perdido do mundos dos fanzines. Meio esse onde Pita tem espalhado várias BDs da vida ordinária misturada com momentos encantados.

A co-edição com O Panda Gordo não estará pronta para a Raia mas estará na BD Amadora deste ano. Beware!

Coleciona-os todos!!! Os amigos de Samuel na RAIA (últimos 9 conjuntos)


Chegaram! SEIS serigrafias do Samuel - aquela fofura de personagem do finlandês Tommi Musturi... a três cores em néon + cor preta, na dimensão 20x20cm (como os livros). Assinadas e numeradas pelo autor. Limitadas a 100 exemplares, 20 vieram para Portugal.

Cada serigrafia custa 10€, o conjunto 50€ (uma é grátis) ou é grátis na compra de um livro de Samuel. À venda na loja virtual da Chili Com Carne.

E para quem não percebeu com quem Samuel está, então, 'tá ao lado do facho do Batman, do Frank (de Jim Woodring), Little Nemo (de Winsor McCay), My Boy de Olivier Schrauwen (autor de O Espelho de Mogli e Cinzas), Kass Katt (de Gunnar Lundqvist) e Krazy Kat, claro, de George Herriman. Quem sabe no futuro, Musturi continue a fazer esta série de "Samuel e amigos"... Aproveitamos para informar que o autor vai estar em Portugal em Dezembro - ou melhor, no Porto, com uma exposição na Mundo Fantasma e no ZineFestPt.

Askar, o General /// últimos 25 exemplares


A Chili Com Carne sempre que se aproxima da América do Sul para justificar a sua denominação gastronómica acaba sempre por ser uma acção associada à El Pep. Foi assim com a antologia luso-brasileira Seitan Seitan Scum e é assim com o livro de BD Askar, o General, estreia da Dileydi Florez, autora natural da Colômbia. O  livro foi lançado na El Pep Store & Gallery [Lx Factory, Alcântara], no dia 4 de Abril de 2015, contou com a presença da autora e uma exposição de originais.

Florez (1990) é ilustradora e designer, estudou Design no IADE-U e Ilustração Artística na Universidade de Évora. Em 2013/14 foi bolseira e finalista do curso de Ilustração e Banda desenhada no Ar.Co. Actualmente vive e trabalha em Lisboa. Esta sua primeira obra de banda desenhada é inspirada em iluminuras persas e gravuras japonesas, e é um prelúdio para um álbum ilustrado (por publicar).

O trabalho concorreu ao Toma lá 500 paus e faz uma BD! e apesar de não ter ganho, a sua qualidade gráfica convenceu a Chili com Carne a publicar o livro, enquanto se espera pelas obras vencedoras e a nova edição do concurso para este ano.

32p. 21x27cm p/b, capa a duas cores
ISBN: 978-989-8363-31-2
500 exemplares
Apoio do IPDJ

PVP: 6€ (50% desconto para sócios CCC, lojas e jornalistas) à venda na loja em linha da CCC, na El Pep, Tasca Mastai, Artes & Letras, Letra Livre, Linha de Sombra, Pó dos Livros, 1359, B Shop (CCB), Fat Bottom Books, FNAC, Mundo Fantasma, Bertrand, Matéria PrimaBdMania, Livraria do Simão (Escadinhas de S. Cristovão, Lx), Utopia, It's a book, Louvre Michaelense e LAC.

Exemplos de páginas do livro:





Feedback: (...)  composição majestosa (...) Sara Figueiredo Costa in Blimunda ... Obra seleccionada para a Ilustração Portuguesa 2016 ... Nomeada para Melhor Publicação Independente e Melhor Desenho Central Comics 2016

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

É uma espécie de arquivo preechido com impulsos a serem refletidos/refletidos !




São várias as propostas que recebo no dia-a-dia; se preciso ou não de açúcar para o café, se quero molhos no kebab, se quero um desconto de 10% no próximo litro de gasóleo caso faça adesão ao cartão da loja, ou se concordo com a política de cookies que existe na maioria dos sites atuais. Todas elas são, de certa forma, respondidas por mim mecanicamente. Quando, com algum entusiasmo, me foi proposto publicar um livro com alguns dos desenhos que se encontravam nos meus diários gráficos, respondi, mecanicamente, que sim. Mas com vários projectos por finalizar, esta publicação acabou com ser um dos muitos planos B que eu vou armazenando. Quando chegou a hora deste plano B passar a plano A, decidi pegar nos até à data 36 diários gráficos que tinha preenchido e fazer um serão a observá-los. Logo na primeira investida, surgiu um sentimento estranho de vergonha alheia para comigo mesmo ao folhear todas aquelas páginas e decidi então voltar a colocar este projeto na pastinha dos planos B.
Surgiu então, impulsivamente, um sentimento estranho, parecido ao sentido quando está alguém a andar atrás de nós, perseguiu-me verão adentro. Decidi então voltar a observar aqueles objetos, que se contavam agora 39, como se estes não fossem meus. Pedi também ajuda a dois amigos de longa data, o pintor Manuel dos Santos e ao breakdancer profissional João Gastão, para me deixarem dar uma vista de olhos ao longo dos seus diários gráficos. Felizmente para mim, ambos me mostraram um número muito reduzido de cadernos, um porque o usa muito esporadicamente para estudos de cor, outro porque prefere guardanapos de cozinha do que cadernos de capa dura.
Várias coisas interessantes surgiram ao longo desta panóplia de diários. Mais do que olhar para os seus desenhos como obras finalizadas pela restrição da folha, decidi olhar para eles como séries e apercebi-me que faria sentido fazer mais do que um livro nesta publicação.
Este é o resultado que surgiu dum verão inquietante, cheio de indecisões e de quebras de tensão no meio dos milhares de cartazes políticos a serem impressos nas gráficas das Caldas da Rainha:

Livro nº1 – Desenho por gosto, desenho porque gosto, desenho, porque sem desenho, de mim não gosto, é um livro de desenhos de mim mesmo a desenhar-me.
Com 60 páginas, impresso em papel vegetal de 92g, o primeiro livro assemelha-se fisicamente a um diário gráfico comum, de tamanho A5 com capa preta e elástico.
A fusão visível nos desenhos que se sobrepõem uns nos outros (devido ao papel vegetal usado para o miolo do livro), vai de encontro a uma questão que sempre me cativou; como ficaram os desenhos de um livro quando se encontram fechados, rebatidos sobre eles mesmos?




Livro nº2 – Alguns desabafos arquivados, é um pequeno arquivo diário de desabafos (83 no total) que se foram encontrando em alguns dos meus diários gráficos, outros do Manuel dos Santos e outros do João Gastão.
Com 36 páginas, impresso em papel de linhas com 110g , este segundo livro – preenchido de pequenos desabafos/conselhos – é portátil ( 5x14,5 cm) o suficiente para te acompanhar sempre que necessites de um bom concelho, ou de uma leve depressão momentânea.




Livro nº3 – Apanhar um soco no glote enquanto se sustenta a respiração. Apanhar um soco no glote. Apanhar um soco. Soco. Gôto. É o terceiro e ultimo livro desta colaboração. Todo ele realizado pelo João Gastão, este pequeno livro narra um episódio que ilustra muito bem a duvida/receio presente no momento em que é proposto uma publicação com material tão pessoal como aquele que está presente nos nossos diários gráficos.
Com 76 páginas, impresso em papel de 80g cor-de-rosa, este pequeno livrinho (A7) tem as dimensões proporcionais à minha confiança durante a produção deste livro.



Os três livros são vendidos em conjunto, num saco identico a um saco de erva, como diz o meu bom amigo Mariano, e vêm acompanhados com um original de um dos três autores neles presentes. 

Vais poder encontra-los no festival RAIA já este fim de semana em Lisboa, na banca da Tipo.pt. 





quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Talento local ###### últimos 10 exemplares!!! Aprovado pelo Orlando Cohen (Censurados)


Para quem queria ler mais depois do Noitadas e É sempre tarde demais (Lx Comics #2, Bedeteca de Lisboa; 1998) e perdeu zines, revistas, jornais e exposições com trabalhos do Farrajota: My Precious Things, BoDe, Bíblia, Inside, Cru, Publish or Perish, Zalão de Danda Besenhada, Amo-te, Osso da Pilinha, V_Ludo, Stereocomics Special SPX (França), Milk+Wodka (Suiça), LxComicsZine, Mistério da Cultura, Crack On e Combate... agora fica tudo compilado! Mais uns inéditos, poucos! Este livro fecha um ciclo de produção em que toda a BD autobiográfica de Farrajota se encontra em 3 livros! O quotidiano suburbano desinteressante fica para a posterioridade! Que venha uma bomba atómica para cima da Biblioteca Nacional para que se perca o rastro deste infeliz ser humano!
Há ironia com um título como "Talento Local". Mais quando se junta o pastor protestante estrela roque do Senhor Tiago Guillul no prefácio - um bom livro de um escritor de Domingo tem sempre alguém da paróquia para prefaciar! E ainda mais quando o autor de bd sérvio Aleksandar Zograf se junta para uma bd a meias (inédita).
...
quarto volume da Mercantologia, colecção dedicada à reedição de material perdido do mundo dos zines.
80p. 15 x 21 cm
500 exemplares
ISBN: 978-989-8363-08-4
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à venda no sítio da Chili Com CarneFábrica Features, Matéria Prima, Letra Livre, Mundo FantasmaNeurotitanArtes & LetrasUgra Press (Brasil), RastilhoTigre de PapelPó dos Livros e nas Bertrands.
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Historial: lançado na 17ª Feira Laica (Dez'10)

Feedback: é fixe rever alguns conceitos famosos dos 90’s: em Londres é que se faz teatro Rafael Gouveia ... Tenho dúvidas que se possa dizer (querendo ser retórico) o Marcos não desenha nada. O desenho é uma escrita e a escrita implica reflexão, inteligência entre outras coisas mais subtis. Tiago Manuel ... Ainda estou a ler o teu último trabalho (onde estás bem) e, por exemplo, o pénis cansado será um exemplo maior A. de Silva O. ... Genial! Gamão (Traumático Desmame) ... Muito fixe pah, curti a onda 90's da coisa Boris (dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS) ... Gostei da história de tentares partir a garrafa na cabeça dum espanhol. Todos devíamos ter essa oportunidade, pelo menos, uma vez na vida. Miguel Caldas ... Niiice! Jad Fair ... Estive a ler o livro, está muito fixe! Orlando Cohen (ex-Peste&Sida, Censurados,...) ...


exemplos de bd's:


originalmente publicadas no Inside (1998), Cru (1999), Stereoscomic (2001) e Milk+Wodka (2003)

ccc@DOC.lisboa.2017


Como tem sido tradição, a Chili Com Carne e a sua irmã MMMNNNRRRG mais uma vez têm uma selecção dos seus livros do DOC LISBOA.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Corta-e-Cola / Punk Comix ÚLTIMOS EXEMPLARES e à venda nos Açores na La Bamba!



 Dois livros em um, ou seja um split-book, bem à punk!

No ano em que se “celebram” os 40 anos do punk em Portugal, a Chili Com Carne, em parceria com a Thisco, edita o (duplo) livro sobre este fenómeno: 


Corta-e-Cola : Discos e Histórias do Punk em Portugal (1978-1998) de Afonso Cortez 
Punk Comix : Banda Desenhada e Punk em Portugal de Marcos Farrajota.

Escrito a partir de um levantamento exaustivo de fanzines, discos e demo-tapes, ao longo de 256 páginas, os autores dissecam todo esse material para tentarem perceber como através de uma ética - do-it-yourself - se conseguiu criar uma (falta de) estética caótica e incoerente que hoje se identifica como punk. Através da produção gráfica desse movimento se fixaram inúmeras estórias - até agora por contar - de anarquia e violência; de activismo político, manifestações e boicotes; de pirataria de discos e ocupação de casas; de lutas pelos direitos dos animais; de noites de copos, drogas e concertos...

Corta-e-Cola / Punk Comix é ilustrado com centenas de imagens, desde reproduções de capas de discos a páginas de fanzines, cartazes, vinhetas e páginas de BD, flyers e outro material raramente visto.

E porque punk também é música, o livro vêm acompanhadas por um CD-compilação com 12 bandas de punk, rock ou música experimental actuais como Albert Fish, Dr. Frankenstein, The Dirty Coal Train, Presidente Drogado, Putan Club, Estilhaços Cinemáticos... As bandas ofereceram os temas, todos eles inéditos, sobre BD na forma mais abrangente possível, sobre personagens (Batman, Corto Maltese), séries (O Filme da Minha Vida), autores (Vilhena, Johnny Ryan) ou livros (V de Vingança, Caminhando Com Samuel). Alguns mais óbvios que outros mas tendo como resultado uma rica mistura de sons que vão desde o recital musicado ao Crust mais barulhento.






Volume -8 da colecção THISCOvery CCChannel publicado pela Associação Chili Com Carne e Thisco com o apoio da Zerowork Records, editado por Marcos Farrajota com o arranjo gráfico de Joana Pires. Capas por Vicente Nunes com 9 anos (Lado C-e-C) e Marcos Farrajota (Lado P-C) sacado da BD do disco Raridades (Zerowork; 2008). 256p 16,5x23cm impressos a 540U, capa a duas cores.


O livro é acompanhado por um CD que reúne faixas exclusivas de Grito!, Mandrake, Albert Fish, Melanie Is Demented, Dr. Frankenstein, The Dirty Coal Train, Putan Club, Presidente Drógado com Banda Suporte, FDPDC, GG Allin´s Dick, dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS e Estilhaços Cinemáticos (Adolfo Luxúria Canibal, António Rafael, Henrique Fernandes e Jorge Coelho). Devido a constrangimentos logísticos apenas os exemplares deste livro comprados directamente às editoras é que são acompanhados por um CD. No entanto, esta compilação, intitulada de Punk Comix CD (ZW057) pode ser escutada e descarregada futuramente e gratuitamente em thisco.bandcamp.com.

à venda na nossa loja em linha e na Pó dos Livros, Glam-O-Rama, Tigre de Papel, Letra Livre, STET, BdMania, Louie Louie (Lx e Porto), Artes & LetrasRastilho, Tasca Mastai, Mundo Fantasma, Tortuga (Disgraça), Matéria-PrimaMOBLinha de Sombra, Leituria, La Bamba, FNAC, Utopia, Lucky Lux, Bertrand, Black Mamba e LAR / LAC.







Historial : Saiu no 10 de Junho na Feira do Livro de Lisboa 2017 ... Obra selecionada para a Bedeteca Ideal ... Lançamento oficial no Disgraça a 30 de Junho com apresentações de José Nuno Matos, Diogo Duarte e Nônô Noxx, concertos de Presidente Drogado e Scúru Fitchádu ... sessão de autógrafos no LAR / LAC (Lagos) a 5 de Agosto ... Apresentação na Louie Louie (Porto) com exposição e karaoke Ramones a 16 de Setembro ... sessão de autógrafos na Feira do Livro do Porto, 17/9/17 ...

















(...) it looks really cool! But goddammit your Punk book seems at first glance to be entirely in portugese, I will check out both books now and listen to the music and maybe I have to learn some portuguese 😊 I don't have that much nice things in my life, so this was fun! Melanie is Demented (via e-mail) 
... 
Corta-e-cola, de Afonso Cortez, e Punk Comix, de Marcos Farrajota, são dois livros unidos pela mesma lombada que sistematizam informação e recordam, de forma cronológica, quem foram os protagonistas do punk em Portugal que deixaram discografia e como o movimento foi representado na BD. "O punk não foi um movimento contínuo, mas fragmentado, esporádico, dissolvido entre outras propostas, em permanente mutação, como aliás qualquer movimento juvenil", afirma Afonso Cortez na introdução. (...)  Depois de mais de 150 páginas, Afonso Cortez conclui que ao longo daqueles vinte anos (1978-1998) o grafismo foi entendido "apenas como um pormenor. E que a falta de cultura visual, ou mesmo de estudos, se reflecte de forma catastrófica na falta de qualidade do que é produzido". Embora os Faíscas e os Minas & Armadilhas sejam referenciados como os iniciadores do punk na música portuguesa, Afonso Cortez assume "Há que violentar o sistema", de 1978, dos Aqui d'el Rock, como o primeiro disco punk português. A partir daí, faz um levantamento dos discos editados, comenta a vertente gráfica das capas, mapeia os locais de concertos e a crítica na imprensa e complementa com testemunhos de músicos recolhidos pelo próprio. Mata-Ratos, Crise Total, Kus de Judas, Cães Vadios, Censurados, Nestrum, Desarranjo Cerebral, Renegados de Boliqueime, Vómito, Peste & Sida, X-Acto são algumas das bandas referidas no livro (...) Já sobre a BD, Marcos Farrajota explica o mote do livro: "Serve como uma base de referência para quem quiser pegar na BD para relacioná-la com o punk, subculturas urbanas, música, cultura DIY, artes gráficas e editoriais". (...) Farrajota recua a finais dos anos 1970 para encontrar as primeiras referências ao punk na BD portuguesa. Surgem na revista Tintin, assinadas por Fernando Relvas e Pedro Morais, "mas são situações em que os punks são apenas paisagem urbana". Será Fernando Relvas a assinar, em 1983, no semanário Se7e, "o primeiro trabalho de corpo inteiro" sobre punk, "sob a forma de uma personagem forte e feminina" chamada Sabina. Marcos Farrajota faz ainda referência à atitude "militante e amadora" de publicação, da auto-edição, dos fanzines, das colectâneas e da tecnologia da fotocópia e enumera vários autores que desenharam sobre o punk (...) Quanto à ideia de um livro-duplo sobre punk, Marcos Farrajota afirma que é somente "um modus operandi punk que fortalece o espírito de comunidade e de entre-ajuda, opondo as ideias tontas de competição selvagem que dominam todos os aspetos das nossas vidas".  Lusa / DN 
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O livro está fixe, gostei sobretudo da ideia sociológica que associa o movimento punk a uma cena local que envolve fotocopiadoras, fanzines, salas de concertos, demos, ou seja, um conjunto relativamente pequeno de infraestruturas e dispositivos técnicos que acabam por contribuir para aproximar fisicamente as pessoas. Isto ter-se-á passado com qualquer movimento musical underground, do metal ao punk, do hardcore ao grunge... Hoje em dia, a Internet é tudo isto no mesmo pacote, com o resultado de que já não há movimentos -- nem musicais nem políticos... ou, se calhar, somos nós que estamos a ficar velhos... D.L. (via e-mail)
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De leitura rápida, Punk Comix não deixará de ser um instrumento de leitura obrigatória para compreender alguma da história da banda desenhada moderna e contemporânea em Portugal. Pedro Moura in Ler BD
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(...) ambos os estudos são preciosos e sumarentos, revelando uma investigação criteriosa e mais intensiva do que exaustiva. O resultado é um brilhante mapeamento historiográfico do punk e da sua relação com a banda desenhada em Portugal. Professora Marcivânia / A Batalha
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O Afonso tinha-me deixado boa impressão e para o encontro levara Candy Diaz, baterista dos saudosos Les Baton Rouges. Yaay! (...) O texto dele é uma catadupa de informação: estão lá Faíscas, Minas & Armadilhas, Crise Total, Ku de Judas, Corrosão Caótica, Mata-Ratos, Estado de Sítio, Anti-Porcos, Kristo Era Gay, Caos Social, Censurados, Bastardos do Cardeal, e muito mais. (...) É informação em bruto, não digerida. Só lhe recrimino isso, o não haver mais reflexão sobre os factos. Mas se calhar é mais um problema meu do que dele, pois até os sentimentos intelectualizo. Quanto à prosa do Marcos (...) falei, fiquei a perceber que o jeito dele para a narrativa não se fica pelos quadradinhos das suas BDs. Dá gosto seguir-lhe as palavras. Rui Eduardo Paes in Bitaites

Tentámos não abusar em sugestões acima dos dez euros, mas o recém-lançado livro duplo Corta-e-Cola: Discos e Histórias do Punk em Portugal (1978-1998) ; Punk Comix: Banda Desenhada e Punk em Portugal, respectivamente de Afonso Cortez e Marcos Farrajota, com o seu grafismo divertido e um CD contendo faixas exclusivas de várias bandas, talvez justifique os 15 euros que lhe pedem no P13 (Matéria Prima e White Studio). Uma edição Chili Com Carne. Luís Miguel Queirós in Público

Dos poucos livros existentes no mercado nacional em termos de abordagem ao universo do Rock feito em Portugal ao longo dos anos, há dois livros que sempre foram os meus preferidos: A arte eléctrica de ser português: 25 anos de Rock’n Portugal de António Duarte e o Escrítica Pop de Miguel Esteves Cardoso. Desde há duas semanas tenho mais um como preferido: Punk Comix/ Corta-e-Cola (...). Quando pensas que já não há surpresas, ou até pessoas com interesse para agarrarem de forma inteligente e com alguma prudente distância analítica, um período da história de um subgénero do Rock em Portugal, como é o Punk, situado num tempo específico (1978-98), eis que levas, qual murro no estômago, com uma agradável surpresa com este livro precioso. O que esta obra tem de diferente e de excelente, não é tanto a análise cronológica e meticulosa das bandas dum certo universo Punk nacional e seus intervenientes, bem como a sua ligação à banda desenhada que se foi e se vai fazendo aqui pelo burgo, mas sim o mote que direciona todo o livro e que é essencialmente isto: se és Punk, controlas todos os meios de produção da tua arte (Do It Yourself - DIY), assim só tu és responsável por aquilo que dás a conhecer publicamente, sem manipulações de outros, e se falhares (porque se falha quase sempre), falhaste gloriosamente, o que é sempre melhor do que nada fazer. Se ganhares algo, sabes que mais tarde vais perder, por isso não vale a pena fazer a festa antes do tempo. Não entrando em muitos pormenores (até porque este deve ser um livro lido por todos os melómanos nacionais, independentemente de gostos musicais), este está muito bem redigido, é agradavelmente informativo e formativo q.b, sem ser chato; é graficamente interessante dentro de uma estética Punk, mas sem entrar nos seus lugares comuns; há nele uma personalidade própria. (...) É desde já, um livro para o futuro, daqueles que mais cedo ou mais tarde, as novas gerações, amantes da música underground, terão de se socorrer para se informarem sobre…  Guilherme Lucas (GG Ramone)

Split-tape Black Taiga + BLEID / últimas 15 cópias & à venda na LA BAMBA (Açores)



Talvez a MMMNNNRRRG tenha de mudar o slogan da editora de "só para gente bruta" para "só para gente muda" porque voltou a fazer uma split-tape, outra vez com Black Taiga e desta vez com essa "beata do beat" que é a BLEID!


Black Taiga é o encontro entre um congolês e um português, um foi para a gélida Irlanda mas nunca abandonou o calor africano, o outro queimou-se em Setúbal. Com EPs em linha e em k7 este projecto teve um feedback de sectores inesperados da aldeia Global:

Yes yours it's doom-kuduro but stil pretty core. I like it, nice one!!! ;) 
DJ Balli (Sonic Belligeranza, AAA, Antibothis, autor de Apocalypso Disco)

parece-me Jibóia se tivesse mergulhado num banho de ansiolíticos.!!!! já percebi! Throes + The Shine? Será? Não me acredito 
Fúa (Lovers & Lollipops, Milhões de Festa)

Top das 10 Melhores Cassetes Nacionais pela revista Arte Sonora

Cumbia Rebajada from hell? 

O dito cujo é como que o cruzamento do doom metal satânico escandinavo com o kuduro de Angola, tudo decorrendo muuuuuuuuuuito leeeeeeentameeeeeeeente, com peso de hipopótamo alimentado a papas de sarrabulho. Não se tinham lembrado da possibilidade de tal… como dizer… convergência geocultural, pois não? (...) os Black Taiga, projecto que envolve gente do Congo, de Portugal e da Irlanda (não, não participam suecos nem angolanos). Este ouve-se como se um disco em vinil de 45 rotações fosse passado em 33: até as vozes se arrastam, cavernosas. 



BLEID surgiu em 2015, é um projecto de música digital residente num computador. Com o intuito de percorrer as diversas linguagens nas quais a música electrónica se tem vindo a desenvolver nos últimos anos - como o footwork, o techno, o afrobeat, o IDM - procura explorar diferentes sonoridades a velocidades improváveis numa miscelânea ritmada e esquizofrénica.

...
2 EPs:

- Cristão Casmurro de Black Taiga : três temas de puro Doomduro produzidos por Walt Thisney + um remix inédito e exclusivo desta edição por Bleid

- Voltan de Bleid : um tema de Techno-não-canónico de 23 minutos

edição limitada a 66 cópias.
46m de música.
cartonila vermelha com dois autocolantes impressos em vinilo.
artwork de unDJ MMMNNNRRRG (BT) e Neuro (Bleid)
embalagem por Joana Pires

disponível na loja em linha da Chili Com CarneMegastore By Largo e La Bamba (Ponta Delgada)


Historial: lançada no dia 10 de Março no Damas com actuações de Bleid, DJ Balli e unDJ MMMNNNRRRG ... 

Feedback: sim tenho em rotação em casa! Ainda ontem estava a ouvir a cena. - Scúru Fitchádu ... 

Life Is a Simple Mess @ La Bamba




Como as obras deste livro tornam claro, a pureza, no seu lado mais extremo, quer venha da subtracção de elementos ou da negação do contexto, é uma experiência rara. Em interacção com a simplicidade e o turbilhão, esta experiência dá-nos acesso a partes escondidas da nossa mente que contribuem para o equilíbrio, a cor e a forma como nos imaginamos a nós próprios. E tudo isto justifica e realça a nossa humanidade. É assim que Nate Wooley, autor dos textos presentes no livro Life is a simple Mess, procura exprimir o sentimento de total perplexidade e verdade que as obras de Travassos nos transmitem.

Página a página, a surpresa supera-se a si própria, a partir de um imaginário sem limites onde tudo e nada se conjugam em pensamentos que abrem o cérebro para realidades paralelas, numa perfeita comunhão entre design e física quântica. Explorando a união ou a fricção entre elementos díspares e uma crueza ou crueldade que nos atravessa a todos em algum momento da vida, Travassos apresenta, em Life is a Simple Mess, uma selecção de obras gráficas - que reflectem o seu maior investimento de trabalho da última década, dedicado essencialmente à editora Clean Feed e Shhpuma e ao festival Rescaldo.

Do livro fazem também parte trabalhos para outras editoras como a americana Sunnyside ou a alemã Why Play Jazz, bem como algumas imagens inéditas criadas especialmente para o efeito. O livro contém ainda um CD com 7 temas, 5 inéditos e 2 previamente editados, de onde fazem parte algumas das mais sólidas bandas de Travassos, tais como Pão, Big Bold Back Bone ou Pinkdraft entre outras relíquias.

Edição CHILI COM CARNE em colaboração com a SHHPUMA. Encontra-se à venda na Tasca MastaiBdMania, Mundo Fantasma, LAR (Lagos), Artes & Letras, Letra Livre, Pó dos Livros, Tigre de Papel, Utopia, Matéria Prima, Louie Louie (Porto), Gateway City Comics, Linha de Sombra, XYZ BooksGlam-O-Rama, Books & Records Megastore by Largo, MOB, La Bamba (Ponta Delgada) e brevemente na FNAC e Bertrand...

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Historial: livro lançado no dia 4 de Agosto d 2017 no Jazz em Agosto na Fundação Calouste Gulbenkian após o concerto de Larry Ochs com The Fictive Five com os autores Travassos e Nate Wooley presentes ... Festa em Setembro no Damas para lançar a coisa sem a educação institucional do Jazz em Agosto, está prometida uma DJ Battle entre Marcos Farrajota (editor) e Travassos, aceitam-se apostas!!! ... Reportagens no Público e P3 ...

Sobre os autores:

Travassos é um artista multifacetado, que se exprime sobretudo a partir do design, da ilustração e da música. Colabora há mais de 10 anos com a editora Clean Feed / Trem Azul, sendo o seu principal designer, para além de ser o mentor e criador da editora Shhpuma e do Festival Rescaldo. Actualmente já soma cerca de 400 capas de discos de músicos como Evan Parker, Mats Gustafsson, Pharoah Sanders, Peter Brotzmann, Ken Vandermark, Craig Taborn, Steve Lehman, Fred Frith, Peter Evans, Louis Sclavis, Paal-Nilssen Love, Joe Mcphee, Rob Mazurek, Jamie Saft, Wadada Leo Smith ou Bernardo Sassetti, entre outros.Recebeu já vários prémios de onde se destacam: “Ciudades Futuras” BCD – Barcelona Centro de Diseño; "Bombay Sapphire" CPD – Centro Português de Design; “MAD” - Concurso Jovens Criadores ; Best cover artwork 2008, 2009, 2010 pelo All About Jazz New York ou “Notable album covers of 2015” por Dave Hall. Já viu os seus trabalhos expostos na Experimenta Design, Cankarjev dom Ljubljana, Faculdade de Arquitectura do Porto, Universidade de Aveiro ou no BCD - Barcelona Centro de Diseño.

Nate Wooley é um dos mais aclamados e requisitados trompetistas da actualidade. É um músico transversal que tanto se movimenta nos meandros do Jazz clássico ou contemporâneo, bem como nas franjas mais ousada da experimentação. Para além de músico, Wooley desenvolveu paralelamente um reconhecido percurso na escrita, entre ensaios, poesia minimal e outros textos. Nascido nos EUA, começou a tocar trompete profissionalmente com o seu pai, um saxofonista de orquestras, com 13 anos. O tempo passado em Oregon, a sua terra natal, instigou no músico uma estética musical que influenciou toda a música por si criada nos últimos 20 anos, sobretudo a sua abordagem ao trompete.

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FEEDBACK

The Clean Feed and Shhpuma labels continues to expand and evolve, allowing us to look beyond the music and deal with other the visual aspects provided inside this impressive 64 page book. Yes, there is a CD of music/sounds which is found inside this 64 page book of assorted drawings, collages and minimal texts by Nate Wooley. Sonic specialist Travassos appeared on a few recent CDs from Clean Feed stable: Pão and Big Bold Black Bone. The disc here features Travassos playing with both of these projects as well as other assorted musicians. Travassos plays tapes, amplified objects, analogue electronics and crackle box. (...)  The often mesmerizing sound of Travassos’ electronics permeates this entire disc without him ever soloing but creating a variety of haunting scenes. The book also evokes similar mysterious images which work perfectly with the music on the disc. Another triumph for the fine folks at Shhpuma  - Bruce Lee Gallanter, Downtown Music Gallery

A fascinating book of artwork from Clean Feed visual designer and electronic improviser Travassos, with perceptive text from Nate Wooley punctuating the imagery (...) - SquidCo

Pénis Assassino // últimos 20 exemplares & à venda na La Bamba

autor: Janus

ed.: Dr. M.F., graf.: Engª. J.P., trad.: Profª. R.F., txt.: Psiq. J.C.
ISBN: 978-972-98527-8-7

Sinopse: nova BD bruta do Janus!!! Francisco tem uma maldição de uma bruxa ciumenta... o seu pénis mata com quem fazer "o amor"... pornochachada com forte narração, crítica e repúdio social como só este autor portuense consegue fazer.
Folheamento do livro AQUI


Historial: Lançado na Festa dos 10 anos da MMMNNNRRRG (Maus Hábitos, Maio 2010) e na XVI Feira Laica (Bedeteca de Lisboa, Junho 2010) ... Top 4 of best Portuguese Comics 2010 (Pedro Moura / Paul Gravett) ... nomeado para Melhor Publicação Independente (!?) nos Troféus Central Comics 2011

Feedback:
uma história entre o horror e o sexo contada em tons escuros, condizentes com a morte que cruza todo o livro João Morales / Os Meus Libros ... 
Thanks for the comics, really great stuff (...) good to know he is still going strong Christopher Webster ...
O leitor oscilará onde melhor encontrar o seu próprio equilíbrio, numa obra que pretende retratar os muitos desequilíbrios que espreitam a cada momento das nossas relações, estas mais símias, aquelas mais humanas. Pedro Moura / Ler BD ...
In many aspects, as in his previous work, there is quite probably a very strong yet disguised autobiographical penchant. Catholic upbringing, sexual experiences and too many comics bring into formation this weird tale (Binky Brown meets The Killer Condom, perhaps). Pedro Moura in Paul Gravett site ...    
 Um dos melhores autores portugueses (...) faz uma tangente à escatolologia pura. É sobretudo, e contra todas as aparências, uma obra púdica. E também misógina (é inevitável citar Robert Crumb). (...) A bela edição (...) realça o conteúdo com uma apresentação sóbria, mantendo uma estratégia comum na editora de usar traduções em inglês no rodapé, de modo a permitir a comercialização internacional do livro. Só se espera que ajude Janus a perturbar mais gente, em mais sítios. João Ramalho Santos in JL ...   
Penis Assassino is gloryfied trashiness, it reminds me of ultracheap horror comics from my childhood, the ones I did not dare to buy then... Strange stuff. Obsessive. Marcel Ruijters 





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Do mesmo autor: O Macaco Tozé (MMMMNNNRRRG, 2000) e ainda participação em Mutate & Survive (Chili com Carne, 2001)

exemplos das primeiras páginas: