quinta-feira, 26 de junho de 2025

ccc@feira.da.alegria.2025

 

Bamos lá, caragu!

segunda-feira, 23 de junho de 2025

Diário da Palavra - ESGOTADO

 


Diário da Palavra
de

É o Mesinha de Cabeceira #38 (#1 do vol. XVII), mais um número a comemorar os 30 anos de existência do fanzine, desta vez todo a cores num formato quadrado 12x12cm. 40p. 100 exemplares.


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ESGOTADO

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Historial
 
Lançamento no Natal Cosmos, dia 23 De Dezembro 2022 com a presença do autor
 
 
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Feedback
 
 
No geral, o esquema gráfico é relativamente conservador, preservando quatro quadrados por página, mas o estilo do traço e as técnicas utilizadas são muito diferenciadas, formando uma polifonia caleidoscópica de grafismos e cores.
A palavra que serviu de gatilho para cada uma das tiras nunca é desvendada, pelo que só podemos intuir que foram muito variadas (??kebab, peso, ressaca, lágrima, etc.), e que permitiram ao autor explorar uma grande polissemia de percursos estilísticos e de soluções narrativas, umas vezes de cariz mais autobiográfico, noutras sobressaindo o humor ou o comentário social.

quinta-feira, 19 de junho de 2025

NEURO-TRIP ± ± ± últimos 9 exemplares!!

    

Antologia de Ilustração e BD de Neuro, autor romeno que começou a sua carreira artístico com o grupo "The Church" numa procura iconoclasta. 

Devido às suas raízes ortodoxas Neuro explora as imagens dessa Cristandade fundindo citações de Terence McKenna, super-heróis parasitários, Mechas bacterianos, decorações freaks provando para quem ainda não sabia que nada é Sagrado no Milénio da Banda Larga. 

Este é o seu primeiro livro, verdadeiro meta-portfolio de imagens alucinantes.
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160 páginas 16,5x23cm p/b + vermelho; capa a preto, vermelho e prateado, 500 exemplares, ISBN: 978-972-98527-9-4
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algumas páginas:

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Historial : 

Lançado na Festa Laica, Trem Azul em 2011 
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desenho usado para a capa da k7 de BLEID

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Feedback : 

Cool stuff 
Aleksandar Zograf 
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Nice drawings in the Neuro trip book! Reminds me a bit of Blair Wilson's work. 
Marcel Ruijters 
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ccc@crack.2025


 We're in Crack Carne - of course, our favorite drug! 

Matilde Basto is representing us with a selection of our best books!

quinta-feira, 12 de junho de 2025

ccc@vieira.da.silva.em.festa.25

 

Tal como no ano passado repetimos a experiência...
 

segunda-feira, 9 de junho de 2025

Música para ver



Sinapses do Ivo Puiupo é o novo volume da Mercantologia, colecção que recupera material perdido. 

O livro é resultado do concurso dos 500 paus de 2022.

Serão 12 bandas desenhadas curtas com poesia ou serão 12 poemas com desenhos sequenciados?


116p. 15 x 21 cm p/b (48p a cores), edição brochada

à venda na loja em linha da Chili Com Carne e na Tinta nos Nervos, Snob, Kingpin, Utopia, ZDB, Linha de Sombra, Tigre de Papel, Alquimia, Socorro e Matéria Prima.

Historial:

Lançamento em 17 de Dezembro 2022 na Tinta nos Nervos, com a presença do autor e uma pequena exposição.


Segundo Fábio Zimbres:

Há uma tentação de entender as histórias aqui como fazendo parte, alternadamente, de: 1) um diário; 2) registros de sonhos; 3) ideias para um filme. Decidimos uma vez por um e depois por outro mesmo sabendo que não é necessariamente uma coisa nem outra, nem apenas isso. Mas há alguma coisa de íntimo, como um diário, e há um prazer nas associações que se desenrolam, as ambiguidades e o aspecto sensorial dos sonhos. E há às vezes a imediatez de quem registra.

Só que não é só isso. É mais que isso porque são o que são, obras acabadas, mesmo que não pareçam encerradas. É como uma estrutura no ar ainda com o processo nu, transparente. Mas são verdadeiras pontes nos transportando para lugares desconhecidos, Puiupo na frente. Cada ponte, várias possibilidades de história, de literatura, de imagem e de gente. 

Provavelmente por isso podem parecer fragmentos de diário ou de sonhos, porque a matéria-prima dessas pontes (sinapses? Ou o que permite informação passar de uma célula a outra) é, basicamente, gente, essa coisa feita de sonhos. É realmente um livro feito de pessoas. Se comunicando, se desdobrando e se tocando. Transpondo pontes, ligando possibilidades ainda desconhecidas.

No meio de cada conto, podemos olhar para trás e imaginar de onde ele veio e para onde vai, como uma estrutura expansível que atravessa mais do que o que vemos. Podemos imaginar o que acontece antes do começo e depois do fim. Não é difícil imaginar também que estamos flutuando, como uma ponte às vezes nos faz imaginar.

No meio da travessia, de repente achei que estava assistindo a uma coleção de curta-metragens, com uma trilha sonora adequada, uma coleção de trilhas sonoras que viraram filmes. E esqueci da ponte, ou seja, lá onde estava e tudo virou um fluxo me levando, que é aquele momento em que eu me esqueci que devia escrever algo sobre o livro e tive que refazer todo o caminho de volta para me lembrar o que estava fazendo ali.

Que é o que um diário/ sonho/ filme deve fazer com a gente. Nos desorientar.


Feedback:

(...) exploram temas, como, por exemplo, a identidade de género, o luto e a intimidade de uma forma metafórica, mas que demostra uma grande honestidade emocional que é palpável ao virar de cada página.

"Danny" in Bombazine #2



Sobre o autor

Nasceu em Lisboa (1996) mas reside actualmente em São Paulo. Começou sua trajetória na BD em 2011 e participa da cena luso-brasileira de fanzines desde então. O seu trabalho já foi publicado em antologias, revistas e livros solo na America Latina, EUA e Europa. Trabalho esse que habita as fronteiras da narrativa sequencial desenhada-escrita e mescla-se com pintura, fotografia, produção de atelier e por vezes torna-se também contra-sequencial. 

Em 2018 participou do projeto de residência artística Revista Baiacu, sob curadoria de Laerte e Angeli sediado pelo instituto Hilda Hilst em parceria com o SESC São Paulo. Em 2019 foi vencedor do concurso de publicações Des.gráfica premiado pelo Museu da Imagem e do Som (MIS) São Paulo pelo livro Óbice, que posteriormente foi também publicado pela editora argentina Waicomics. 

Além das publicações e fanzines, Puiupo também actua como ilustrador em projetos tais como a edição brasileira do clássico "Ilha do Tesouro" publicado pela editora Antofágica, a capa do album "who told you to think??!!?!?!?!" do rapper e poeta americano R.A.P. Ferreira e diversos artigos para plataforma Narratively. Puiupo faz parte do selo editorial / conglomerado empresarial Pepito Corporation e publica-se através do mesmo ao lado dos artistas da jovem-guarda brasileira Adônis Pantazopoulos, Julia Balthazar e Flavushh. Também faz parte do coletivo de arte contemporânea BASA sob mentoria do curador Lucas Velloso. Por vezes também flerta com produção musical no duo Fuga. 

Venceu o concurso Toma lá 500 paus e faz uma BD! de 2022, traduzido no livro Sinapses que saiu em simultâneo em inglês com a Kuš!

domingo, 8 de junho de 2025

Partir 1000 paus! ESGOTADO


Índios do mundo: Partir a Loiça (toda) de Luís Barretovencedor dos 5001000 paus de 2023 e o fanzine com os maiores custos de sempre ESGOTOU!!!



Este Mesinha de Cabeceira tem um CD a acompanhar cheio de fofura sónica com as bandas Sindicato do PunkEntre Outros e TINNITRUS, que saíram directamente da Banda Desenhada - uma tradição em Portugal que não é fácil de ignorar se pensarmos "nas" Garina Sem Vagina da chata série "Superfuzz" (2004), no híbrido Yoshi o Puto Dragão e os recentes Podre e Freiras Monomamárias do divertido fanzine Olho do Cu (2018).

Impresso com papel amarelo, as 44 páginas em formato A5 fazem o regresso dos nossos conhecidos Danny e Arby e os seus amigos Cassie e Buddy a meterem-se num comboio e vão até à "Metrópole". Vão ao primeiro concerto do Sindicato do Punk, a banda de Bobi, um amigue do duo. A banda já ganhou alguma tracção com o seu EP de estreia por isso a sala está cheia de fãs ansiosos pela estreia ao vivo da nova sensação do punk nacional. O concerto é absolutamente caótico, envolvendo vibradores, confettis, finos entornados e muito, muito mosh. Mas a actuação do Sindicato do Punk é apenas o concerto de abertura para os TINNITRUS, uma banda local de noise extremo que destrói tímpanos e PAs por onde quer que passe. 

Co-edição da Chili Com Carne e Culetivo Feira.

Iniciativa apoiada pelo IPDJ e Tinta nos Nervos


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ESGOTADO mas pode ser qe ainda encontrem nas lojas Neat Records, Socorro, Tinta nos Nervos, Louie Louie (Porto), Mundo Fantasma e Velhotes.


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As fotos não enganam as bandas da BD existem!!!


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historial:

lançamento ao norte no 18 de Fevereiro 2024 n'O Thigaz em Santo Tirso com conversa de VIPs (very important punks!) como Alexandra Saldanha (iá! a vocalista dos Unsafe Space Garden e que faz BD psicadélica), Marcos Farrajota (um velho, ainda lúcido, da cena) e Rudolfo (Rei da BD portuguesa e Conde do Chiptune)


lançamento ao sul no 24 Fevereiro 2024 na Tinta Nos Nervos em Lisboa com conversa com o autor e à noite concerto de BCCTriunfo dos Acéfalos no Damas.


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feedback

 

Ainda não tinha saído oficialmente e já o Pedro Moura, mais rápido que um Punk escreveu no Ler BD(...) este projecto era a “cara” do catálogo da Chili, ainda que compreenda a diversidade editorial ofertada por esta plataforma (...).  Essa “cara” traduz-se aqui por uma atenção particular para com a realidade urbana portuguesa, real, ancorada, e jamais transfigurada em fantasias ou denominadores comuns que tentam domesticar a imagem da(s) cidade(s) e das gentes de uma forma fácil de consumir, vulgo “postal”. É algo que tem a imediaticidade da escrita diarística, apesar das suas roupagens representacionais, uma recordação de algo ainda quente na experiência, traduzido de forma simples, célere, e, pasme-se, divertida. Se não é um “espelho da sociedade contemporânea”, é um suficiente retrovisor e, como tal, talvez sirva para não sermos ultrapassados.

E o DJ Balli escreveu: Now that I'm quoted in a comic, I can hang my guitar to the wall, thanks to a vip (Very Important Punk) like Luis via Chili Com Carne... you made my day!!!

quinta-feira, 5 de junho de 2025

ccc@tan.tan.tann.2025


Lá estará uma selecção de livros nossos neste festival que ainda não tivemos o prazer de visitar fisicamente!

 

"Não me agarre o pescoço" - alguém com coragem dixit!*

 



Estamos no mesmo sítio na Feira do Livro de Lisboa no stand H13
 
Fácil de encontrar!!



Fixem este número até porque já sabem que não há mais nada para ver neste certame de monos.


Estamos com a Blau, temos ainda os restos mortais da MMMNNNRRRG (2000-20) em livros do dia e representamos o catálogo da Sendai.


Novidades haverão duas, um autor japonês na colecção RUBI e o regresso do Nunsky!

Prá semana teremos o quarto número do nosso jornal Carne para Canhão!

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ao contrário dos anos em que a manada de políticos cabotinos ou outras entidades cabotinas que passam pelo nosso stand a mugirem, não ouvimos nada desta vez (e ainda bem!) por causa de uma activista pró-palestina que aproveitou a tonta visita do Presidente da República à Feira para divulgar a manifestação que decorreu ontem pró-Palestina. 

Sobretudo mostrou ao degenerado que falar com pessoas não é agarrá-las pelo pescoço como se faz com os gatos ou com os outros animais domésticos. 

Que se saiba, mas Marcelo deve ignorar, ser Presidente de Portugal não é ser o dono dos portugueses! 

Felizmente já está de saída, é aguentar este velhadas mais uns meses...

Viva esta mulher com coragem! 

Viva!

quarta-feira, 4 de junho de 2025

1 livro 1 disco 1 zine (6)



DJ Balli acabou de esporrar na boca do Francis Fukuyama (1952-2027) e as suas tretas do fim da História! Esta k7, Scrap Vinyl (Vinilificio; 2024) com ar “clean” e corporativista é uma “mix” de discos vinis da sala dos restos da fábrica fonográfica Vinilificio. Ou seja vinis, discos de música, que foram usados para testes ou rejeitados devido a problemas técnicos para discos vinis oficiais / comerciais. Balli misturou estes testes criando uma peça única que começa com a “hauntology” da agulha do gira-discos, passando por noises concretos e magmas de electrónicas de meter inveja ao Christian Marclay. O lado B da k7 é o espelho do Lado A, ou seja, o tema é tocado em sentido inverso. Não só estamos em modo de reciclagem mas já na tipificação do que será a música e a cultura da pós-história em que as baratas mutantes e as ratazanas humanas irão fazer idêntico, pelo menos até à última bateria eléctrica pifar. O Balli é um génio não-compreendido! Snif snif


 

Parece que foi ontem que saiu mas já lá vai no número seis este Verruma, um "atlas visual" ("opuntiaman" dixit) mas na realidade é um caixote do li(u)xo de André Lemos enquanto prepara os monográficos da Opuntia Books
Este número é um misto de colaborações obscuras de Caitlin Bravas, L.L., S.L., ZMB com famosos-mortos de Antonin Artaud e Francis Picabia em alegre orgia gráfica. Caramba juro que me esforcei em procurar uma linha temática por aqui, será os "corpos"? "O grande chifrudo"? 
Tudo bem, tudo isto é deleite visual, não precisa de ligações especiais. Vêm à cabeça que invés de pensar nisto num reciclador de imagens, que é antes o recreio de Lemos & cia, onde vale tudo sem egos a baterem-se.  Muito bem! Ah! E a tiragem aumentou para 25 cópias, TRVE Zine aqui!




Tenho pudor em escrever o subtítulo do livro Ocorrências Nocturnas (Bicicleta; 2025)  de Rafael Dionísio... Com a designação "Exercício de Escrita" parece-me que se mete num gueto experimental que só os intelectuais é que podem aceder, quando na verdade o livro é acessível e divertido - alguém poderá também de lhe chamar cínico ou misantropo mas isso até é fixe para se debater. Na realidade é o grande regresso aos "anti-romances" de Dionísio - termo que ele cunhou, creio - como A Sagrada Família, Lucrécia e Tempo da Geração Espontânea. Depois de três livros de contos, sendo O autocarro o último desta temporada, eis de volta a uma narrativa longa. Baseado em cadernos encontrados por João Chambel e Daniel Lopes na rua do Hospital Júlio de Matos, estes documentos inspiraram ao Dionísio em usá-los para escrever as suas alucinações já lá vão 10 anos, entre indecisões e criação de um "Frankenstein". E, na recta final, cortou sei lá quantas palavras para chegar a esta forma, que é escorreita e enigmática q.b. Cortar é sempre bom tal como na casaca(-de-forças). Um excelente regresso ao "culturismo Hardcore" (esta só poucos irão perceber!) à la Dionísio. É lançado este mês na Casa Fernando Pessoa, dia 19 creio... estejam atentos!

domingo, 1 de junho de 2025

Domingo de Merda? Venham ao lançamento do livro do Punk que terá convidados e Vaiapraia e Bas Rotten!!!


Ou isso ou porque a realidade é uma merda... sei lá!

Lançamento OFICIAL da reedição do Corta-E-Cola & Punk Comix!
 
 
Depois de uma primeira tentativa de tirar o punk em portugal da
obscuridade e de um esforço de dissociá-lo dos moicanos que ainda o
caracterizam, porque o livro esgotou e continua desconhecido ou
ignorado, é tempo de lhe dar uma segunda vida, idealmente mais útil, nem
que seja pela ajuda que dará à Disgraça.

Assim, 7 anos depois, o relançamento de Corta e Cola / Punk Comix terá
lugar, novamente, na
Disgraça, no domingo, dia 1 de Junho, às 17h, com
uma conversa informal com alguns falsos especialistas sobre anarco-punk,
straight edge e sharp, fanzines e centros sociais, e tudo o mais que
quem estiver a assistir também queira partilhar ou discutir.

Depois da conversa, cantina vegana disgraçada!!

Depois da cantina vegana,
dois concertos! 
banda não identificada
(regresso às catacumbas do grind lisboeta mais desejado)+ 
banda não
identificada (é diy, é lo-fi, é queer-core, é post-punk! é banger!)

"Ahhh mas nem sei quem vai tocar... Acho que não vou." Então vai à igreja seu granda borrego!
 
Todo os trocos angariados revertem para a compra da Disgraça.
 
PS
 . 
 
tocam hoje VAIAPRAIA e BAS ROTTEN!