blogzine da chili com carne

Domingo, 1 de Abril de 2012

Mystery Park



lançamento: 1 de ABRIL @ (+38° 41' 46.11", -9° 12' 13.04")
...
14º volume da Colecção CCC
pré-encomendas através do e-mail ccc@chilicomcarne.com

Segunda-feira, 19 de Março de 2012

FUTURO PRIMITIVO


UMA antologia ____________de BANDA DESENHADA
$$$
de artistas da Associação CHILI COM CARNE
€€€
a saber : :: Lucas Almeida, Ana Ribeiro, Manuel Pereira, João Ortega, Inês Cóias, Daniel Seabra Lopes, Marco
Moreira, João Chambel, Ana Menezes, André Coelho, João Maio
Pinto, Andreia Rechena, Bruno Borges, Rafael Gouveia, David Campos, Sílvia Rodrigues, Pepe

delrey, José Feitor, ________Natália Andrade com Christina Casnellie, Uganda Lebre, André Lemos, Bráulio
Amado, Gonçalo Duarte, Jucifer, Ana Menezes, Afonso Ferreira, Marcos Farrajota, Rudolfo, Ricardo Martins e Pedro Brito, e ainda participações CADÁVERES-ESQUISITOS com Mattias Elftorp
+ Sofia Lindh (SUÉCIA), Cláudia Guerreiro, Filipe Quaresma, Nevada Hill (EUA), Pedro Zamith, Margarida Borges, Jarno Latva-Nikkola
(FINLÂNDIA), Silas, André Ruivo, Rita Braga, Susa Monteiro (BEJA!) e Valério Bindi + MP5 (ITÁLIA)... mis

turados por unDJ MMMNNNRRRG.
\\\
Lançamento e Exposição dos originais n
o
Festival de BD de Beja (28 Maio a 12 de Junho 2011)
& CRACK 3D 2011 & HELSINGIN 26. SARJAKUVAFESTIVAALIT (5TH SepTemBER -> 1ST OCtoberrr) & then
M¨¨älmo /ISV (14th October -> 4th November)
& TEXXXXXXXXXXXAS 
MARÇO 2012

... 160 p.
16,5 x 23cm p/b, capa a cores ... Capa &


Design: Margarida Borges ... Retratos mutantes dos __________________ autores: João Paulo Nóbrega ... apoios da Bedeteca de Beja, Instituto Português de Juventude, Sociedade ____________Finlandesa de BD, Sociedade Sueca de BD,
Wormgod e You Are Not Stealing Records.
!!!
PVP: 10€ (50% desconto para sócios da CCC,
jornalistas e lojas) à venda na shop da CCC, Fábrica Features, Trem Azzzzzzzzzzzzul, MapDesign e Fu
 n'A BENDALetra LIvre (na zzzzzDB) e LIvraria SÁ da Costa (R. Garretttt, 100)
y Bolido de FUego

§§
EXTRAS


Foi feita uma banda sonora (inicialmente para a exposição
entretanto extensível ao livro) com as colaborações de André Ruivo, Somália, J. Ortega, TendaGruta, Te Voy
a Matar, John P-Cabasa,
J
M
P
, Marte &&&&&&&&& Stealing Orchestra, zZZOUNDZZz, Pepedelrey, Rita Braga, Pedro Sousa, Ondina Pires, Cospe, _________ Chiby Shit Plan e Assinante 35278/TW ### é gratis e pode ser descarregada em
You Are Not Stealing Records













tiras de Valerio Bindi com MP5, Uganda Lebre, Ana Menezes, Lucas Almeida, Daniel Lopes, André Coelho e João Chambel.

Quinta-feira, 15 de Março de 2012

Infecção Industrial



Foram os Throbbling Gristle, no final dos anos 70 do século passado, que cunharam o termo “Industrial” à nova música realizada por uma geração que gozava de novas formas de tecnologia para criar e difundir música. Estávamos na Era da Informação a poucas décadas da nossa Era Digital. O termo musical relacionava-se com a Revolução Industrial, em que a relação do "homem-músico" com as máquinas iria mudar tal como a partir do século XVIII a vida do Homem mudou para sempre com as primeiras máquinas a vapor.

Apontemos à Revolução Industrial a poluição e ruído, o consumismo frenético, o aumento da área produtiva dos serviços, a não-especialização da mão-de-obra barata versus hiper-especialização de tecnocratas, a urbanização / abandono dos campos, a miséria e explosão demográfica, o aumento da velocidade dos transportes, o capitalismo moderno, a difusão de ideias democráticas e sociais, o nacionalismo e a militarização, etc... Após o Punk e o Industrial - impossíveis de as separar porque partilham o mesmo momento histórico e modelos de produção - iremos encontrar mudanças na música: uso do ruído das máquinas e processos mecânicos (concretos), consumo excessivo facilitado com a oferta de auto-edição e edição independente, produção e disseminação através de tecnologia caseira (o gravador de k7, o estúdio caseiro, o “tape-trading”), aumento de artistas “não-músicos” (sem qualificações académicos ou formação), invenção de instrumentos e o uso de objectos como instrumentos (como o gira-discos), auto-gestão, fetichização por objectos de culto (edições limitadas), segmentação dos públicos (tribos urbanas, subculturas, elitismo), ritmos maquinais (techno), uso de multimédia e performance ao vivo, o sampling, a remix e o mash-up,...

Após a sua origem o “Industrial” vai ser encontrado em quase todos os aspectos da vida cultural. Pode ser encontrado no Hip Hop dos Public Enemy, no Dub de Techno Animal, e claro no Noise de Merzbow. Não seria descabido também dizer que o Industrial institucionalizou-se, pela forma Pop/ Rock – que pretendia destruir – nos milhares de discos vendidos de Ministry, Nine Inch Nails, Marilyn Manson e Rammstein. Pela pista de dança, como EBM, Gabba e Rave até ser transformada em música de carrinhos de choques – é especialmente grave esta facção de pimbas que chamam de Industrial ao Techno Gó-Gó…Pelos espectáculos circenses para massas fascinadas com a precursão de tachos e panelas, vassouras e latas do lixo. E por fim, as velhas bandas seminais ficaram “respeitáveis” e tocam nos dias de hoje em centros culturais de prestígio como Einstürzende Neubauten no Centro Cultural de Belém ou Throbbling Gristle (como X-TG) na Casa da música - aliás, até a razão deste artigo, os Sektor 304 também já tocaram lá.

Para além do que foi descrito nas linhas acima, para que serve o Industrial então? Qual o seu papel actual na música? Qual a sua relevância quando já sofreu mil metamorfoses e osmoses? Foi um movimento de vanguarda que está morto e agora é regurgitado em modelos mais limpos? Camuflou-se no seio do pós-modernismo? Ainda faz sentido vestir fatos de Nazis ou de Sovietes num concerto? Ou mostrar imagens de massacres étnicos ou vivissecção de animais? Terá o Industrial a missão politica de combater os Totalitarismos tal como o Black Metal tem como bandeira o Grande Cabrão ou os Straight-Edge o Veganismo e outros ismos?

Não sei nem creio que os Sektor 304 tenham as respostas para tal. De créditos firmados vão no seu quinto registo em disco, sendo já o segundo a ser lançado pela Malignant, editora norte-americana que é uma referência no pós-Industrial e outros “Darkismos”. A banda foi criada por João Filipe e André Coelho – grande ilustrador que tem participado nas antologias da Chili Com Carne – e passaram a quarteto neste novo disco, Subliminal Actions, com a inclusão de Henriques Fernandes e Gustavo Costa - um Gorbachev na música portuguesa! O som da banda tem sido comparado à génese do Industrial pelo facto de terem contrariado a tendência generalizada de fazer música de forma electrónica e digital. Os Sektor 304 perceberam que existe vida para além dos computadores e foram à raiz analógica desse som inaudível, violento e barbárico dos primeiros tempos de SPK ou Laibach. Podemos ouvir milhares de discos de Noise e Industrial nos dias de hoje mas são poucos os discos que nos marcam porque tal como 90% da produção musical nos dias de hoje, o digital prevalece e apaga os registos orgânicos da gravação – e não é por James Plotkin ter masterizado o disco que há muito tempo não se notava a diferença electro-acústica entre os Sektor 304 e os seus “concorrentes industrialitas” (ou de outros géneros musicais). Não há sinal digital que consiga ultrapassar uma amplificação de uma chapa de metal encontrada na rua a ser torturada com uma serra ou uma lima.

Sektor 304 é um monstro parido do universo de H.P. Lovecraft com a sordidez do desastre de Fukushima. As patadas desta besta sonora vêm do tribalismo rítmico de África – aliás, tudo (música ou não) vêm de lá! Esta associação e influência africana era assumida pelos primeiros músicos de Industrial, ao contrário das novas gerações embasbacadas pelos uniformes dos regimes totalitarismos ou o látex S/M que acham que a música Industrial é “branca”. Há de agradecer aos Sektor 304 nem que seja só por nos recordarem isto, desde 2009 aquando do álbum Soul Cleasing.

A juntar à violência física da besta, ainda somos obrigados a visitar as dimensões fatais de um outro mundo através do psicadelismo dos baixos e dos “noises” tão em voga dos dias de hoje. Há um momento alto no disco para quem não suporta apenas “psico-barulheira” – admito que o disco é longo e pesado - é o tema By the throat, verdadeira festa polirítmica com quatro registos vocais em discussão – em que o gutural Death (cortesia do vocalista dos Genocide) e o vampirizado Black ganham a batalha e são uma lufada de ar fresco para quem está habituado a ouvir o Industrial como algo cristalizado.

Não consigo deixar de relacionar a música Industrial com o que Alan Moore escreveu no prefácio de V for Vendetta, livro publicado no final dos anos 80 mas escrito pelo autor britânico nos inícios dessa década. Escrevia ele que achava as premissas do argumento dessa BD eram ingénuas – fruto da sua jovem idade – como pensar que seria necessário um Inverno Nuclear para que o Fascismo se pudesse instalar. A música Industrial em 1976 alertava do perigo do Fascismo disfarçado de Big Brother no futuro. Trinta anos depois este estilo de música espelha-se de uma forma deformada. Realmente o Fascismo já se instalou, invés de estender “fachos” temos bandeiras (de eventos desportivos, casamentos reais ou visitas do Porco-Mor Católico) nas janelas e varandas, vivemos reprimidos pelo Estado e grandes empresas (em que a vigilância é feita por nós próprios cidadãos censores e bufos), somos alienados por uma cultura hedonista, uma economia poluente em plena colisão entre a sofisticação técnica e a degradação humana. Se o Industrial ou os Sektor 304 têm alguma raison d’être em 2012 é porque simbolizam um “retro-futuro” ou um “Futuro Primitivo” (se me permitirem a “publicidade” a uma antologia de BD organizada por este vosso escriba e que André Coelho também participou) situada entre as maravilhas do mundo digital e o entulho dos excedentes… industriais.

Esta música “industrial” dos Sektor 304 simboliza (mais uma vez) o acidente que está para vir. Se o Apocalipse ainda não apareceu pelo menos já compôs a sua banda sonora. Então, que raios faz esta pérola na periferia da Europa onde ninguém lhes liga? Os gajos deviam era meter-se a caminho de Moscovo num tractor quitado a puxar um atrelado com a a banda em cima a tocar “non-stop”. Esta digressão Porto/ Moscovo devia-se chamar “Born Again Chernobyl” e anunciaria o Apocalipse, sendo a banda os seus Anjos bíblicos anunciadores – sugere-se o uso de Homens-Salsichas disfarçados à Gwar na dianteira do tractor! But I digress…

Quarta-feira, 14 de Março de 2012

AcontorcionistA / segundo volume: CALENDÁRIO


O Grupo Empíreo, Sociedade Anónima de Recreio e Prazer, as edições MMMNNNRRRG e a boutique Purple Rose têm o prazer de convidar V. Exa. a visitar a exposição de originais do segundo número da rapsódia erótica AcontorcionistA, intitulado Calendário, o qual se apresenta como um instrumento devidamente preparado para assinalar de maneira condigna, e ao longo de várias décadas, os mais emocionantes compromissos relacionados com os prazeres carnais.

\.../
Esta publicação integra-se na série gótico-erótica AcontorcionistA, projecto de carácter maleável e formato diversificado que conta já com um primeiro volume, Manifesto, igualmente disponível na boutique Purple Rose.

\.../
Lançado no dia 17 do mês Plutónico (ou 14 de Fevereiro, Dia dos Namorados, no calendário gregoriano) na Pensão Amor, com dança de varão pela Sofia Pinkpepper, do presente décimo oitavo volume das edições MMMNNNRRRG foram impressas apenas duzentas cópias, 24 páginas em formato XL (A3 para os amantes do papel) e custa 20 euros. 
A publicação encontra-se à venda na loja em linha da Associação Chili Com Carne, na Purple Rose, na Trem Azul, na Re-Searcher, na Livraria Sá da Costa (R. Garrett, 100), na Kingpin, na Letra Livre, na capital da depravação ibérica Panta Rhei, na Fábrica Features e brevemente na Mundo Fantasma para satisfazer as necessidades do Norte estando ainda disponíveis cento e vinte e três exemplares.

\.../
A exposição estará patente até 19 de Tacitífluo (ou 14 de Março no calendário gregoriano)


folheamento digital do livro:



algumas imagens :



Terça-feira, 13 de Março de 2012

Haxixe? Táfixe?


Go Suck A Fuck : Para o seu marido (Cafetra; 2012)

A minha mulher comprou a colectânea da Cafetra e o puto Leo foi simpático em trocar-me o disco por outra produção da Cafetra... Apanhei com este Go Fuck A Suck ou-lá-o-que-é que em 19 minutos tocam 20 músicas. Não é um EP de Grindcore (podia ser pela duração/quantidade de temas) mas é antes instrumentais infra-épicos-juvenis tocados com guitarras Lo Fi e orgãos sujos por putos movidos, quase de certeza, a ganzas intervaladas com umas 'jolas e uns tiros na Playstation. O ritmo é calmo como se o Verão fosse eterno e não 19 minutos. Há quem diga que a juventude é desperdiçada nos jovens, o que é bem capaz de ser verdade mas os Cafetra Kids parecem estar a esbanjá-la bem - espero que ao menos se baldem às aulas para gravar estes discos!

Segunda-feira, 12 de Março de 2012

Woof Woof



Woofer Takeover Jubilee de / by André Lemos
livro impresso totalmente em serigrafia / total silkscreened book
80 cópias/ 80 copies
publicado por / published by COTOREICH
informações e compra aqui / all info and buy here:
cotoreich.fr/books/andre-lemos-new

ccc@rescaldo.2012



17 /18/19/20/21 Abril
Culturgest / Trem Azul Jazz Store

O Festival RESCALDO é um encontro de nomes e projectos musicais que se destacaram na cena nacional em 2011, focando a sua programação na fêrtil diversidade das movimentações emergentes da electrónica, improvisação, electroacústica, do rock e do jazz .
Tem como objectivo enfatizar e dar a conhecer linguagens, e também músicos, menos divulgados que merecem destaque pela qualidade, importância e contributo para a vitalidade criativa da música feita em Portugal.
Presente na capital desde 2007, a 5ª edição de RESCALDO conta com 9 concertos, um lançamento de um livro, 2 exposições, um DJ Set, e um lançamento de uma nova editora que visa abrir mais uma porta de forma a impulsionar e dar visibilidade a este panorama.
...
A Chili Com Carne irá participar com o lançamento do livro Bestiário Ilustríssimo de Rui Eduardo Paes, com ilustrações de Joana Pires e design de João Cunha.

Logo Depois Da Vírgula - Livro de Geo-grafia /// ESGOTADO



Logo Depois Da Vírgula - Livro de Geo-grafia
de Mattia Denisse

Logo Depois da Vírgula é um projecto colaborativo. Foi escrito em português por Mattia Denisse, artista que tem o francês como língua mãe. O texto foi editado por Lígia Afonso, com as contribuições de Cristina Fino e Rui Almeida Paiva, segundo as regras do novo acordo ortográfico. As cartas que acompanham o livro formam o conjunto da correspondência, transversal à realização do livro, entre Mattia Denisse e Paulo Miyada. O posfácio é assinado por Nuno Faria. O projeto gráfico é de António Gomes e Cláudia Castelo - Barbara says…, com colaboração de Patrícia Maya. O livro é uma edição do autor e de Barbara says...

Tiragem: 500 exemplares, 100 em inglês
Apoios: Fundação Calouste Gulbenkian, Direção Geral das Artes e Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura.

Distribuição da Chili Com Carne / ESGOTADO

As viagens que cometo não são mais do que pedaços d’a Viagem. Desde o início, nomadizo entre “acampamentos de base” mais ou menos impermanentes. Atinjo o cume e volto a descer. Abasteço-me e subo outra vez. Pouco importa que o cume seja outro e pouco importa até qual seja; é sempre Ele. Talvez suba apenas para desfrutar, durante alguns instantes, de uma vista maior, de um ponto de vista singular. Em geral, quando chego lá acima, o céu nublado impede-me a vista para além da minha silhueta projetada na superfície das nuvens. Se acreditasse no que vejo, não continuaria a querer ver além do que vejo e dispensar-me-ia de me movimentar. Mas um curioso fenómeno, provavelmente interno, faz com que nunca acredite totalmente no meu olhar…

Mattia Denisse nasceu em França em 1967, em Blois, cidade de Robert Houdin (1), de Denis Papin (2) e de René Guenon (3). No entanto, ele não viveria em Blois, mas sim em Seur, na última casa da aldeia, uma espécie de Jardim do Éden e Arca de Noé à vez... Desde então, procura coincidir consigo mesmo.

(1) 1805 – 1871. Mágico inventor do truque (entre outros) que ficou célebre: A Suspensão Etérea.
(2) 1647 – 1712. Físico, matemático, inventor que trabalha sobre o vazio, sobre a força do vapor, sobre a água. Inventor, entre outras coisas, do digestor ou A Maneira de amolecer os ossos & de cozer toda as espécie de carnes em muito pouco tempo & de forma muito barata…
(3) 1886 – 1951. Autor de obras de metafísica e de esoterismo.

Domingo, 11 de Março de 2012

(On the quest for) Beograd Underground



On the Quest for Beograd Underground
Muriel Buzana, Espanha / Sérvia, 61’

Documentário sobre as movimentações alternativas de Belgrado que passam pela banda desenhada, música, artes plásticas ou aúdio-visual. A Sérvia vive um momento eufórico de produção artística após vários anos de guerra, sanções económicas e regimes ditatoriais. Curiosamente são entrevistados muitos autores e activistas da bd como o conhecido Aleksandar Zograf, e ainda Wostok, Septic, Vladimir Palibrk ou Johanna Marcadé.



Agradecemos ao Aleksandar Zograf que nos avisou deste documentário sobre a cena "underground" sérvia, onde aparece a "crew" toda da tournê Boring Europa. No gozo disse que o Marcos Farrajota agora é sérvio. Nós achamos até que ele deveria mudar o nome para Marko Faražotić e ir para Belgrado! Curiosamente ainda há pouco tempo tinhamos descoberto outro documentário daquelas bandas...

Livros de bolso



+ info : videos.sapo.pt/8ts31ZgtiPThdu4Ef7cZ
livro: chilicomcarne.com/index.php?page=shop.product_details&flypage=flypage-ccc.tpl&product_id=4&category_id=7&option=com_virtuemart&Itemid=77