domingo, 29 de novembro de 2020

SBANG GABBA GANG Gabber Reconstruction of the Universe LAST 50 COPIES


Movements that dig velocity. Movements that worship war. Movements that have been accused of being fascist. Sbrang Gabba Gang : Gabber Reconstruction of the Universe is the sound of two cultural movements violently crashing into each other at breakneck speed. What happens when the Italian futurist avant-garde clashes with gabber, a belligerent strain of hardcore techno and the Netherland’s first proper youth culture?

Sbrang Gabba Gang : Gabber Reconstruction of the Universe will introduce you to the strange custom of forming human pyramids at gabber raves, futurist after-shave cocktails and Pietro Cannata, the man who took a hammer to the toes of Michelangelo’s David. 

In Sbrang Gabba Gang, Riccardo Balli, author of Frankenstein 8-bit explores the parallels of gabber and futurist ideas by way of personal accounts, literary mash-ups of Futurist manifestos and a storyline that follows the vandalistic shenanigans of a posse of gabber-futurists consisting of Dominator Marinetti, Luigi “Holy Noise” Russolo, Luciano “Thunderdome” Folgore and Giacomo Balla/Balli. These ideas further come to life in a series of anaglyphic images to be explored with special magenta-green 3D glasses attached to each volume.

This book is published by Fausto Lupetti and supported by THISCOvery CCChannel Collection


Only 100 50 copies available at Chili Com Carne / Portugal. ORDER HERE also possible to buy at Kingpin Books, Linha de Sombra, Matéria Prima, Neat Records, Snob, Tigre de Papel, Tinta nos Nervos, Senhora Presidenta and ZDB.



Released 17th September 2020 at I Never Read


160 pages with numerous illustrations and photographs

Comes with a pair of 3D glasses for your full enjoyment!

Cover by Nicolò Masiero Sgrinzatto3D images by Teresa Pratidesign by Denny Donato Debellis, preface by Bianca Ludewig 
and texts by Benedikt Achermann, Pablo Echaurren, Clemens Marschall (Rokko's Adventures), Matt Muscarella (The Melodyst) and Jan Hartungen.








sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Cancer / últimos exemplares!!


CANCER
de / by
Tilda Markström

publicado / published by
MMMNNNRRRG

112p. 4 cores, 21,5x27 cm ao baixo, capa dura 4 cores / 128 p. 4 colours print, 21,5x27cm hardcover book
500 exemplares / 500 copies
Livro de desenho com textos em bilingue (português / inglês) / Picture book in portuguese and English




Tilda Markström (1923 – 2012) Nasceu em Ystad, Sul da Suécia. 1955. Acaba o curso de Pintura na Escola Superior de Belas Artes de Estocolmo. 1960. Frequenta a FOTOSKOLAN, Escola de Fotografia de Estocolmo (fundada e dirigida pelo Mestre Christer Strömholm). 1965. Viagens (Europa e Estados Unidos). 1968 a 1973. Reside em Londres. Primeiras exposições. 1974. Regressa à Suécia e passa a viver em Estocolmo. Realiza exposições de Pintura, Fotografia, ilustra livros, escreve para jornais e revistas culturais. 1996. Fixa residência em Ystad embora mantenha a casa de Estocolmo. / Born in Ystad, Southern Sweden. 1955. Graduated in painting in the School of Fine Arts in Stockholm. 1960. Attended FOTOSKOLAN, Stockholm School of Phtography (founded and directed by Christer Strömholm). 1965. Trips (Europe and United States). 1968 to 1973. Lived in London. First exhibitions. 1974. Back to Sweden, went to live in Stockholm. Held painting and photography exhibitions, illustrated books, wrote for newspapers and cultural magazines. 1996. Settled in Ystad,but kept her house in Stockholm.

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à venda na loja em linha da Chili Com Carne e na Linha de Sombra (Cinemateca de Lisboa), Tasca Mastai, Senhora Presidenta, Mundo Fantasma (Porto), Matéria Prima (Porto), LAC, Blau (Fa. Arquitectura de Lx), You to You, Bertrand, Vida Portuguesa e Letra LivreBUY @ Chili Com Carne online shop and Desert Island (NY), Le Bal des Ardents (Lyon), Floating World (USA),

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Há temas mais duros e difíceis do que outros. Há mesmo temas que não sabemos sequer como começar a abordar; ou como reagir se outros os abordam, sobretudo quando os abordam de forma simultaneamente crua e inteligente. Mas há também um preço a pagar pelo silêncio, pelo arrumar de problemas onde (esperemos) não nos assombrem. 
Expresso
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Assinado por uma pintora e ilustradora sueca, já falecida, Cancer compõe uma narrativa visual, dolorosa e comovente, sobre uma mulher que sofre de cancro da mama. A narrativa, intuímos no final do livro, é criada pela sua companheira, a própria Tilda Markström, num tom objectivo, atento aos gestos do quotidiano e profundamente dilacerado. (...) Este será um livro sobre o cancro, mas não há aqui pedagogia ou avisos sobre a saúde e o que fazer com ela. Este é, portanto, um livro sobre o amor e a morte, talvez os únicos temas que nos atormentam com eficácia desde sempre sem que nada altere a necessidade de a eles regressar. Que Tilda Markström seja um heterónimo numa constelação de autores inventados por um pintor e ilustrador português nada acrescenta à leitura de um livro tão avassalador — e tão profundamente belo — como este.
Sara Figueiredo Costa in Blimunda
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(...) este livro vem corajosamente provar que a arte pode às vezes ter a última palavra.
5 estrelas
Manuel de Freitas in Expresso
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Se tivesse de destacar um livro ilustrado (para adultos), optaria pelo terrível Cancer, de Tilda Markström (na verdade Tiago Manuel), e pelo modo como alguém consegue lidar gráfica e visualmente com uma memória íntima terrível, uma história pessoal marcada pela perda. Não deixe de conhecer este livro, de indesmentível qualidade estética e humana.
José António Gomes in Abril a Abril
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Mesmo cuidadosamente envelopado, como só ele sabe, o mais recente volume da obra polimórfica do mano Tiago [Manuel], no caso atribuído à sueca Tilda Markström, tem uma mossa na capa e nos primeiros cadernos. Uma marca que logo interrompem a circulação de azul em torno da palavra-título: Cancer (ed. Mmmnnnrrrg). Impossível não ver nisto um sinal, uma semiótica dos acasos. A viagem marcou-o. Uma cicatriz, portanto. Com uma força extraordinária, aliás comum nos seus trabalhos, o Tiago desenvolve o álbum em sucessão de imagens que obedecem a perspectiva única: um alto pode-se tornar o ponto, o cerne que nos muda a textura do corpo e do mundo. O entorno vai ganhando texturas e padrões, os mamilos e as veias transfiguram-se na linguagem que nos rodeia, que nos cerca, que nos atrai a rede cada vez mais apertada, cenário no qual tudo diz e é sinal da morte. Sem palavras, sem nunca dizer cancro em português, língua que tem por costume evitá-la, substituí-la, coisificá-la. As linhas da cicatriz transfiguraram-se em rarefeito contorno onde acomodar as sombras que a doença ainda permite. No fecho, três textos curtos, páginas arrancadas a um diário. «Já não é possível voltar ao paraíso de onde fui expulsa pela morte». Dolorosíssimo testemunho em carne viva de um íntimo processo, viagem que a todos nos toca, tocou, tocará.
João Paulo Cotrim Macau Hoje
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Edição bilingue, português-inglês, de um livro ilustrado assinado por uma artista sueca e compondo uma narrativa sobre uma mulher, a companheira da autora, que sofre de cancro da mama. Sem pedagogias, Cancer é um livro belo e avassalador sobre o amor e a morte, mas também sobre a memória e o modo como esta nos constrói. 
Sara Figueiredo Costa in Parágrafo
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(...) como o luto corroí - pois vive de uma fixação ao podre, não necessariamente ao defunto, mas ao que se putrifica intrinsecamente -, pode apresentar diferentes configurações: é a desfiguração física daquele que é próximo, que passa a inscrever-se num corpo corrompido e devorado pela morte, como desenha Tilda Markström em Cancer.
António Baião in Bestiário #1 / O Nojo

The Cancer book is nicely produced - but very very heavy subject matter!
Anton Kannemeyer (Papa em África, O Meu Nelson Mandela)

E estamos longe, longe, de todas aquelas narrativas de “sobreviventes do cancro”, de que hoje se pode dizer ser quase um género estabelecido. O trabalho de Markström/Manuel não está interessado numa subsunção narrativa, muito menos numa intriga redentora ou moralmente recompensadora, mas na capacitação dos meios gráficos de uma presença e efeitos próprios. Não quer pedir aos seus leitores uma lágrima simpática, nem uma consciência de cidadania. Não pede nada a não ser tão-somente a honestidade da sua leitura, de enfrentar a sua verdade.
Pedro Moura / Ler BD 

It's a lovely thing indeed. It obviously tells the story of a very emotive journey through breast cancer and to an ultimate death, and I suspect the art was part of the way that Tilda dealt with it. Quite moving, and the repetition of images was really effective.
Pstan Batcow (Pumf Rec.) by email



quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Troika Again! Slow Motion no more!


RUBI é uma colecção nova da Chili Com Carne dedicada a romances gráficos à escala global. Mas sobretudo será uma selecção criteriosa de Romances Gráficos, para contrabalançar a literatura "light" que tem inundado o mercado português nos últimos cinco anos. 


O Colecionador de Tijolos
de
Pedro Burgos

Obra originalmente publicada na 6 Pieds Sous Terre (2017) em França vê agora a sua primeira edição em português


(...) Trata-se de um conto, no qual se acompanham personagens, conflitos e peripécias numa só narrativa. Se a cidade, alterada pelos efeitos da crise financeira e da mercantilização (o desemprego, a gentrificação, a especulação imobiliária), é o lugar e o pano de fundo em que o conto se desenrola, a arquitectura, como metonímia da construção e da criação, permanece na origem da banda desenhada de Pedro Burgos.
Valério, homem que já ultrapassou a meia-idade, fica sem emprego após o fecho do ateliê de arquitectura onde trabalhava. Decide, então, reabilitar a casa herdada dos avós para descobrir, incrédulo e revoltado, que foi ocupada por homens e mulheres sem-abrigo. Reagirá com violência, antes de perder os sentidos. Começa aí a sua derrocada existencial e espiritual: acordará, salvo pelos médicos, mas para se afastar do mundo (a cidade, cujo nome Pedro Burgos só revelará no fim), tornando-se no coleccionador de tijolos que os vizinhos e família observarão com piedade, receio e incompreensão. (...)
José Marmeleira in Público




podemos ler O coleccionador de tijolos também como um retrato da sociedade portuguesa durante os anos da crise financeira, cujas repercussões se fizeram sentir em aspectos bem mais profundos do que se poderia imaginar à partida. O livro é, assim, apesar da sua superfície narrativa, uma espécie de mapa concentrado dos traumas das transformações operadas na cidade.
Os portugueses, e os lisboetas em particular, passaram agora a andar ditosos com a procura turística. Não há cidade que aguente ou aeroporto que chegue para tanta oportunidade de fazer dinheiro. Pelo meio desta “avidez da ganhuça” – para citar o escritor anarquista Assis Esperança (1892-1975) –, haverá sempre tipos estranhos que recolhem tijolos, para desdém dos empreendedores e desgosto dos presumíveis herdeiros. 
(...) uma parábola dos tempos que correm. 
 A leitura lembrou-nos por vezes o Will Eisner de The Building (...) de que já falámos; outras, a poética do franco-grego Fred, criador do maravilhoso Philémon. A edição é cuidada, com atenção aos pormenores (por exemplo, a analepse impressa em papel doutra cor). Mestria na composição, solidez de ponto de vista que não nos deixa indiferentes, humor e amor em doses comedidas – o que mais se pode querer de uma BD?
Ricardo António Alves in I

Melhor do Ano (...) Na BD de expressão portuguesa, elegemos como melhor livro O Coleccionador de Tijolos, de Pedro Burgos (Chili com Carne), esplêndida harmonia entre texto e desenhos, parábola de um país ultrajado entre a mentalidade troikista da pobreza e o recurso impudente ao dinheiro fácil, mesmo que tudo seja para arrasar. O desenho é soberbo em todas as suas dimensões, traço e plano em prancha (...)
Ricardo António Alves in I
É um conto que fala do amor e uma cabana, melhor dizendo, uma casa com vista. Um conto romântico e que me leva a pensar que não é só o dinheiro a fazer girar o mundo.
Ana Ribeiro in Bandas Desenhadas

(...) está uma reflexão nas cidades dos nossos tempos (...) e sobre o eterno labirinto em que nos podemos perder.
Inês Fonseca Santos in Todas as Palavras (RTP)

impresso a risografia a duas cores


Na colecção RUBI há sempre prendinhas, e este O Colecionador de Tijolos não foi excepção mas já se encontra esgotado o mini-zine intitulado Slow Motion, impresso em risografia e limitado a 90 exemplares que acompanhava a quem adquirisse o seu exemplar na nossa loja em linha.







Quem não tem paciência para o correio, chuchai no dedo e ide às seguintes livrarias: Tigre de Papel, Tasca Mastai, Kingpin Books, Mundo Fantasma, Matéria Prima, Linha de Sombra, BdMania, Bertrand, A Vida Portuguesa, Utopia e Tinta nos Nervos.


TTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTT


Pedro Burgos. Lisboeta desde 1968, ilustrador e autor de banda desenhada desde os anos 90, é arquitecto e professor convidado na Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa. Destacam-se as colaborações com as revistas Strapazin (Suiça) e Le Cheval Sans Tête (França), com os jornais Público e Le Monde Diplomatique (Alemanha), as contribuições para as antologias Desassossego (Letónia) e Comics Zur Lage Der Welt (Alemanha), as participações nos Festivais de BD de Treviso e Angoulême, as exposições individuais no Festival de BD de Beja e Salão Lisboa. Grande parte do seu trabalho publicado até 2003 está reunido nos livros À Esquina e Airbag e Outras Histórias. Regressa à bd em 2013 com o livro Crónicas de Arquitectura numa edição Turbina/ Mundo Fantasma. Em 2017, é lançado Le Collectionneur de Briques pela editora francesa 6 Pieds Sous Terre, traduzido agora pela Chili com Carne.

Ward Zwart (1985-2020)

 


É um sentimento horrível abrir uma página de jornalismo sobre BD e vermos que é dada a notícia do falecimento de um artista tão novo e conhecido nosso. O flamengo Ward Zwart faleceu justamente há um mês. Apesar de só ter participado no nosso glorioso MASSIVE, sempre nos convidou para estarmos no festival Grafixx e foi-nos atencioso. Um vazio doloroso que nos deixa...

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Um patamar histórico na colecção RUBI


A demanda da RUBI por genuínos Romances Gráficos ímpares chegou a um patamar histórico:

50 anos depois de Yukio Mishima (三島由紀夫 ) se suicidar a 25 de Novembro de 1970 - dia e mês coincidentes com o início da escrita do seu livro Confissões de uma Máscara (1949) - eis que lançamos a primeira obra inédita na colecção:

Mishima : Manifesto de Lâminas

de

Tiago Manuel


Este "Manifesto" é fruto de uma exposição de trabalhos de Tiago Manuel na sala Mário Cesariny durante o Ciclo Mishima - Um Esboço do Nada, entre 17 de Novembro e 14 de Dezembro de 2008 no Centro Cultural de Belém

O trabalho que se publica neste volume é um dois livros que o artista escolheu do universo mishimiano, nomeadamente Confissões de uma Máscara. Dele, segundo João Paulo Cotrim, "fez as lâminas de uma tesoura que esventra a obra, não para a destruir, mas para a homenagear fazendo-a sangrar imagens. Valha-nos S. Sebastião, o do tronco nu em oferenda mística às setas do mundo! (...) Mishima desenhou com a própria carne uma afiado manifesto contra a vulgaridade. Não o do fim, mas o outro, o primordial, revelado por estas imagens: um sabre de palavra."

Obra que abrirá guerras entre os puritanos da Banda Desenhada e do Desenho Conceptual, nesta edição inclui o texto "Visões de Mishima" assinado por António Mega Ferreira, entretanto publicado no livro Mais que mil imagens (Sextante; 2020).



O livro já se encontra à venda na nossa loja em linha e na BdMania, Fundação Oriente, Kingpin Books, Linha de Sombra, Snob, Tigre de Papel, Tinta nos Nervos, Utopia e ZDB. 

Brevemente estará disponível na Matéria Prima, Mundo Fantasma e outras livrarias.












Foram feitas quatro risografias para acompanhar a edição impressas na Desisto. Será oferecida uma por exemplar adquirido directamente à Chili Com Carne. Existem 25 cópias para cada imagem, cada uma assinada e numerada pelo o autor.



FEEDBACK

His works reminds me of Roland Topor's works and has a touch of Polish film posters.

DJ Cat Goshie (by email)


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Tiago Manuel (Viana do Castelo; 1955) fez a sua formação artística com os mestres Aníbal Alcino e Júlio Resende. A sua obra tem sido apresentada no país e no estrangeiro em instituições e galerias de referência. Foi premiado várias vezes. É desde 2013 o responsável pela direcção artística e organização das exposições temporárias dedicadas aos artistas ilustradores, um projecto de Rui Faria Viana para a Biblioteca Municipal de Viana do Castelo. É director artístico da BIG – Bienal de Ilustração de Guimarães, um projecto cultural da Câmara Municipal de Guimarães, criado em 2017 em co-autoria com Rui Bandeira Ramos. 

Algumas exposições individuais: Galeria Abysmo, Lisboa, 2014; “Mishima, Manifesto de Lâminas”, Centro Cultural de Belém, Lisboa, 2008; Galeria Spectrum Sotos, Saragoça, 2008; Galeria Palmira Suso, Lisboa, 2007; Lugar do Desenho, Fundação Júlio Resende, Gondomar, 2002. Algumas colectivas: “Sem Consenso”, Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira, 2015; Annual Comic and Cartoon Art Competition, Society of Illustrators, Nova Iorque, 2014; Arco, Casa da Cerca, Almada, 2008 - Prémio Stuart, Lisboa, 2007, 2006, 2004; Salão Lisboa de Ilustração e Banda Desenhada (Bedeteca de Lisboa / Câmara Municipal de Lisboa), 2004, 2002, 2001, 2000. Na qualidade de ilustrador publicou nos jornais Público, Expresso, Jornal de Letras, Letras & Letras, O Diário e Jornal Cultural Postas de Pescada, nas revistas Colóquio/Letras da Fundação Calouste Gulbenkian, Ler - Círculo de Leitores, Cão Celeste, Intervalo, Bestiário e Torpor e nas editoras Âmbar, ASA, Afrontamento, Media Vaca (Valência), Bertrand, Abysmo, entre outras.  Últimos trabalhos: "O sangue por um fio", livro de poesia de Sérgio Godinho, Assírio & Alvim, Lisboa, 2009; 40 desenhos para o site do filme “As 1001 Noites” de Miguel Gomes, 2013/ 2014; cartaz para o filme “Gambozinos” de João Nicolau, Quinzaine des Realizateurs, Cannes, 2013; cartaz para o filme "Ruínas" de Manuel Mozos, Festival IndieLisboa, 2009. Desde 2000 já publicou 10 dos seus 25 heterónimos (19 livros). Em 2008 criou e passou a dirigir a colecção de banda desenhada "O Filme da minha Vida", editada pela Associação de Produção e Animação Audiovisual AO NORTE, Viana do Castelo.

terça-feira, 24 de novembro de 2020

O livro mais "todo público" da Chili Com Carne: "Bottoms Up" de Rodolfo Mariano - Vencedor dos 500 Paus 2020



Bottoms Up 

de


- obra vencedora do concurso interno Toma Lá 500 Paus e Faz uma BD! de 2020 - 


64p. a cores 18x24,5cm 
500 exemplares


à venda na nossa loja em linha e na BdMania, Kingpin, Linha de Sombra, Matéria Prima, Mundo Fantasma, Snob, Tigre de Papel, Tinta nos Nervos e Utopia. Brevemente na ZDB...


Sinopse: Depois de uma longa viagem, o Simão chega finalmente à grande cidade cheio de sonhos e motivação para vencer na sua nova vida. Apesar do transtorno de ansiedade generalizada e introversão natural de que padece, o Simão depressa conquista o coração de alguns amigos e amigas que o vão acompanhar numa aventura improvável de desfechos imprevisíveis.







Historial:

Lançado oficialmente e virtualmente na Tinta nos Nervos, 31 de Outubro 2020 com conversa com Pedro Moura



E para quem não percebeu o objecto:







FEEDBACK

o livro do Rodolfo Mariano só têm um problema, um gajo fica a pedir por mais, não me importava nada que tivesse 600 páginas.
David Campos (via email)

Como ser sócio da Associação Chili Com Carne?

O regime de sócios da Associação Chili Com Carne passa pelo pagamento de uma jóia no valor de 30€ (15€ para menores de 30 anos) e o envio dos seguintes dados para o nosso e-mail: ccc@chilicomcarne.com

_nome
_data de nascimento
_morada
_tlm
_e-mail
_www
_fotografia (um jpg qualquer para fazer o cartão de sócio)

O valor da quota deve ser depositado na conta do seguinte EBAN: PT50003502160005361343153 (swift / bic: CGDIPTPL); ou através de paypal.

Quais as regalias de ser sócio da CCC?
_Oferta do livro Acedia, um livro de André Coelho - livro vencedor do concurso 500 paus (2015);
_30% de desconto sobre as edições da Chili Com Carne, MMMNNNRRRG e outros;
_informação em primeira mão de projectos da CCC;
_apoio a projectos editoriais*.
_descontos no uso do projector de vídeo.


E depois disto?
Passado um ano há um quota a pagar de 10€ e ainda recebe um exemplar de outro livro a escolher pela Associação.



* Apoio a projectos editoriais Ao longo do tempo a CCC tem vindo a definir de forma mais precisa qual a vertente de actividades para a qual está mais vocacionada, sendo que a edição em suporte de papel tem sido aquela que a CCC melhor tem sabido gerir. Os sócios da CCC com projectos editoriais poderão solicitar o apoio no campo da produção, distribuição e promoção. A selecção de projectos será discutida consoante cada caso. Sendo que seja imperativo ler este MANUAL!

Toma lá 500 PAUS e faz uma BD!! até 4 de Fevereiro de 2021!!!

A oitava edição do concurso 500 paus está a bombar até 4 de Fevereiro 2021!





A Associação Chili Com Carne lançou a ideia de um concurso para fazer um livro em Banda Desenhada para matar a modorra na cena portuguesa, tendo sido publicados já vários livros como Askar o General de Dileydi Florez e O Subtraído à vista de Filipe Felizardo, trabalhos que participaram no concurso. 

Em Outubro de 2015 saiu a primeira obra vencedora (do primeiro concurso, de 2013) ou seja, The Care of Birds / O Cuidado dos Pássaros de Francisco Sousa Lobo - que entretanto teve uma edição em Espanha e em breve uma em França. Em Outubro de 2016 saiu o romance gráfico Acedia de André Coelhoem Outubro de 2018 a antologia Nódoa Negra, em Novembro 2019 a antologia All Watched Over By Machines of Loving Grace e está previsto neste mês sair Bottoms Up do vencedor do ano passado Rodolfo Mariano.

Cá estamos de novo à espera de novas aventuras editoriais!






Instruções (não muito complicadas):
Para quem? 
Para Sócios da CCC com as quotas em dia - não é sócio? Então é clicar neste LINK.
No caso das antologias, todos os autores devem ser sócios!

O prémio é monetário? 
É sim! 500 paus! 500 Euros!
Para além de que o trabalho será publicado!
E, para a próxima edição, o vencedor é convidado a fazer o cartaz e a integrar o júri!

Quem decide o vencedor?
Dois Vês (autora de BD, Vice-presidente da Direcção), MosiJucifer (ambas autoras de BD), Rodolfo Mariano (vencedor da edição anterior) e Rudolfo (Rei da BD portuguesa, Vice-presidente da Direcção).

O Júri reserva-se o direito de não atribuir o prémio caso não encontre qualidade nos trabalhos propostos.
Que projecto pode ser apresentado? 
- Uma BD longa de um autor ou com parceiros
- Um livro com várias BDs do mesmo autor (desde que tenham uma ligação estética ou de conteúdo)
- Uma antologia de vários autores com um tema comum (ver Nódoa ou All como exemplos)
 Regras de apresentação dos trabalhos
- O livro não tem limite de páginas e de formato mas porque desejamos inseri-lo nas nossas colecções já existentes como a Colecção CCC,QCDA, LowCCCost, RUBI, THISCOvery CCChannel - o projecto terá mais hipóteses de ganhar se for apresentado num formato das colecções.
- Preferimos o preto e branco mas a cor não está totalmente afastada!
- Envio do seguinte material:
a) texto de apresentação do(s) autor(es),
b) sinopse do projecto
c) planeamento por fases (com datas)
d) envio, no mínimo de 4 páginas seguidas e acabadas, e 20% das páginas BD planeada.
- Todos estes elementos devem ser entregues em PDF, em serviço de descarga em linha (sendspace ou wetransfer) cujo endereço deve ser enviado para o e-mail ccc@chilicomcarne.com
Datas?
4 de Fevereiro 2021 é a entrega dos projectos!
14 de Fevereiro 2021 é anunciado o vencedor!
O livro é publicado em 2021!?

Boa sorte!
CCC

Este projecto tem o apoio do Instituto Português do Desporto e Juventude