sexta-feira, 30 de junho de 2017

Festa de Lançamento de Corta-E-Cola / Punk Comix @ DISgraça, Lx




Nesta festa contem com:

- Exposição "Collages" de João Francisco.

- Conversa com os autores do livro-duplo Corta-E-Cola / Punk Comix, Afonso Cortez e Marcos Farrajota com as intervenções de:

| José Nuno Matos foi vocalista de uma banda chamada Croustibat. Berrava mais que cantava. Hoje em dia é investigador na área da sociologia.
| Diogo Duarte toca e tocou em bandas, organizou concertos e escreveu em fanzines. Dificilmente alguma delas figurará numa história do punk-hardcore em Portugal. Iniciou recentemente um projecto de investigação sobre subúrbio, hardcore e straight-edge no Arquivo.pt . É co-autor do blog A Queda.
Nônô Noxx é fotógrafa, tradutora, crítica de música, operadora de imagem e co-apresentadora do programa Made of Things. Membro de colectivos anarco-feministas para além de fazer chorar os punks com a sua banda Malaise.

- Concertos de:

Presidente Drógado nem é presidente nem é drogado, é um gajo que se fosse presidente metia-se nas drogas. Está em alta neste ano em que lançou um vinilo com o melhor artwork de sempre e um tema na colectânea Punk Comix. Promete nesta noite apunkalhar o seu Folk sobre o que interessa na vida...

Scúru Fitchádu ("Escuro cerrado" em crioulo Cabo-verdiano) é o projecto a solo de Sette Sujidade, nascido em 2015 na margem sul. As influências directas de Tricky, The Prodigy, Bad Brains, Atari Teenage Riot, Ratos De Porão ou Tom Waits coabitam com os tradicionais colossos do funaná, Bitori Nha Bibinha, Codé di Dona ou Tchota Suari. Funana, Bassmusic, Punk Hardcore e Metal desaguaram naturalmente nesta sonoridade ao som da concertina e do ferro. O primeiro EP auto-intitulado no Verão de 2016 e prevê-se edição física para breve.

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Na Disgraça - Rua da Penha de França, 217B.

Novas do Turunen


O Marko Turunen é um irrequieto obsessivo autor de BD finlandês, daqueles que faz Arte com uma sistematização, classificação e ordenamento das coisas. É muito raro fazer-se boa arte com calculismo mas não sei porquê ele consegue. Vies de Marko Turunen (Frémok; 2016) é dos seus últimos trabalhos, em que ele se propõe a "biografar" todos os gajos chamados "Marko Turunen" na Finlândia. É claro que essa tarefa é impossível e o motor principal é a própria vida dele, misturada com excertos de vidas públicas (suponho que Turunen andou a recolher perfis na Internet dos outros Markos), com a dele, episódios que passam por Lisboa e os seus conhecidos portugueses, aqui irreconheciveís: eu, Pedro Moura e Nuno Neves (do Serrote). Dividido entre BDs feitas por ele, ou com a sua companheira da altura, Tea Tauriainen, e textos ilustrados, lê-se como um puzzle que tem o seu quê de George Perec e o livro Vida Modo de Usar...




ADHD Sheikki (3 volumes, Daada, Zum Teufel; 2015-17) é ainda mais estranho e perturbador. Um gajo vestido de árabe farta-se de cometer crimes ou acções erradas ou imorais em episódios desconexos, sem cronologia tal como como Turunen faz nas "Vidas de Marko Turunen" ou noutras obras suas - talvez seja uma recolha de histórias que viu ou ouviu em Lahti, conhecida por ser uma cidade de "barra-pesada". Como sempre ele abusa de referências Pop tornando o visual destas BDs uma espécie de território hiper-sexualizado do "Second Life" com toda a má-onda iconoclasta inerente. Ler estes livros soa a islamofobia, o que me perturbou imenso até ser-me desvendado que ler estes livros na Finlândia e fora dela têm significados muito diferentes. "ASHD Sheikki" é baseado numa pessoa real, um doidinho da aldeia, ou melhor, um finlandês dos anos 70/80 que se vestia de Sheik e vendia petróleo. Uma personagem provavelmente que sofria de esquizofrenia, o que explica os episódios absurdos das BDs, que Turunen conheceu e que lhe sempre fascinou. Doidinhos é coisa que não falta na Finlândia, felizmente, para fazer livros geniais como estes que não estão traduzidos noutra língua, sendo a tradução oferecida pelo o autor.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

sexta-feira, 23 de junho de 2017

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Nha Cultura Crioula


2016 acabou com o melhor disco do ano, perfeitamente ignorado por ser tão híbrido - ou então espera que seja eleito de DISCO de VERÃO 2017. Passaporti (Kreduson Produson + Fazuma), terceiro disco disco de Karlon, essa metade dos brilhantes Niggapoison - sim, se Portugal desaparecer ao menos salvem os discos deles para alguém se lembrar que existiu este canto europeu.
Esta meia-hora de Hip Hop baseado em samplagem e música tradicional cabo-verdiana, não agrada aos que gostam música dos pobrezinhos (ele são tão giros a dançar) nem aos hip hopers porque a língua mais usada no CD é o crioulo cabo-verdiano e essa malta não curte mexer o corpo com funáná... É verdade que se percebe pouco do que é tratado mas dá perfeitamente para entender que é sobre a diáspora de um povo, a sua saudade pelas raízes, o desencanto em países para onde foram (racismo e capitalismo de mãos dadas), os sacrifícios dos pais e mães, etc... no fim de contas, não escapa à lista dos temas dos Nigga. Disco genial que vai crescendo a cada nova audição!
Realmente o maior desvio é sonoro que ficaria bem num Festival do Mundo de Sines... Isto se a organização não tivesse provavelmente medo que os pretos entrem pelo recinto adentro estragando as férias dos betinhos branquelas a curtirem o seu Alentejo litoral - os mesmo que na maior parte do tempo estão a olhar para os Smartphones invés do palco de música. Racismo Pt 2017? Sim é verdade, ou com balas nos putos de Setúbal ou ignorando discos. Façamos um bocado de Justiça!

domingo, 18 de junho de 2017

A última semana no C39


Até dia  18 de Junho, podem encontrá-los no pavilhão C39 da Feira do Livro de Lisboa, sob o nome PvK editions.STET.Serrote.MNRG, situado na zona laranja, à direita de quem sobe o Parque Eduardo VII. 

Nesta semana final cheia de soluços, para além dos "livros do dia" e afins, eis que:


No dia 17, Sábado, às 19h, uma sessão de autógrafos ao lado do stand com David Campos, autor de Kassumai, livro sobre a sua estadia na Guiné-Bissau  - título que está prestes a esgotar...




No dia 18, Domingo, às 17h temos o ilustrador e autor de cinema de animação André Ruivo que deverá despachar as últimas cópias de Mystery Park, bem como o Breakdance - livro que todos quando o pegam perguntam se o exemplar nas mãos é um "original" (!)

sábado, 17 de junho de 2017

Cego pelo sol


Se os Pink Floyd ouvirem este mini-LP vão-se cagar todos. Nesta década os portugueses já sabem o que é Doom ou Sludge e seguem em frente como é o caso dos Wells Valey cuja a estreia deixou-me indiferente mas com este The Orphic (Chaosphere + Bleak + Raging Planet; 2017) já se pode dar o título de "disco metal português do ano". Tal é dinâmica e peso que o disco transmite pela psicadelia (sim, tem uma versão de um tema dos Floyd), Post Black, ruído e pára-arranca, que mostra que lá porque se faz este tipo de música não se precisa ser um lobotomizado. O laranja do vinilo indica que estamos em zona radioactiva e quem tocar nisto irá morrer de cancro, talvez seja melhor ouvir na 'net onde o som não terá o mesmo impacto que pela via analógica... Eu preferi o vinilo mas vocês é que decidem como querem ouvir este monstrinho!

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Feira do Punk de Lisboa

A Feira do Livro de Lisboa é uma babilónia literária. Um paradoxo total de editoras que alimentam fraudes (Chiado), lixo (Leya) e merda total (cristianismo e cientologias). Mesmo a Tinta Da China é suspeita devido à BD que edita, restam as únicas que merecem o meu dinheiro: Letra Livre, Antígona, Relógio D'Água e pouco mais... Talvez por esta minha atitude pseudo-elitista que já arranjei mais discos do que livros por aquelas bandas...

Directamente com a BD saiu um novo LP dos Dirty Coal Train - os mesmos que participaram no recente Punk Comix CD - em que fazem um "back to basics", isto é, a banda começou como um casal, expandiu-se para sei lá quantos elementos e actualmente voltaram a duo. Neste Kirby Demos (2017) na realidade as gravações são do início mesmo, quando o casal andava a descobrir caminhos e gravavam temas dedicados ao Jack Kirby (1917-94), autor de BD norte-americana que fez o "template" de quase todos os super-heróis. Garagice primitiva e lo-fi também ela em modo "template" do género, é sem dúvida uma peça de colecção para qualquer cromo da BD e Rock, essas duas artes marginais do século XX. O Camarada João Maio Pinto fez a capa que se transforma num gigante cartaz cheio de criaturas replicadas de Kirby. Só ele é que podia fazer uma mimetice destas.

Miméticas são muitas nos últimos dez anos, uma delas é do homem e a sua guitarra desde que o Norberto Lobo tornou o "estilo" fixe outra vez. O Gajo era dos míticos Corrosão Caótica, actualmente dos Gazua e estreia-se com Longe do Chão (Rastilho) num modelo impossível de não o meter nas caixas de Paredes ou Fahey. Ou seja, Folk mais urbano ou menos rural, tanto faz... Depois ainda há os chavões lisboetas que os secas dos Dead Combo impingiram neste tipo de música instrumental. Pior, é para quem os segue, enfim...
A gravação merecia um toque "lo-fi", ou seja, um bocado de ambiente caseiro para dar um calorzinho ao CD que bem o merecia porque o gajo explora ambientes andaluzes e arabescos (oba oba!) mas o tom geral é o cinzentismo português tal como a embalagem do disco indica - embora deva dizer que sendo uma embalagem modesta é catita, melhor que muitos luxos que andam por aí... A guitarra está sempre "à frente" fazendo que ela sature e se dilua por mais que o gajo seja dinâmico a tocar. Mesmo com mais elementos que aparecem nas músicas não conseguem abalar a guitarra, infelizmente até se tornam kitsch como o caso do som do navio em Navio dos Loucos. O Gajo já fez tantas na vida que devia quebrar as regras invés de as seguir!

Se homens e guitarras cheira a andropausa precoce o estilo Oi! já nasceu velho nos finais dos anos 70 em Inglaterra. Música de proletários, anti-racista, anti-artsy-fartsy, juntou punks e skins ou quem nada queria com isso. Som que está pronto para pints e bola - moral e tremoços se for em Portugal.
Oi! Um Grito de União vai no quarto volume depois de passarem 17 anos desde que o último volume saiu. Nos anos 90 chegou a ter capas do Angeli da tão bem-amada revista Chiclete Com Banana, agora tem um amador que corta a palavra Portugal e tudo... Ainda bem que o nacionalismo desta malta passa apenas por fotografias com castelos por trás senão dava merda entre portugueses e brasileiros! Sim, são cinco bandas brazucas e cinco tugas, cada uma com dois temas mais ou menos inéditos. Vamos encontrar os Grito! que entram também no Punk Comix CD (logo a abrir e a fazer o erro de misturar BD com desenhos animados - isto no CD do Punk Comix...), Facção Opposta e os brasileiros Sindicato Oi! que visitaram Portugal estas últimas semanas. Para quem gosta de punk básico, este é um CD de uma hora cheia de não-inovação e fantasia urbana - falam de realidade mas não oiço nada que fale sobre proletariado em 2017... A editora tuga deste disco é a camarada Zerowork.

Ainda tenho domingo para comprar livros, ufa!

Os Meus 21 Tormentos (11)


O Panda Gordo takes some CCC and MNRG to ELCAF



O Panda Gordo is exhibiting this weekend at ELCAF, in London. You can find its head honcho João Sobral behind table 4 at the Round Chapel, in Hackney, Saturday 17th and Sunday 18th

O Panda Gordo has some new publications to present including the first issue of the brand new comics magazine Seven Stories.




Apart from its own material, O Panda Gordo will be exhibiting a selection of its distro titles including books from Chili Com Carne and MMMNNNRRRG. Portuguese artists Francisco Sousa Lobo, João Fazenda, André da Loba and Carolina Celas will also be present at the fair. Amanda Baeza will be signing books at kuš! table.




O Panda Gordo vai estar este fim-de-semana no ELCAF, em Londres. O cabecilha João Sobral estará sábado e domingo atrás da banca 4 na Round Chapel, em Hackney. O Panda Gordo tem algumas publicações novas para apresentar incluindo o primeiro número da sua nova revista de banda desenhada Seven Stories.

Para além do seu próprio material, O Panda Gordo terá disponível uma selecção de títulos da sua distro incluindo livros da Chili Com Carne e da MMMNNNRRRG. Outros artistas portugueses, como Francisco Sousa Lobo, João Fazenda, André da Loba e Carolina Celas também estarão presentes na feira. Amanda Baeza estará a autografar livros na banca da kuš!.

domingo, 11 de junho de 2017

Fotos de dia 10 de Junho, dia do Punk Português! Cóf cóf cóf...

Farrajota a falar com o seu herói da juventude: Orlando Cohen  (Peste&Sida, Censurados...)
Um cRUSTIE má onda a ler o livro à pala...



Vicente (que fez a capa do Corta-E-Cola) não bebeu aquelas jolas!!! Embora tenha feitos desenhos suficientes para as merecer! Daqui uns 7 anos, puto!

Rui Warm - foi ele que editou Dead Kennedys em Portugal!!! E não só, ide ler o livro!!!

Another VIP (very important punk) que apareceu: Rodrigo Vaiàpraia

Farrajota a meter nojo na Feira do Livro e das Farturas de Lisboa

Fotos de Afonso Cortez. O Corta-E-Cola / Punk Comix está a ser um sucesso! Obrigado a todos a todos que nos têm apoiado - e também quem não apoia, pois graças a eles tem havido mais publicidade grátis, tão kridus!!! Beijocas maltinha!!!

Segunda Semana do C39

Chili Com Carne, Pierre von Kleist Editions, Serrote e STET juntos pela primeira vez 
na Feira do Livro de Lisboa

Até dia  18 de Junho, podem encontrá-los no pavilhão C39 da Feira do Livro de Lisboa, sob o nome PvK editions.STET.Serrote.MNRG, situado na zona laranja, à direita de quem sobe o Parque Eduardo VII. 

Nesta segunda semana, temos muito para dar:





No dia 9, Sexta-Feira, às 17h, uma sessão de autógrafos ao lado do stand com Lucas Almeida, autor de O Hábito Faz O Monstro, livro que já esgotou mas que ainda há alguns exemplares do stock do autor. É a última hipótese de adquirir este divertido livro!!!



























No dia 10, Sábado, às 17h aquela merda vai arder com o lançamento do split-book/livro duplo Corta-e-Cola: Discos e Histórias do Punk em Portugal (1978-1998) de Afonso Cortez e Punk Comix: Banda Desenhada e Punk em Portugal de Marcos Farrajota. Autores presentes para falar sobre a cena, topam?





No dia 10, Sábado, às 19h lançamento de outro split-book/livro duplo Deserto e Nuvem de Francisco Sousa Lobo. O autor que reside em Londres estará presente para autógrafos e enterrar dúvidas de Fé.



No dia 11, Domingo, às 17h, uma sessão autógrafos com alguns dos autores e autoras que fizeram da antologia Lisboa é very very Typical um sucesso, a saber: Anica Govedarica, Martina Manya, Téo Pitella e Aude Barrio - ao lado stand, claro...


sábado, 10 de junho de 2017

CCC @ Feira da Alegria II


mais info no fezesbook

sexta-feira, 9 de junho de 2017

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Noitadas, Deprês & Bubas / QUASE ESGOTADO



«É extremamente difícil escrever um livro medíocre. O livro conseguido está na ordem do dia. Falhar em literatura é um gesto de pura rebeldia. Um péssimo romance é um acto de terrorismo. Só uma miopia extrema, ainda assim facilmente corrigível, pode conduzir ao desastre. A possibilidade de errar foi reduzida ao mínimo indispensável que mantém as aparências e evita o escândalo. Só nos resta escrever livros certos e vendê-los a um público certo. Um público obedientemente entusiástico e atento. (...) O que antes era puro empirismo ou um difuso ritual feiticista tem agora um método de infabilidade. A improvisação e o gesto institivo estão desactualizados. Pior, são nefastos. O escritor deve actuar com rigidez e concisão. O êxito é a meta. O êxito é a única saída.» - Artur Portela, filho in Feira das Vaidades (Atlântida Editora; 1959)

É com palavras da juventude de "alguém que foi para a Alta Autoridade para a Comunicação Social", que apresentamos um livro novo de Marcos Farrajota. De novo quase nada têm, a não ser uma bd inédita de 10 páginas (para o #5 do zine A Mosca que nunca chegou a sair), porque o livro insere-se na colecção Mercantologia, uma colecção da Chili Com Carne dedicada à reedição de bd's perdidas no mundo dos zines.

São bd's autobiográficas de Farrajota, publicadas entre 1995 e 1997, nos números (esgotados) 6 ao 12 do Mesinha de Cabeceira, antecedentes ao É sempre demais... (Lx Comics #2, Bedeteca de Lisboa; 1998), apresentam o grosso da exploração da autobiografia no seu trabalho. Género esse pouco habitual em Portugal, mesmo depois do "boom" e da implosão da bd portuguesa, ao qual o autor acabou por subverter e abandonar gradualmente.

E como na vida, há de tudo nestas bd's: sexo juvenil, amores de recorte Primavera/ Verão, uso de drogas leves, vida suburbana em Cascais, relações sociais (envolvendo desde vários autores de bd a músicos como os Primitive Reason), deambulações urbano-filosóficas de quem andava à toa, rapinanços de conteúdos alheios (Mão Morta, Julie Doucet, Einstürzende Neubauten, Madman) e participações alheias de amigos - como acontece na bd Die Fliege II com textos de Miguel Caldas....
volume 3 da Colecção Mercantologia ... 72p. p/b 21x22,5 cm, capa a cores, edição brochada ... com prefácio de Daniel Lopes e apoio técnico de Pepedelrey... apoio: Instituto Português de Juventude
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algumas páginas aqui.
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PVP: 15€ (50% descontos para sócios CCC). Últimos 33 exemplares à venda no site da CCC, BdMania, Fábrica Features, Matéria Prima, Mongorhead, Mundo Fantasma, Artes & LetrasLetra Livre, El Pep, Tigre de Papel e Neurotitan.
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historial: Comemoração 9 dos 10 anos da Chili Com Carne ... Lançado na 10ª Feira Laica ... Nomeado como Melhor Argumento Nacional pelos Troféus Central Comics ... Obra seleccionada para a Bedeteca Ideal ...

feedback: Os meus sinceros parabéns por teres sempre conseguido pôr a alma a nu, sem concessões nem comiseração! Ondina, The Great Lesbian Show ... É excelente sem favor! Belo trabalho! João Chambel, co-autor de Heróis da Literatura Portuguesa ... os registos variam, da autobiografia à crítica ou ensaio sarcástico, a fantasias sexuais. Também em termos formais ultrapassa o desenho para explorar a colagem, faz citações a partir do uso de fotografias, bocados de outras b.d.’s (caso do período gigante da Julie Doucet ou capa do Kill Your Boyfriend), letras de música, cartões da J.S., que cruza com apontamentos do seu diário gráfico. Afonso Cortez-Pinto in Umbigo [ler aqui artigo completo] ... é o delírio, mesmo! excelente a tua ideia de compilares tudo e editares. dei comigo a rir sozinho enquanto via o teu livro (e a rever-me em algumas das situações ;) tens ali um documento de grande fôlego (e talvez seja o livro de BD menos pretensioso que alguma vez vi ;) e isso dá-lhe uma força brutal. agora é pensares numa compilação "não tavas lá?!" e coleção de discos UnDj... daqui por mais um 10 anitos!! Nuno Moita, Grain of Sound


+ feedback: Acho que agora te fiquei a conhecer perfeitamente! Eh, eh, eh! Tiago Guillul, FlorCaveira ... é necessário tomar em conta que os acontecimentos retratados nestes pequenos episódios, alguns solitários – a própria criação dos trabalhos, a masturbação, as migalhas, as paranóias dos charros, as fantasias mentais, as reflexões sobre a vida – outros colectivos – saídas à noite, festas, concertos, passeios, férias, conversas – vivem em torno de uma cultura noctívaga, de um certo grau de rebeldia em relação à imposição da “normalidade social”, de uma ansiedade em relação ao futuro e àquilo a que nos parece obrigar, que se revela no próprio modo de trabalhar a banda desenhada: os traços nervosos, a flutuação dos estilos, as complicadas ou grotescas composição de página, as inclusões de material alheio (...), as diatribes contra a “normalização” aventada acima, etc. Pedro Moura in Ler BD ... Gostei muito, irmão! Bacana! Jakob Klemencic, autor esloveno de férias em Curitiba! ... O livro está do caralho!! Lembro-me de uma ou outra coisa mas ler tudo de uma só vez é completamente diferente. Li aquilo em duas vezes e a meio já ganhava o hábito de andar a rodar o livro para ler as letrinhas no fundo e referências. Acho que as histórias funcionam bem melhor num todo do que fragmentadas! Gostei particularmente da do ano 2000, o pesadelo da droga (ainda sonho com isso!!) e aquela sobre nosso Portugal está brilhante (mesmo que tenhas gamado o texto!). A do Salão do Porto fez-me lembrar montes de coisas dessa altura, acho que esse foi o melhor festival que fizemos cá! Está tudo muito porreiro, desde a história das calinadas (hehe) até às desventuras amorosas. O problema da BD autobiográfica é o de se descobrirem os podres todos: vodka na cona é naquela... mas cartões do PS?? arrggghh Hei, quando é que sai o próximo?? Rui Ricardo, ilustrador ... parecem polaroids dessa década. muito fumo de charros, mão morta, fantasias na carreira do 414? sem guita, música em altos berros, existencial. um trabalho interno rico e muito interessante que não começa nem acaba com este livro. in thefootballer-vs-thepugilist.blogspot.com ... it's crazy. I liked it. It is something in between Andrea Pazienza and Edika MP5, ilustradora italiana ... pura “BD Gonzo”, híbrida entre o egocentrismo de Hunter S. Thompson e a semi-psicopatia de Larry David David Soares, escritor ... gostei do livro, acho que foi mesmo boa ideia compilar tudo numa mesma edição. Apanhei uma valente gripe (...) e as primeiras gargalhadas, foram provocadas pela leitura de tiradas tuas decorrentes das vicissitudes da tua lúgubre existência. A “tua dor de braço” ser uma possível doença psicossomática resultante da tua timidez, quase que me deslocava os maxilares. Paulo, Division House MAS COM RESPEITO AO TEU LIVRO, ESTA LIDO E DIGERIDO. (...) FIQUEI COM BOA IMPRESSAO DO AUTOR. UMA PESSOA HUMILDE, QUE DEMONSTRA CUIDADOS MUITO HUMANOS NO TRACTO COM OS OUTROS, ESPECIALMENTE COM AS MULHERES; QUE DEMONSTRA INTERESSES ALTRIUSTAS PARA ALEM DO CULTO DA POPCULTURE, UMA GRANDE QUALIDADE EM DEGENERAÇAO NOWADAYS; QUE DEMOSNTRA SABER COMUNICAR-SE COM O MEIO FISICO E SOCIAL INTERCAMBIADO AS SUAS FRAILIDADES E DEBILIDADES (UMA VEZES MELHOR OUTRAS VEZES PIOR É CERTO), O QUE O MANTEM NUM PROCESSO CONSTRUTIVO DE AMADURECIMENTO E CRESCIMENTO EXISTENCIAL MUITO VALIOSO; ESSENCIALMENTE DEMONSTRA GRANDES QUALIDADES PARA DOMINAR UM TIPO DE DESENHO LIVRE QUE EU PARTICULARMENTE APRECIO EM CONJUNTO COM O SEU GREEDY MEAN WAY EM QUE SE AUTO-CRITICA TORNAM O TEMA "EGOCENTRISMO" MUITO INTERESSANTE IN A FUNNY WAY, E ATÉ EDUCATIVO, E A LEITURA VIVA, RICA E ...ESSENCIAL! VERA SUCHANKOVA ... Gostei muito do teu livro, o periodo em que foram escritas as tuas histórias corresponde à altura em que vivi em Lisboa e identifico-me com muitas das coisas de que falas(música, timidez, charros, copos, filmes....) André Ferreira, Ao Sabor da Leitura / Goran Titol ... Back then, the guy was young; he thought important to write down the names of fave bands as many times as possible (the way less creative colleagues do on schoolbags and tables (...) occasional innovative solutions in using and combining words and pictures, that several times reach across the standard comic language in Stripburger #48... Bom, o pacote chegou (...) Caí primeiro no seu porque foi uma surpresa, não esperava por isso, não sabia que você estava preparando um livro e é realmente muito bom, ainda estou nele. (...) parabéns pelo livro. Fábio Zimbres ... Entretanto o pessoal começou a contar histórias de "coincidências das nossas vidas" que acho hilariantes - ler aqui a primeira e mais recentemente esta. Só coisa fina. Weaver Lima

segunda-feira, 5 de junho de 2017

O ANDAR DE CIMA - The Upper Room in The Watcher and The Tower


Uma co-edição da Chili Com Carne com a Faculdade de Ciências e Tecnologia e a escola Ar.Co.
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Uma Banda Desenhada de Francisco Sousa Lobo baseada na palestra A Modulação da Tomada de Decisão: Pode o cérebro ser influenciado? ocorrida em Maio de 2014 e com as participações de Miguel Esteves Cardoso, José Manuel Pereira de Almeida, Alexandre Castro Caldas e Nuno Artur Silva.
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20p. 21x27cm impressas a castanho, capa a duas cores.
ISBN: 978-989-8363-28-2
edição em português com legendas em inglês
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new comix by Francisco Sousa Lobo (from The Dying Draughtman fame) inspired in a congress about neurology, in Portuguese with English subtitles. It's about the brain and about a conference on decision that took place at Universidade Nova in Lisbon. It's not institutionaley didactic comics, it's straightforward fiction.

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à venda aqui e em breve nas melhores livrarias como na El Pep, Letra Livre, Artes & Letras, Mundo Fantasma, BdMania, Bertrand, FNAC, LAC, Linha de Sombra, Utopia, Pó dos LivrosMatéria Prima e Black Mamba... / buy here or at Orbital (London) and  Quimby's (Chicago)







Feedback : 

O autor experimenta diversas soluções para as suas pranchas e revela maestria nas transições entre as vinhetas, sendo extremamente proficiente na enorme quantidade de informação que, também como música de fundo, transmite ao leitor nas poucas páginas que constituem a obra. Aliás, esta aparente (...) simplicidade é um dos grandes trunfos desta banda desenhada, perante o complexo tema que aborda. Mais uma vez, Francisco Sousa Lobo brinda-nos com uma BD que figurará certamente entre as mais conceituadas listas do que melhor se produziu este ano em banda desenhada no nosso país. 
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Un racconto a fumetti insolito da un autore portoghese, creato in occasione di un convegno di neurologia. Il segno scarno e il montaggio ipnotico di Francisco Sousa Lobo riescono a conferire inquietante esattezza a una storia che parla di cervello, paranoia, solitudine e Fado. 
Andrea Bruno na sua escolha de últimas cinco melhores leituras de BD para o Fumettologia 
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N’O Andar de Cima, claro, o protagonista tem que ser velho o suficiente para ter sido apanhado pelos fachos, mas Lobo nasceu em 73. Pode não ser ele. Mas é ele, ainda que tangencialmente. De lembrar que, por exemplo, a história de Zona de Desconforto é autobiográfica a nu, espécie de Art School Confidential com menos tiques e a ir mais fundo: dois dedos de conversa sobre o doutoramento na Goldsmiths e um historial de depressão com um surto psicótico. Não é por acaso que isto nos põe desconfortáveis — ver um gajo desbobinar-se numa bd não é pêra doce —, e somos quase forçados a concluir que aí sim, foda-se, o gajo viveu para contá-la, isto é que é bd. Tanto ele como nós sabemos que não é bem assim, daí as tangentes e as reviravoltas, porque narrar-se é mais do que uma estratégia argumentativa em banda desenhada; é uma estratégia identitária também. João Machado / Clube de Leitura Gráfica 
... 
Resenha sobre O andar de cima e outros trabalhos de FSL no Ler BD de Pedro Moura 
... 
nomeado como Melhor Argumento e Melhor Publicação Nacional pelos Prémios Central Comics 2015 
...
 un cómic en bitono en el que Sousa Lobo presenta a un hombre que escribe un monólogo que se desarrolla durante todo el cuaderno, en el que profundiza en los temas recurrentes del autor: la identidad, el proceso del pensamiento, y los recovecos de la mente. Es un discurso conexo pero complejo, en el que mezcla a Shakespeare con la neurociencia y que también toca cuestiones interesantes, como la imaginación y su contacto con la alucinación. Se trata de un monólogo de loco —o por lo menos de obsesivo / compulsivo— de raíz muy literaria, pero que Sousa Lobo desarrolla con recursos puramente gráficos, gracias a un dibujo sencillo y al uso de símbolos recurrentes.

sábado, 3 de junho de 2017

Na primeira semana do C39




Chili Com Carne, Pierre von Kleist Editions, Serrote e STET juntos pela primeira vez 
na Feira do Livro de Lisboa

De 1 a 18 de Junho, podem encontrá-los no pavilhão C39 da Feira do Livro de Lisboa, sob o nome PvK editions.STET.Serrote.MNRG, situado na zona laranja, à direita de quem sobe o Parque Eduardo VII. 

Nesta semana inaugural temos: 


No dia 3, Sábado, às 19h, uma sessão de autógrafos ao lado do stand com autores e autoras dos livros QCDA #2000 e QCDI #3000 a saber Amanda Baeza (autora de Bruma), Hetamoé, Mao (ambos do Clube do Inferno), Sílvia Rodrigues e Sofia Neto (a surpresa do Festival de BD de Beja deste ano)


No dia 4, Domingo, às 19h, uma conversa  na Praça Laranja em volta do livro Anarcoqueer? Queercore! com a presença do autor Rui Eduardo Paes e António Baião (do jornal Batalha)


CCC@Feira Dona Edite 4.0


              Dia 3 de junho no Montijo + informações em:
                https://www.facebook.com/donaedite2015

o Camarada Campos estará a representar a Chili!

sexta-feira, 2 de junho de 2017

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Um convite a tod@s que ainda não perderam esperança pela procura de originalidade na Feira do Livro de Lisboa





Chili Com Carne, Pierre von Kleist Editions, Serrote e STET
juntos pela primeira vez na
Feira do Livro de Lisboa
2017


Quatro projectos editoriais lisboetas juntaram forças e de 1 a 18 de Junho, poderão encontrá-los no pavilhão C39 da Feira do Livro de Lisboa. Unidos sob o nome PvK editions.STET.Serrote.MNRG, o pavilhão estará situado na zona laranja, à direita de quem sobe o Parque Eduardo VII.

Esta união deve-se ao facto de serem entidades que produzem um corpo de trabalho único, sempre com uma postura independente, mas com uma intenção de abranger um publico maior, fora dos nichos tradicionais. Muitos dos livros que editam ou comercializam são transversais a gerações, continentes e culturas, daí que sejam tão bem recebidos a nível internacional e pelo publico nacional dentro das suas áreas especificas de edição (Fotografia, BD, ilustração), mas mais desconhecidos no contexto editorial "mainstream".

Esta iniciativa é uma prova de fogo para ir ao encontro de novos leitores, vão ser 18 dias de animação livreira que enchem o Parque Eduardo VII, este ano com mais BD, fotografia e ilustração!

                                                                                                                                                                                                                             
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Associação Chili Com Carne e a sua irmã MMMNNNRRRG são as enfant-terribles da banda desenhada nacional, não deixando se serem reconhecidas com prémios, se os títulos dos seus livros poderão trazer os momentos mais hilariantes nos altifalantes Parque Eduardo VII os seus livros não deixam de ser menos sérios como os do musicólogo Rui Eduardo Paes que revelou recentemente que a imprensa musical continua a ser homofóbica com o livro Anarcoqueer? Queercore! que irá apresentar dia 4 de Junho na Praça Laranja.

Haverá várias sessões de autógrafos sobre títulos como os QCDA's ou da colecção LowCCCost, ou ainda de Lucas Almeida e André Ruivo.

Lançam ainda dois "split'books", a saber: Corta-e-Cola : Discos e Histórias do Punk em Portugal Punk Comix : Banda Desenhada e Punk em Portugal por Afonso Cortez e Marcos Farrajota, respectivamente; e Deserto e Nuvem de Francisco Sousa Lobo que produziu dois romances gráficos nas suas várias visitas ao Convento de Évora da Ordem dos Cartuxos - padres votados ao silêncio.


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Pierre von Kleist Editions é um dos nomes mais relevantes na edição de fotografia portuguesa contemporânea. Liderada pelos fotógrafos, André Príncipe e José Pedro Cortes, têm feito um importante trabalho na divulgação da fotografia nacional, dentro e fora do país. Desde a reedição do clássico Lisboa, Cidade Triste e Alegre de Victor Palla e Costa Martins até a autores contemporâneos como António Julio Duarte, Pedro Costa, André Cepeda, Daniel Blaufuks ou dos próprios editores.

Destaque para as 3 novas  serigrafias de Daniel Blaufuks, José Pedro Cortes e André Príncipe, além dos descontos e de termos os autores da editora a assinar livros em vários dias ao longo da feira.


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As Publicações Serrote começaram em 2004 pela mão de Nuno Neves e Susana Vilela, quando rumando contra a maré de fecho das tipografias produziram vários cadernos com temas tradicionais e divertidos. Mas não se ficaram por aqui e em 2008 começaram a surgir  livros ilustrados  juntando as tradições Portuguesas com o design contemporâneo, a primeira destas edições é sobre a região do Minho, transformando o desenho do Ponto Cruz  em pixéis. Alargando ao longo dos anos a temática de algumas das edições ao universo didáctico – infantil. Contam hoje com mais de 10 publicações editadas, além de cadernos e cartazes impressos em tipografia.

As Publicações Serrote vão lançar  a Feira do Livro de Lisboa três novos títulos além dos eventos infantis que estão agendados logo a partir de dia 1 de Junho:  All Garb in ExcelA região do Algarve revisitada em ilustrações feita com o Excel, acompanhadas de textos de geógrafos árabes, poetas piratas, botânicos germânicos e coleccionadores de borboletas. Catulo, XV poemas15 poemas eróticos e satíricos redigidos pelo poeta Gaius Valerius Catullus. Traduzidos directamente do latim e ilustrados por Venus Neon. Tonton LuluMais uma aventura dos irmãos Laurinha e Sulivão, que desta vez vão a Paris visitar o seu avô paterno, Bartolomeu Tirapicos, que trabalha como vigilante no Museu do Louvre.


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STET – livros & fotografias é uma livraria especializada em livros de fotografia e edições de autor, aberta em 2011 que participa regularmente em feiras de edições nacionais e internacionais apostando na divulgação de autores Portugueses fora do país. 

Desta vez estreia-se no Parque Eduardo VII representando uma selecção de editoras nacionais e internacionais (MACK, RM editorial, PHREE, Dois Dias, GHOST edicions, HIHIHI, Ideias no Escuro, Patavina, Pierrot le fou, scopio editions, Senhora do Monte, Stolen books ou TIPO.pt, entre outras) e alguns artistas que têm as suas próprias chancelas como a Tiago Batista e Catarina Domingues (Fanzines e Martelos), Joana estrela, Cecila Silveira (Sapata) ou Xavier AlmeidaEstes jovens artistas além de virem dar autógrafos à feira irão participar no projecto  “Um dia, Um livro”, onde cada um construirá (desenho, escrita, colagem, etc.) uma página ao vivo na feira, para uma futura publicação. Além destes autores destacamos também os fotógrafos Rui Dias Monteiro (Prémio Bienal Vila Franca de Xira, 2016) que estará a assinar o livro Sob Cada Erva, edição da STET, e Fábio Cunha (Prémio DocField Dummy Award - Fundació Banc Sabadell, 2016) com ZONA, da editora espanhola Phree.