terça-feira, 26 de junho de 2018

AcontorcionistA / terceiro volume : CARTÃO-POSTAL /// metade da edição esgotada @ Tigre de Papel


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O Grupo Empíreo, Sociedade Anónima de Recreio e Prazer e as edições MMMNNNRRRG têm o prazer de anunciar a publicação do terceiro andamento da rapsódia erótica AcontorcionistA, intitulado Cartão-Postal.

Desta vez, estamos perante um desdobrável composto por 16 pranchas + 4 encartes vocacionados para a transmissão não electrónica de mensagens de teor libertino.
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A série AcontorcionistA, de formato diversificado e carácter aplicativo, conta com dois volumes anteriores ― Manifesto e Calendário ―, igualmente publicados pela MMMNNNRRRG.

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Do presente vigésimo quarto volume das edições MMMNNNRRRG foram impressas trezentas cópias, 32 + 12 páginas em A6.

Aceitam-se pedidos pela chilicomcarne.com mas também pode ser adquirido nas Ediciones Valientes (Espanha), Utopia, Matéria Prima, Sarvilevyt (Finlândia), Purple Rose, Artes & LetrasNeurotitan (Berlim), Linha de SombraPanta Rhei (Madrid), StetSeite Books (Los Angeles), Just Indie Comics (Itália), Desert Island (Nova Iorque), Orbital Comics (Londres), Le Bal des Ardents (Lyon), Tigre de Papel (Lisboa) e com os Putan Club em tour infinitas.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Boring Europa ::: últimos 12 kilometros, digo, exemplares!!!

 

primeiro volume nova colecção da Chili Com Carne, LowCCCost, dedicada a livros de viagens
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de Ana Ribeiro, Joana Pires, Marcos Farrajota, Ricardo Martins 
e Sílvia Rodrigues


em Espanha, Itália, Eslovénia, Sérvia, Áustria, Alemanha e França
8000 km / 15 dias


sobre a tour europeia da Chili Com Carne realizada entre 1 e 15 de Setembro 2010 nas cidades de Valência, Bolonha, Ljubjana, Pancevo, Graz, Berlim, Poitiers e Vigo.


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participações especiais de Karol Pyrcik, Jorge Parras, Martin López Lam, Jakob Klemencic, Aleksandar Zograf, Simon Vuckovic, Vuk Palibrk, Christina Casnellie, Andrea Bruno, Igor Hofbauer, Edda Strobl, Helmut Kaplan, Pilas versus Nanvaz, e ainda com Gasper Rus, David Krancan, Matej de Cecco, Matej Lavrencic, Katie Woznicki, Letac, Boris Stanic e Johana Marcade nas comic jams feitas em Ljubljana e Pancevo.


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banda sonora gratuita em linha: "A Grande Explosão" de Ghuna X via Phonotactics


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128 p. 23 x 16,5 cm impressas a azul escuro, capa impressa a branco sobre cartolina Dali bluemarine 285 gr com badanas; ISBN: 978-989-8363-11-4

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últimos exemplares à venda no sítio da CCCFábrica Features, Matéria Prima, ZDB e Mundo Fantasma.

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sobre o livro: a tournê europeia Spreading Chili Com Carne Sauce in Boring Europa tinha como objectivo principal divulgar o trabalho da Associação e dos seus artistas. Até pode parecer um acto desesperado de querer mostrar "à força" o nosso trabalho mas, desde sempre, a CCC trabalhou com projectos e autores estrangeiros – Mutate & Survive, Mike Diana, Greetings from Cartoonia, MASSIVE, Festival Crack, etc... O problema é que quase nunca vemos estes nossos amigos, dada a solidão imposta pela nossa posição periférica. Fomos dizer "olá" ao pessoal amigo! E aos que só comunicávamos por correio! E, claro, conhecer malta nova! Fomos percorrer 8000 Km de Europa em 15 dias oferecendo um pacote completo de cultura underground portuguesa a quem nos recebesse: concertos de R- e Ghuna X, festa animada com o unDJ MMMNNNRRRG, exposição de impressões e serigrafias, e, claro, uma enorme selecção de zines, livros e discos independentes. Em troca queríamos apenas simples alojamento, comida (se fosse possível à organização) e dinheiro das entradas para os espectáculos. Se os punks e metaleiros fazem isto porque não podemos fazer a mesma coisa com livros? Get in the van!


Decidimos chamar a coisa de boring, pelo sim pelo não, porque vivemos numa uniformização cultural capitalista à escala global - como tão bem ironiza Jakob Klemencic algures no livro - em que as identidades nacionais ficaram reduzidas a meia dúzia de artefactos rurais e rituais anacrónicos prontos para serem vampirizados pelos comportamentos fotográficos dos “turistas = terroristas”.


Desde o início pensámos que só podia ser bom editar um livro com os desenhos dos viajantes - um relato on the road das pessoas com quem nos cruzámos, das cidades e dos países que visitámos, etc... Era impossível de falhar: seis pessoas a desenhar, seis livros de esboços fundidos num livro "oficial". Pura ingenuidade! A excitação de conduzir, o esforço físico de alguns trajectos, a desistência da Sílvia Rodrigues, logo ao terceiro dia, e a falta de confiança em desenhar da maior parte dos participantes deixou-nos apenas com UM caderno de esboços da Ana Ribeiro. Todas as outras participações tiveram de ser feitas à posteriori, complicando com os prazos pessoais e profissionais de quem gozou estas férias diferentes. Juntámos textos, BDs, desenhos “acabados” bem como “esboços” da Ana Ribeiro, Joana Pires, Marcos Farrajota, Ricardo Martins e Sílvia Rodrigues; e bds de autores estrangeiros que relatam a recepção da nossa “caravana” - Jorge Parras, Martin López Lam, Jakob Klemencic, Aleksandar Zograf, Vuk Palibrk e Christina Casnellie. Outros cederam-nos desenhos ou bds sobre viagens para enriquecer esta edição - Andrea Bruno, Igor Hofbauer, Edda Strobl, Helmut Kaplan, Pilas versus Nanvaz. Compilámos as melhores BDs-cadáver-esquisitos ou comic jams feitas em Ljubljana e Pancevo - são bds feitas numa sessão com várias pessoas em que cada um desenha uma vinheta continuando o trabalho dos anteriores perdendo-se sempre o controlo do avanço da “estória”.
Em "Lissabon", a Karol Pyrcik ficou a tomar conta das gatas do Marcos e da Joana, e a fazer um diário gráfico sobre a sua estadia, contrapondo as nossas visões, mas fez batota e produziu umas divertidas ilustrações sobre futilidades lisboetas e quotidianas.
Criámos um inovador “Frankenstein comix” ou uma Babel impressa? Em breve teremos reacções a este livro. Esperamos ter surpresas exteriores tão agradáveis como as que tivemos quando chegávamos aos sítios durante a digressão. 


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Apoios (tour e livro): GRRR Program + Centro Cultural de Pancevo, IPJ, MMMNNNRRRG e Neurotitan

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Historial: Realização da tour Spreading Chili Sauce around Boring Europa (1-15 Set) ... Lançamento 27 de Março na MapDesign (Lisboa) e 2 de Abril na Feira do Jeco (10 anos dos Maus Hábitos) ... referência no Gabinete de Crise ... Cabaz Underground (sorteio dia 3 de Abril nos Maus Hábitos) ... reportagem na Câmara Clara (RTP2) ...


Feedback : 
reacções de viajantes aqui 
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I love tour books about la merde de la europa / jes we can Igor Hofbauer 
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O nome dificilmente poderia ser mais sugestivo e paradoxal (...) Porque, por mais quilómetros que façamos (...) o Velho Continente é cada vez mais um corpo uno. Ainda assim, o que vem dentro das páginas (...) é tudo menos entediante. Muitas ilustrações, desenhos e BD, uma forte componente gráfica e um sem-número de diálogos impróprios para gente sem sentido de humor. Tudo a duas só cores, azul e branco. Rotas & Destinos 
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(...) espécie de périplo autoreflexivo na forma mista de diário/ reportagem sobre uma viagem por uma Europa de movimentos independentes, que se transforma numa espécie de mini-manifesto (é algo pomposo, mas adequado) sobre modos de pensar a arte, a vida, o mundo. Destaque aqui para o importante trabalho de Marcos Farrajota, que, com todas as suas limitações formais, tem aqui um papel crucial ao unir as diferentes contribuições e preencher espaços em branco, destacando-se ainda o seu olhar sobre as várias contra-culturas que o grupo vai encontrando na viagem, entre a extrema empatia/ admiração e o desprezo ácido (o episódio de Berlim é particularmente elucidativo). Sem este fio condutor o livro seria uma amálgama de acasos individuais, e não faria grande sentido. JL 
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(...) é um livro que deve tanto à mítica Torre de Babel como às auto-estradas europeias, misturando várias línguas e registos tão diversos (...) Surpreendentemente, o resultado é tão coerente como são caóticos os dias aqui retratados. Mais do que uma colagem de histórias e fragmentos, Boring Europa é um livro de viagens, uma aventura em 8000 quilómetros de estrada e, sobretudo, um contributo relevante para se pensar a Europa e as suas relações internas. Agora que a ajuda entre países (mais ou menos forçada) anda na boca de toda a gente, seis pessoas e uma carrinha dizem mais sobre as vias possíveis para o encontro e sobre a capacidade de nos conhecermos para lá das fronteiras do que todas as directrizes da União Europeia. Sara Figueiredo Costa in Ler 
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Hace casi un año tuve la oportunidad de presenciar una de las exposiciones más atrevidas y frescas de ilustración y cómic de todo el tiempo que llevo dedicado al mundo gráfico y a la autoedición. Acostumbrado a una corrección profesional y buen rollista, que muchas veces rosa el aburrimiento y mojigatería, que encuentro habitualmente en la gráfica convencional -en la prensa, en la calle y en las estanterías de las librerías-, la expo-guerrilla del colectivo portugués Chili Com Carne resultó ser un contundente puñetazo visual e ideológico que demostraba, con la práctica, otras maneras de entender la ilustración y el quehacer visual. La exposición duro sólo dos días y era la primera parada en el tour Spreading Chili Sauce around Boring Europe que llevó a los CCC por España, Serbia, Austria, Francia, Italia, Eslovenia y Alemania, en 15 días y cuyo diario de viaje, publicado bajo el título Boring Europa, cuenta el cómo, cuando, cuanto y por qué recorrer alrededor de 8000 km con una furgo cargada de fanzines, y puede servir como guía de lo que es la autogestión cultural. Martin López in Bólido de Fuego 
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Quase todas as histórias tocam, portanto, aspectos autobiográficos, referentes aos acontecimentos destas visitas, mas ao mesmo tempo são também testemunho de variadíssimas práticas alternativas. Não apenas da cultura (música, artes visuais, festas, feiras) mas também das práticas propriamente ditas. Ou seja, da angariação de fundos, da organização de eventos, na forma como se gere um fundo de maneio, nos modos como se criam alternativas ao(s) mercado(s) convencional(ais), como se recebem os convidados, da cozinha à dormida, e sem esquecer aspectos de turismo (...) E além disso, as jantaradas e conversas em torno de cervejas e cigarros, que levam a discussões breves mas que apontam a interessantes tomadas de posição face aos estereótipos, expectativas e jogos de projecção que o encontro de “nacionalidades” forçosamente fornece. São muitos os pormenores estranhos e curiosos deste livro, deste a sua forma de organização, à “sinalização” que identifica as autorias, até ao tal orçamento ou custos da aventura, e os dados dos espaços visitados, que poderia até funcionar como convite à visita dos leitores (...) Pedro Moura in Ler BD 
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Um livro on the road, desenhado durante e após o tour dos autores num registo quase sempre próximo do biográfico. Foram 8000 Km de Europa percorridos em 15 dias, a bordo de uma carrinha e com orçamento reduzido. Mais do que um pout-pourri colado à pressão do trabalho dos diferentes autores, existe nesta obra um vero fio condutor (no pun intended), graças a um excelente trabalho de editor. É também um importante testemunho da existência de alternativas: à edição, à distribuição, à venda, à performance, à BD, à música, à arte, ao entretenimento, à festa, à viagem, à estadia, à habitação, ao turismo, à amizade, ao conformismo. E paralelamente vai-se criando a evidência de que, enfastiante ou não, não existe uma mas sim várias Europas. Afinal, mais do que estereótipos nacionais, somos todos indivíduos. Bandas Desenhadas



 exemplos de páginas:

domingo, 24 de junho de 2018

ccc@morta.na.ar.co.


Lá estaremos!
Toma! 

sábado, 23 de junho de 2018

Conversas BD e Rock




Apresentação dos livros Free Dub Metal Punk Hardcore Afro Techno Hip Hop Noise Electro Jazz Hauntology, de Marcos Farrajota e O Gato Mariano: Críticas Felinas (2014-2018) de Tiago da Bernarda

Tiago da Bernarda / O Gato Mariano: Críticas Felinas (2014-2018) A música portuguesa sob o escárnio de um gato desbocado. Peludo, porte médio, língua afiada. É assim que Tiago da Bernarda descreve o seu alter-ego, mais conhecido como Gato Mariano, o crítico felino que vagueia os confins da internet. É nesse lugar amorfo e amoral que, desde 2014, tem vindo a discutir sobre os mais recentes projetos da música alternativa portuguesa. O que começou como webcomic vira agora uma antologia que reúne as melhores tiras dos últimos quatro anos. ESTE LIVRO AINDA ESTÁ NO PRELO, SAIRÁ EM BREVE MAS NÃO NESTE EVENTO, DESCULPEM O INCONVENIENTE FÃS DO GATO!!!!!

Marcos Farrajota / Free Dub Metal Punk Hardcore Afro Techno Hip Hop Noise Electro Jazz Hauntology Terceira compilação das BD's autobiográficas de Marcos Farrajota em que reúne material disperso em várias publicações. As BDs que se encontram aqui são cada vez menos os episódios mundanos como noutras BDs de Farrajota para dar primazia a ensaios críticos sobre a cultura portuguesa e subculturas underground... Talvez por isso que só agora é que são compiladas as tiras da série Não 'tavas lá!? que fazem crítica aos concertos assistidos pelo autor e onde se podem bandas famosas como os Type O Negative ou Peaches, algumas de culto como algumas "fim-da-linha", para além de ainda relatar conferências (Jorge Lima Barreto), museus e instalações sonoras (MIM de Bruxelas ou MACBA de Barcelona) mostrando um gosto ecléctico mas sobretudo amor à música.

Organização: CMS | Chili Com Carne

quinta-feira, 21 de junho de 2018

CRACK! Festival 2018 @ Chili Com Carne x Rui Moura

''400 dollars is the average price of a slave in the Tripoli black market, thanks to the Italian politics about migrants.''


Poster art: Juliette Bensimon-Marchina

THE NEW INVASION OF AFRICA
So it wd be this way
That they wd get a negro
To bomb his own home
To join with the actual colonial
Scum, Britain, France, add Poison Hillary
With Israel and the Saudi to make certain
That revolution in Africa must have a stopper
So call in the white Euro people who long tasted our blood
They would be the copper, overthrow Libya
With some bullshit humanitarian scam
With the negro yapping to make it seem right (far right)
But that’s how Africa got enslaved by the white
A negro selling his own folk, delivering us to slavery
In the middle of the night.
When will you learn poet
And remember it so you know it
Imperialism can look like anything
Can be quiet and intelligent and even have
A pretty wife. But in the end, it is insatiable
And if it needs to, it will take your life.

Amiri Baraka

CHILI COM CARNE is back to Forte Prenestino! In 21 to 24 June, Rui Moura will be showcasing his work as well representing CCC at CRACK!fumetti dirompenti - Rome Festival of Drawn and Printed Art.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Marcos Farrajota @ Jornadas de Editores e Livreiros Independentes @ Tigre de Papel

Na TIGRE de PAPEL, às 18h30, entrada livre
– Pequenos editores: diversidade e autonomia

Tanto a actividade livreira como a actividade editorial têm, nos últimos tempos, sido objecto de inúmeras discussões. Por um lado, a crescente tendência para a concentração em dois grandes grupos tem determinado cada vez maiores dificuldades em manter, em condições de sustentabilidade, muitos projectos livreiros e editoriais, com consequências óbvias para a diversidade que necessariamente deve caracterizar este sector.

Nos últimos anos, também em consequência das profundas alterações que têm ocorrido no tecido económico e social das grandes cidades, as notícias de encerramento de livrarias vêm-se sucedendo. O mesmo tem acontecido com algumas editoras emblemáticas que, recusando-se a ser engolidas pelos grandes grupos, deixam de ter condições para manter a sua actividade. Por outro lado, também é verdade que, apesar de tudo, há hoje no panorama livreiro e editorial um conjunto de projectos independentes que se mantém, com assinalável dinamismo, furando a lógica da concentração.

Tendo como pano de fundo a complexa intersecção destes fenómenos, a livraria Tigre de Papel propõe estas jornadas com o objectivo de juntar editores e livreiros independentes para discutir o estado da arte do sector, identificar problemas, trocar experiências, etc.

Juntamo-nos no dia 14, na Tigre de Papel, em dois painéis:

- 18h30 – Pequenos editores: diversidade e autonomia. Com a participação de Rui Lopo (investigador e um dos tradutores de O Negócio dos Livros, de André Schiffrin), Mariana Pinto Dos Santos (Pianola Editores e Edições do Saguão), Marcos Farrajota (Chili com Carne) e Lurdes Afonso (Antígona - Editores Refractários). PODCAST AQUI



- 21h30 – As livrarias independentes e o negócio dos livros. Com a participação de Bernardino Aranda (Tigre de Papel), José Tavares (Círculo das Letras), João Coimbra Oliveira (Livraria Linha de Sombra) e José Ribeiro (Espaço Ulmeiro e um dos dinamizadores da recente Carta Aberta para Sair da Crise no Sector do Livro e da Leitura)

Terminal Tower - últimos 7 exemplares!




I define Inner Space as an imaginary realm in which on the one hand the outer world of reality, and on the other the inner world of the mind meet and merge. Now, in the landscapes of the surrealist painters, for example, one sees the regions of Inner Space; and increasingly I believe that we will encounter in film and literature scenes which are neither solely realistic nor fantastic. In a sense, it will be a movement in the interzone between both spheres. J.G. Ballard

Com este 16º volume da Colecção CCC dá-se uma transformação na própria colecção. Se entremeávamos um livro de literatura por um gráfico logo a seguir, durante 14 anos, com quase sempre com os livros do Rafael Dionísio e quase sempre com as antologias de BD, a natureza da obra deste novo livro Terminal Tower de André Coelho e Manuel João Neto, deixa de fazer sentido a nossa lógica editorial ou até a distinção dos formatos dos livros literários dos gráficos.

Terminal Tower teve um processo criativo entre o artista e o escritor fora da lógica da banda desenhada - em que há um argumento para ser adaptado para desenho em sequência. Assim sendo, as ideias do livro foram sendo construídas em simultâneo pelos dois autores, tendo como premissa a de um homem isolado numa torre em estado de alerta.

Partindo dessa torre, Coelho foi criando alguns desenhos que despoletaram ideias narrativas e que potenciaram outros desenhos que por sua vez geriam as indefinições das narrativas que rodeiam esse contexto, numa espiral criativa.

A ideia central do livro é o delírio engatilhado pela paranóia, sem que se perceba se o despertar dos mecanismos da torre é real ou se existe apenas na cabeça do homem isolado na torre, pois nada parece funcionar, tudo parece uma ruína do futuro em que se cruzam referências decadentes aos universos de Enki Bilal, J.G. Ballard (1930-2009) e da música Industrial - não tivessem os dois autores ligados a esse tipo de música através do projecto Sektor 304.

Historial: lançado no dia 31 de Maio no Festival Internacional de BD de Beja 2014 com exposição dos originais ... seguido de outras exposições na El Pep / Imaviz Underground (Julho), Treviso Comics Fest (Setembro) e Amplifest (Outubro) ... nomeado para Prémio Adamastor de Ficção Fantástica em Banda Desenhada ... Sugestão de "leitura-a-três" (?) pelo jornal I ...

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Feedback:
(...) Depois da bomba, os estropiados – depois da expilação nuclear, os mutantes. A monstruosidade é uma sátira cruel à diversidade, uma fantochada feita de ruído. Não tem beleza. Não tem significado. A não ser a beleza do aleatório e o significado que decidimos impor. Criar relevo é inventar significados: vivemos numa realidade imaginada, mas as ficções que criamos não são mentiras, são exofenótipos – não se pode ser humano sem uma torre, mas aceitar a torre é aceitar o monstro. Aceitar o apocalipse. Nada é mais fácil.
David Soares / Splaft!
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(...) a NASA tinha inventado o super-negro. (...)  é a BD que está a ir mais longe na busca de um super-negro psicológico, virtual… (...) Logo ao olhar para a capa somos chupados para o seu negrume, que se vai adensando ao longo das primeiras páginas. Percebemos de imediato que estamos num cenário bélico, pré ou pós-apocalíptico…
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Neste livro experimental os códigos da BD são levados a um extremo próximo da abstracção. Não é simpático para o leitor, pois deixa quase tudo em aberto e descarrega nele imagens fortíssimas e acutilantes. (...) Um dos traços da maturidade do género é a amplitude de um campo de expressão que vai do pueril intencional ao questionar dos limites, zona de fronteira onde este Terminal Tower tão bem se insere, mais próximo de uma sequência pictórica do que da narrativa linear. Lendo-o, ou sendo mais preciso, construindo mentalmente uma possibilidade ficcional a partir da iconografia, ressoava-me na mente o ruído elegante do noise industrial (...) Mais do que uma história, este livro é uma experiência do tipo mancha de Rorschach. Vê-se o que se espera, mas também se vê o que se sente no íntimo. E sublinho: contém ilustrações de tirar o fôlego, que se destacam no absoluto preto e branco mate do papel impressão mas se vistas no tamanho real e media original ainda são mais deslumbrantes.
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As receitas de químicos e materiais, numa profusão de termos técnicos específicos, (...) em que uma suposta linguagem o mais objectiva possível, sendo apresentada num contexto totalmente deslocado e acompanhado pela materialidade das imagens e em relações texto-imagem inesperadas, atinge uma dimensão poética tumultuosa, que obriga o leitor a tentar coordenar elos vários, nenhum dos quais possivelmente o correcto, mas cujo objectivo é mais atingido pelo movimento de tentativa do que por uma conclusão conquistada.
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Um livro para pensar, esta deveria ser a referência de todas as publicações, mas nem sempre é assim. Com Terminal Tower é verdade.
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 O convívio de variadas técnicas como fotografia, colagem e sobreposição com o meio desenhado não parecem em nada deslocadas ou em choque, e denotam maturidade na manipulação do meio comunicativo, culminando no forte impacto da maioria das páginas, necessário para suster uma narrativa tão pausada e por vezes quase como que um telegrama, mas a meu ver muito adequada. Andre6 / Wook
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Terminal Tower es una joya The Watcher and the Tower



ISBN: 987-989-8363-27-5
144p. p/b + cores, 16,5x23cm
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à venda na loja online da CCCMundo Fantasma, Matéria Prima, BdMania, New Approach Records, Utopia, Bertrand, Artes & LetrasVault e Linha de Sombra.


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Exemplos de páginas:

TERMINAL TOWER / LAST 7 COPIES




I define Inner Space as an imaginary realm in which on the one hand the outer world of reality, and on the other the inner world of the mind meet and merge. Now, in the landscapes of the surrealist painters, for example, one sees the regions of Inner Space; and increasingly I believe that we will encounter in film and literature scenes which are neither solely realistic nor fantastic. In a sense, it will be a movement in the interzone between both spheres. J.G. Ballard


A transformation occurs on the CCC Collection with the release of its 16th volume. If during 14 years we intercalated a literature book with a graphic one (usually with Rafael Dionísio's books and the comics anthologies), this editorial logic or even the distinction between those two formats is now overrun by the intrinsic nature of Terminal Tower by André Coelho and Manuel João Neto.

Terminal Tower's creative process between artist and writer is positioned outsite the traditional comic book logic, in which there is a script to be adapted to sequential drawings. In this case, having the premiss of a man seculded in a tower in a state of alert, the book was developed simultaneously by both authors.

With the tower as a starting point, Coelho developed some drawings from which narrative ideas were taken and potentiated new illustrations which in their turn ran the all the narrative indefinitions forming a creative spiral.

The book's central theme is a delirium triggered by paranoia, without making clear if the engage of the tower's mechanisms is real or if it lies in the mind of the isolated man, since nothing seems to work in this ruin of the future. It can be traced references to the derelict worlds of Enki Bilal, J.G. Ballard (1930-2009) and Industrial music – it's not by mere chance that both authors also colaborate in Sektor 304 project.

Released at the Comics Festival of Beja with an exhibition of the originals on the 31st May 2014 ... exhibition at El Pep Gallery (July) and in September at Treviso Comics Fest and October at Amplifest (Oporto) ...

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ISBN: 987-989-8363-27-5
144p. b/w + colour, 16,5x23cm
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BUY @ CCC online shop, Sarvilevyt (Finland), La Central (Spain), Neurotitan (Berlin), Quimby's (Chicago), Dead Head (Edinburgh), Praxis (Berlin)...
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Some pages:
Feedback: Publicado en 2014, supone una muestra del cómic más experimental. Y tengo que decir que me hea impresionado mucho. Se trata de una obra fundamentalmente gráfica, donde el argumento queda sepultado y debidamente encriptado. Es un tópico posapocalíptico, pero eso es lo de menos: lo que abruma es el despliegue expresionista, el uso de la mancha y el blanco y negro, por momentos cercanos al Frank Miller más avanzado, por momentos inmersos en la abstracción pura. La técnica mixta enriquece el resultado final al incluir imágenes fotográficas, además de toques de color en algunas páginas. En la primera mitad del libro no existen personajes humanos: se trata de una naturaleza muerta, paisaje dibujado con trazos rabiosos y planos fotográficos, cuya paz muerta sólo es perturbada por una bandada de cuervos. A partir del capítulo tres aparecen humanos, dibujados con estilos variados, algunos quizá demasiado convencionales —sobre todo las figuras dibujadas a lápiz—, porque chirrían en un conjunto tan radical, pero tienen que aparecer para que el diálogo dé paso a un final hermoso y terrible. Terminal Tower es una joya The Watcher and the Tower

quarta-feira, 13 de junho de 2018

O regresso do ano!





Chili Com Carne, Pierre von Kleist Editions, Serrote e STET
juntos repetem a
Feira do Livro de Lisboa


Quatro projectos editoriais lisboetas juntaram forças o ano passado e reptem-no este ano!

De 25 de Maio até 13 de Junho, poderão encontrá-los no pavilhão C41 da Feira do Livro de Lisboa. Unidos sob o nome PvK editions.STET.Serrote.MNRG, o pavilhão estará situado na zona laranja, à direita de quem sobe o Parque Eduardo VII.

Esta união deve-se ao facto de serem entidades que produzem um corpo de trabalho único, sempre com uma postura independente, mas com uma intenção de abranger um publico maior, fora dos nichos tradicionais. Muitos dos livros que editam ou comercializam são transversais a gerações, continentes e culturas, daí que sejam tão bem recebidos a nível internacional e pelo publico nacional dentro das suas áreas especificas de edição (Fotografia, BD, ilustração), mas mais desconhecidos no contexto editorial "mainstream".
                                                                                                                                                                                                                           
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Associação Chili Com Carne e a sua irmã MMMNNNRRRG são as enfant-terribles da banda desenhada nacional, não deixando se serem reconhecidas com prémios. Se os títulos dos seus livros poderão trazer os momentos mais hilariantes nos altifalantes Parque Eduardo VII os seus livros não deixam de ser menos sérios por tal.

Este ano a maior aposta será na apresentação da antologia co-editada com a Escola Ar.co., a Pentângulo que publica trabalhos de alunos, ex-alunos e professores desta instituição. Dia 31 de Maio na Praça Laranja estarão presentes Daniel Lima (professor), Pedro Moura (investigador) e Jorge Nesbitt (Director de Departamento de BD e Ilustração ) para falar sobre o projecto.

Haverá três sessões de autógrafos, uma de Xavier Almeida com o Pato Bravo (B Fachada) no âmbito de Santa Camarão no dia 27 de Maio, uma com André Ruivo dia 2 de Junho e outra do nosso escritor favorito Rafael Dionísio no dia 9 de Junho. Todas estas acções serão sempre às 18h.

A MMMNNNRRRG lança ainda sem pompa nem circunstância, dado ao anonimato da autoria, o Baralho (de cartas) d'AcontorcionistA do Grupo Empíreo, Sociedade Anónima de Recreio e Prazer. Este é o quarto objecto erótico-lúdico desta série como sempre revolucionando os hábitos íntimos da vida de todos os seus utilizadores. A edição é limitada a 200 exemplares. Devido ao seu conteúdo erótico, o melhor é perguntar por elas para serem vendidas "debaixo do balcão"...


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Pierre von Kleist Editions é um dos nomes mais relevantes na edição de fotografia portuguesa contemporânea. Liderada pelos fotógrafos, André Príncipe e José Pedro Cortes, têm feito um importante trabalho na divulgação da fotografia nacional, dentro e fora do país. Desde a reedição do clássico Lisboa, Cidade Triste e Alegre de Victor Palla e Costa Martins até a autores contemporâneos como António Julio Duarte, Pedro Costa, André Cepeda, Daniel Blaufuks ou dos próprios editores.


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As Publicações Serrote começaram em 2004 pela mão de Nuno Neves e Susana Vilela, quando rumando contra a maré de fecho das tipografias produziram vários cadernos com temas tradicionais e divertidos. Mas não se ficaram por aqui e em 2008 começaram a surgir  livros ilustrados  juntando as tradições Portuguesas com o design contemporâneo, a primeira destas edições é sobre a região do Minho, transformando o desenho do Ponto Cruz  em pixéis. Alargando ao longo dos anos a temática de algumas das edições ao universo didáctico – infantil. Contam hoje com mais de 15 publicações editadas, além de cadernos e cartazes impressos em tipografia.


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STET – livros & fotografias é uma livraria especializada em livros de fotografia e edições de autor, aberta em 2011 que participa regularmente em feiras de edições nacionais e internacionais apostando na divulgação de autores Portugueses fora do país. 

sábado, 9 de junho de 2018

O Fantasma de Creta e outros contos no LAC (Lagos)



O novo livro de Rafael Dionísio, chama-se O Fantasma de Creta e Outros Contos

O título é auto-explicativo: são quinze contos que espelham as contradições e dificuldades das relações humanas. Psicologias complexas, relações de poder, eventualmente violentas e sexualidades mais ou menos desviantes. Com uma concisão admirável e uma segura mão narrativa, estes contos são um prazer e, por vezes, contém pequenas e grandes surpresas para o leitor.

Os contos que se reúnem neste livro foram escritos entre 2012 e 2015.
Alguns já viram a luz do dia, em publicações como a Flanzine ou a Nicotina, outros já foram lidos pelo seu autor em público.

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Uma co-edição Bicicleta (selo editorial da Mandrágora) e Chili Com Carne
capa de João Chambel
108p 20x20cm, capa a 2 cores
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PVP: 13€ (30% desconto sócios, lojistas e jornalistas) à venda na loja em linha da Chili Com CarneLeituria, Artes & Letras, ZDB, FNAC, Bertrand, Matéria Prima, LAC (Lagos)...


Historial: lançado no dia 7 de Abril de 2016 na Leituria

Talento local ###### ESGOTADO


Para quem queria ler mais depois do Noitadas e É sempre tarde demais (Lx Comics #2, Bedeteca de Lisboa; 1998) e perdeu zines, revistas, jornais e exposições com trabalhos do Farrajota: My Precious Things, BoDe, Bíblia, Inside, Cru, Publish or Perish, Zalão de Danda Besenhada, Amo-te, Osso da Pilinha, V_Ludo, Stereocomics Special SPX (França), Milk+Wodka (Suiça), LxComicsZine, Mistério da Cultura, Crack On e Combate... agora fica tudo compilado!

Mais uns inéditos, poucos!

Este livro fecha um ciclo de produção em que toda a BD autobiográfica de Farrajota se encontra em 3 livros! O quotidiano suburbano desinteressante fica para a posterioridade! Que venha uma bomba atómica para cima da Biblioteca Nacional para que se perca o rastro deste infeliz ser humano!

Há ironia com um título como "Talento Local". Mais quando se junta o pastor protestante estrela roque do Senhor Tiago Guillul no prefácio - um bom livro de um escritor de Domingo tem sempre alguém da paróquia para prefaciar! E ainda mais quando o autor de bd sérvio Aleksandar Zograf se junta para uma bd a meias (inédita).

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quarto volume da Mercantologia, colecção dedicada à reedição de material perdido do mundo dos zines. 80p. 15 x 21 cm. 500 exemplares. ISBN: 978-989-8363-08-4. Lançado na 17ª Feira Laica (Dez'10)
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alguns últimos exemplares ainda na Fábrica Features, Matéria Prima, Mundo FantasmaNeurotitanArtes & LetrasUgra Press (Brasil), RastilhoTigre de Papel e nas Bertrands.
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Feedback: 
é bom rever alguns conceitos famosos dos 90’s: em Londres é que se faz teatro 
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Tenho dúvidas que se possa dizer (querendo ser retórico) o Marcos não desenha nada. O desenho é uma escrita e a escrita implica reflexão, inteligência entre outras coisas mais subtis. 
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Ainda estou a ler o teu último trabalho (onde estás bem) e, por exemplo, o pénis cansado será um exemplo maior 
A. de Silva O. 
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Genial! 
Dr. Gamão (Traumático Desmame)
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curti a onda 90's da coisa
Boris (dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS) 
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Gostei da história de tentares partir a garrafa na cabeça dum espanhol. Todos devíamos ter essa oportunidade, pelo menos, uma vez na vida. 
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Niiice!
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Estive a ler o livro, está muito fixe!
Orlando Cohen (Peste&Sida, Censurados,...) ...

exemplos de bd's:


originalmente publicadas no Inside (1998), Cru (1999), Stereoscomic (2001) e Milk+Wodka (2003)

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Algumas pessoas depois ::: últimos 3 exemplares!


romance de Rafael Dionísio
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capa e desenhos de André Ruivo
design de João Cunha / Ecletricks
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204 p. 21 x 14,5 cm, capa a cores
ISBN: 978-989-8363-09-1
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11º volume da Colecção CCC
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à venda no sítio da CCC, Fábrica Features, ZDB e Matéria Prima.
versão e-book aqui
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sinopse:
trata-se de uma história sobre a perda, sobre a psicologia profunda das personagens, sobre o ciúme, a perda afectiva, a perda do controle emocional. Retrata no seu modo de narrar diferente o começo e a derrocada psíquica de um indivíduo. É também a história de um triângulo amoroso e de um homem que tentar resistir a afundar-se. Pelo meio vão ter lugar alguns acontecimentos imprevisíveis, desde salvamentos de pessoas até festas em casa do carismático (e perigoso?) padrinho. A narrativa desenrola-se irreversivelmente para um ponto de não-retorno.
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historial: lançado no dia 20 de Março 2011 na Sociedade Guilherme Cossoul ...
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feedback : O que es­creve é um hí­brido de ro­mance e po­e­sia (chama-lhe «anti-romance») em que as con­ven­ções de gé­nero são cons­ci­ente e in­ten­ci­o­nal­mente des­res­pei­ta­das. Se bem que deixe in­tacto, e até ex­plore até ao li­mite das pos­si­bi­li­da­des, um fa­tor que al­guma li­te­ra­tura por­tu­guesa pa­rece ter es­que­cido: a nar­ra­tiva. O Dionísio conta mesmo his­tó­rias. O Dionísio CONTA. Rui Eduardo Paes