blogzine da chili com carne
domingo, 4 de janeiro de 2026
The Care of Birds / O Cuidado dos Pássaros - Obra vencedora do concurso "500 paus!" (2013) --- ESGOTADO
Historial:
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Um dos Melhores Livros de 2016 no Expresso (apesar de ter saído em 2015... mucho weird!)
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Nomeado para Melhor Publicação Nacional, Melhor Desenho e Melhor Argumento pela Central Comics 2016
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Spanish edition El Cuidado de los Pájaros by Reservoir Books / Penguin - Random House Spain (2019)
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Best of 2019 by La Cárcel de Papel
"peeping tom" aqui / here
Despite its 100-plus pages, The Care of Birds is a tale mostly made of silences and doubts, both of the protagonist and the reader. Peter Hickey is an older man, an accomplished birdwatcher, birdsong imitator and bird draughtsman. But he is assaulted by strange feelings of seemingly innocent friendship toward children, which might be interpreted by many as pedophilia. A profound Catholic, Hickey is at the same time well aware of an uncrossable line but also haunted by sinning, that may or may not have taken place. All the questions that arise from the little plot there exists, if answered, are ambiguous. Difficult, profound, agonising, slow-paced but not tranquil, bereft of adornment and effects, The Care of Birds is a tour de force between Dostoevskyan drama and Kafkesque inaction, making it not only a great book within the Portuguese context but internationally as well.
Pedro Moura in Paul Gravett site
I just red The Care of Birds, liked the how the narration goes and the angle, remind me a bit of Hornschmeier work
Franky (Les Requins Marteaux)
Se quisermos reduzir Sousa Lobo ao Santo Graal da assinatura do artista, podemos falar num programa que é recorrente no seu trabalho e que envolve estruturas de autoridade, doença mental e perversão. (...) Com um pezinho dentro e outro fora, entrar na galeria de arte ou na igreja com uma BD debaixo do braço continua a ser mais que uma provocação. É um acto de rebelião.
Hugo Almeida in Mundo Fantasma
(...) é uma banda desenhada adulta, forte e estremecedora. (...) Peter Hickey é um personagem profundo, com várias camadas que se vão revelando à medida que viramos as páginas. é um homem mais ou menos idoso, que tem o passatempo de anilhar pássaros. Para isso, gosta de se fazer acompanhar de meninos com idades entre 10 e 12 anos. Mas porquê? Diz ele que há uma certa pureza na amizade entre um homem e uma criança. Mas os pássaros têm outras coisas a dizer. Vemos o personagem entrar numa espiral de loucura e auto-comiseração: o que ele procura, a companhia infantil, não pode ser conseguido. Os pássaros sabem disso. No entanto, quando ele encontra outras pessoas que o apreciam, não é capaz de lidar com as vozes dos pássaros. Os pássaros falam com ele frequentemente, e frequentemente dizem coisas terríveis.. Mas não só as aves são simbólicas. Também as pessoas, os outros personagens, têm diversos significados dentro da mente de Peter Hickey. Assim, todos os momentos de convívio acabam por ter mais profundidade do que aquela que poderíamos pensar à primeira vista. (...) Um livro poderoso que toca num assunto que ainda é tabu. A não perder.
E a dos Pájaros de Francisco Sousa Lobo moi inquietante, gostei da lectura. Obrigado!
Manel Cráneo (via email)
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Labels: 500 paus, Colecção CCC, francisco sousa lobo
Carne para Canhone #5
Já podem procurar o novo número do jornal de BD CARNE PARA CANHÃO uma vez que os nossos rivais estão a deixar de existir ou de serem distribuídos na eterna espera pela falência da VASP e à falta de locais de venda graças à turistificação do país.
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São 16 páginas a preto e branco com participações de Rui Moura (capa e ilustração), Beatriz Brajal, Luís Barreto, Alexandra Saldanha, Ângela Cardinhos, José Smith Vargas (quando tinha 17 anos!!), Zé Lázaro Lourenço, Anaís Fernandes, Léo, Rodolfo Mariano e Carlos Carcassa (BDs), Hugo Noronha de Almeida, Leonor Garcia e Marcos Farrajota (textos).
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É grátis
como sempre na Ar.Co., BdMania, Bivar, Carbono, Casa da Achada, Casa do Comum, Flur, Kingpin, Letra Livre, Linha de Sombra, Neat Records, Penhasco, Snob, STET, Tigre de Papel, Tinta nos Nervos, Vortex, ZDB (Lisboa), Bedeteca do Porto, Cassandra, Espaço Musas, Louie Louie, Matéria Prima, Socorro, Trama (Porto), Atelier Abracadabra, Lúcia Lima (Coimbra), Insensato, Papelaria "O Clip" (Tomar), CAAA (Guimarães), Velhotes (Vila Nova de Gaia), Biblioteca de Alpiarça, Carmo'81 (Viseu) e Meia Volta de Úrano (Cacilhas)
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40 Ladrões reagiu: a bd dos drones 'tá incrível.
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13ª Edição do concurso "Toma lá 500 paus e faz uma BD!"
O prémio é monetário?
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manual prático de uso da CCC (6/6) : projectos
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| Desenhos de André Ruivo in CapitãoCriCa Ilustrada (2005) |
Geralmente a Chili Com Carne publica projectos de novos autores mas sobretudo de trabalhos que desafiam a modorra literária e artística. Procuramos a hibridação de estilos e talvez por isso que dá prioridade a livros colectivos como aliás está tão bem registado desde 2001 com o seminal Mutate & Survive, passando pelo extremamente bem-sucedido MASSIVE (2010), pelo "omnívoro" Futuro Primitivo, e ainda em projectos especiais como a digressão europeia Boring Europa ou a antologia All watched over by machines of loving grace. O que não impede de publicar livros "a solo" de autores que temos muito orgulho como Nunsky, Rafael Dionísio, Marcos Farrajota, Francisco Sousa Lobo, Rui Eduardo Paes, Mariana Pita, Gonçalo Duarte, Amanda Baeza, André Coelho, Tiago Baptista, Rudolfo, Tiago da Bernarda, Rodolfo Mariano, Ana Margarida Matos, Rui Moura, Hetamoé ou Ivo Puiupo.
Não sendo a Chili Com Carne uma editora profissional ou comercial, como é óbvio não nadamos em dinheiro mas quando fazemos livros é porque queremos e inventamos formas de financiar o projecto! Dependemos das quotas dos associados, subsídios do estado mitra e das vendas, tudo isto permite ir trabalhando com algum desafogo mesmo que implique sacrifícios pessoais para fazer livros - tirando a gráfica, raramente os autores, designers, tradutores e editores são remunerados nos projectos.
Actualmente a Direcção é oficialmente composta por Alexandra Saldanha, Inês Louro, Marcos Farrajota, Matilde Basto e Tomás Ribeiro, havendo mais seis elementos da Associação que funcionam como consultores nas decisões da Direcção.
Gostamos de ser desafiados no entanto nem vale a pena tentar se não tiverem capacidade de autocrítica, perceber em que mundo é que estão (dica da semana, leiam o jornal A Batalha!) e se não conhecerem bem o nosso catálogo, não vale a pena tentar meter o seu trabalho à força. Já agora, se encontrarem o nosso nome em directórios de editoras (o que permite pessoas enviarem propostas ridículas sem verem para onde estão a enviar), façam um favor, tentem apagar o nosso nome, não queremos ser massacrados por desesperados!
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Labels: andré ruivo, Manual prático de uso da CCC
manual prático de uso da CCC (5/6) : difusão
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| vinheta de BD de João Chambel in Mutate & Survive (2001) |
- Feiras de fanzines e edições independentes. Desde 1995 que organizamos ou participamos nelas, dos primórdios Encontros CCC à mítica Feira do Fanzine de Almada, do saudoso Salão Lisboa ao não menos saudoso Samizdata Club, do frio de Helsínquia ao blasfemo Crack, destacamos a Feira Laica que co-organizamos durante 8 anos / 21 edições. Não é só porque as livrarias barravam os nossos livros que fazemos os “nossos próprios” eventos mas também porque é uma hipótese de confrontar públicos inesperados para levá-los à leitura e ao acesso de edição diferente do super-mercado. Quem espera em concertos Punk-Metal ou Electrónica encontrar livros?
- Distribuição de artigos de outros editores, associados ou não. Costuma-se dizer que uma mão lava a outra a não ser que se seja maneta, se a distribuição e promoção de material “alternativo” é um problema para todos, a CCC tenta com permutas de material que nós e os outros cheguem a mais pessoas. Essa distribuição é actualmente exclusivamente feita na venda online por via de encomendas pelos associados, infelizmente com um catálogo em crescimento, é-nos impossível gerir títulos externos.
- Divulgação de eventos e edições de outras entidades. Uma vez que não acreditamos em segredos nem em génios, a Chili abre o jogo, ajudando outros editores com contactos de lojas, feiras e gráficas. Os sócios podem alimentar ESTE BLOGUE com informação relevante da cultura independente: resenhas críticas a zines, livros, discos, etc…, divulgação de eventos, “scene reports”, o que quiserem desde que não metam publicidade ao último disco do Tom Waits, que é artista independente mas que não precisa de nós como é óbvio. Alguns "posts" são posteriormente apagados quando são eventos que não tenhamos ligação passem de validade (ex. uma exposição individual) ou publicidade pura e dura (um "post" sobre um zine mas sem qualquer espécie de reflexão crítica).
Por fim, um caso prático, se o associado for um autor de uma publicação e quer que a CCC ajude a distribuir a sua edição, deve agir da seguinte forma: 1) escrever à Direcção da CCC para estabelecer um preço, desconto para sócios (se possível) e forma de entrega de exemplares; 2) colocar um “post” no blogue da CCC a promover a sua edição; 3) e nós recebemos depois as encomendas, comprando os exemplares e enviando para os sócios que pediram a publicação.
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Labels: joão chambel, Manual prático de uso da CCC
manual prático de uso da CCC (4/6) : bibliodiversidade
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| ilustração original de Jucifer (2009) |
Apesar de termos uma apetência para a ilustração, desenho e BD, a Chili Com Carne NÃO É uma "editora" de BD! Gostamos tanto dela como gostamos de música ou literatura, e gostamos ainda mais de cruzar estas diferentes áreas entre si.
Por isso se procura temas africanos podem encontrar no nosso catálogo os romances de Nuno Rebocho e de Rafael Dionísio ou o livro de BD de David Campos! Se for música temos o Rui Eduardo Paes, se for cinema temos a Ondina Pires, viagens a colecção LowCCCost, desenho o André Ruivo, autobiografia o Marcos Farrajota, reportagem o grande Aleksandar Zograf, ficção o André Coelho, auto-ficção o Francisco Sousa Lobo, humor o Loverboy, erótica o Grupo Empíreo, arte e cultura temos as antologias Antibothis... Sim temos isso tudo com vários cruzamentos possíveis!
Querem livros pequenos? Conhecem o Renda Barata e outros cartoons de Stuart Carvalhais n'A Batalha (em formato A6)? Livros grandes? Que tal o QVDI #3000 (A3)? Capa dura? Lá fora com os fofinhos... Vinil, K7, CD ou DVD? Fácil fácil... Serigrafias? Por favor...
E para o irmão de 5 anos? Ele vai tripar com o Caminhando com Samuel!
E para a sogra de 76 anos? Ela vai tripar com o Caminhando com Samuel!
E a prima gótica drogada? Neuro-Trip...
E assim para aprender inglês? The Care of Birds,... Livros de BD em inglês com legendas em português. Aprende-se mais a ler algo que se gosta do que a seguir a cartilha, não?
E livros premiados porque eu só ofereço Qualidade aos meus amigos? (Que pedante!) Olha tens o Revisão: Bandas Desenhadas dos anos 70...
E malta famosa há? Sim, já editamos o Mike Diana, João Fazenda, João Maio Pinto, Pedro Brito, Ondina Pires (dos Pop Dell'Arte, The Great Lesbian Show), Nuno Rebocho, Tommi Musturi, Marte, Igor Hofbauer, Fernando Ribeiro (Moonspell), Jarboe (Swans), Aleksandar Zograf, André Lemos, Pedro Zamith, Rui Eduardo Paes, Ian F. Svenonius, Jorge Coelho,...
E novos autores? (Que chato) Montes deles, pá!!! Quase todo o nosso catálogo é isso!!
Há alguma coisa que vocês não tenham? Sim!!! Só não temos livros de culinária, auto-ajuda e de gatinhos... mas até nisso estamos a mudar, para além do Gato Mariano temos o livro de um gato DJ japonês!
Se a Chili Com Carne não for a melhor forma de comprar as melhores prendas aos preços mais baixos (se for associado, claro) então é que a TUA timidez esqueceu-se que não precisas de ter uma relação fria com o sistema automático da loja online mas podes fazer perguntas pelo e-mail da CCC para saber mais sobre as nossas edições. Também podes frequentar eventos em que participamos - ver a coluna à direita no blogue intitulada de CCCalendário - para ver in loco o que editamos.
Não temos nenhum interesse, ao contrário das editoras comerciais, de vender "gato por lebre" - gatos, gatos gatos, sempre gatos! É verdade que os nossos livros são todos eles são muito diferentes entre si porque trabalhamos com ARTISTAS e não com robots, putas ou fantasmas. A diversidade de estilos e a oferta artística poderá criar alguma confusão aos leitores que muitas vezes querem "mais do mesmo" MAS connosco não funciona assim.
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manual prático de uso da CCC (3/6) : os famosos 50% que agora são 30%...
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| desenho de João Fazenda para a CriCaClássica |
Esperemos continuar assim por muito tempo, e cremos que a razão por terem dito deve-se ao facto que oferecíamos até 2016, 50% de desconto aos nossos associados sobre o nosso catálogo. Era um acto generoso muito simples na realidade, preferíamos "oferecer" metade do dinheiro da venda do livro a um leitor-associado do que a um distribuidor!
Neste panorama deprimente achámos que mais valia que fossem os associados a "distribuírem" as nossas edições. Se os associados podem comprar os nossos livros a preços baratos, o resultado seria que teríamos os associados a comprar mais livros do que o seu normal consumo individual e isso compensaria não ter uma distribuidora comercial criando um circuito autónomo. Simples! Claro que sabemos que a vida anda complicada, e não queremos doutrinar ninguém, mas o que na realidade que pedimos dos sócios é que comprem livros à CCC, MUITOS livros! Ehm... muitos exemplares do mesmo título! Dentro das vossas possibilidades, claro!
Sabemos que os nossos livros têm qualidade para serem oferecidos a amig@s normais, namorad@s anormais, a elementos da família disfuncional e outros animais racionais. A ideia é que adquiram livros nossos em deterioramento a compras às grandes editoras que foderam (não há outro termo, desculpem) o mercado livreiro. Alimentar o sistema de edição actual pensando que estão a fazer algo de positivo pela cultura ou pelos autores é uma ilusão! O livro é o objecto mais importante criado pelo Homem e está a ser o mais mal-tratado. Se acham isto exagerado, e porque não queremos que pensem que somos solipsistas a impingir-vos algo, consultem O Negócio dos Livros : como os grandes grupos económicos decidem o que lemos, de André Schiffrin editado pela Letra Livre. E depois falamos, e desta vez sem palavrões...
Entretanto, desde 2014 que temos uma distribuidora oficial e significou uma mudança no nosso modelo económico sendo que os famosos 50% de desconto não poderia continuar. Desde Fevereiro de 2017 que tivemos de baixar o desconto para 30% para que possamos sobreviver. Mesmo assim o desconto continua ser excelente e não parece que o primeiro parágrafo deixe de ser verdade...
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Labels: joão fazenda, Manual prático de uso da CCC
manual prático de uso da CCC (2/6) : edições esgotadas
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| Ilustração de Nunsky para o esgotado Chili Bean |
Nope!
É verdade que aumentamos sempre o preço de uma edição prestes a esgotar a partir dos últimos 10 ou 20 exemplares mas a razão é que queremos que esses últimos exemplares sejam adquiridos por quem quer mesmo e não para mais um colecionador tarado qualquer que nem sabe o que está a comprar... E é verdade que também é para capitalizar um pouco mais com esses últimos exemplares porque se os nossos livros pagam as despesas de impressão, raramente fazem lucro.
"Mas se venderam tudo não era de reeditar?"
O que sobra depois de acabar uma tiragem? Existem as bibliotecas públicas e as Bedetecas que pululam pelo país e até pelo mundo fora - a Fanzinoteca de Poitiers, por exemplo.
E há sempre hipóteses de encontrar ainda em algumas lojas os títulos esgotados porque nas boas livrarias há um cuidado em ter sempre tudo acessível como faz a Snob.
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Labels: Manual prático de uso da CCC, nunsky, serviço público
manual prático de uso da CCC (1/6) : portes grátis
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| Vinheta de BD de Marcos Farrajota in Cru #49 |
Este é o primeiro de seis "posts" sobre questões práticas na CCC, começando com o tema que é quase o dia-a-dia de quem dirige a associação: os correios! Mais especificamente os portes grátis da encomendas das nossas edições!
1) porque é uma seca andar a pesar livros - o trabalho na CCC é todo ele voluntário por isso não temos tempo a perder;
2) porque os CTT praticam uma taxa reduzida para envio de livros que tornam os custos de envio mínimos para a nossa pequena estrutura - esperemos que a privatização desta empresa que faz um excelente serviço público não destrua esta taxa que pode ser usada por todos que queiram enviar livros, editores ou não - ler a última BD deste livro, sff.
Por isso, para quem não vive em grandes centros urbanos, como Lisboa ou Porto, que pode aceder a boas livrarias (ou seja, as que aceitam os nossos livros) o que propomos é um elogio à preguiça do século XXI! Basta usar o computador que em poucos dias os livros aparecem em casa! Não precisa de sair de casa para ir ao Fórum [nome da terra] à procura da Bertrand com o risco de ser tentado a comprar um livro de Vampiros eróticos ou uma autobiografia de um político escrita por um "ghostwriter".
Por fim, não estamos a imitar a Amazon! Já fazíamos isto antes da Amazon ter sido inventada e ao contrário desta besta capitalista, não ambicionamos destruir as livrarias nem ter uma sede social em Luxemburgo para fugir aos impostos.
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Labels: Manual prático de uso da CCC, marcos farrajota, serviço público
















