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sábado, 19 de setembro de 2026

Vamos vos apresentar à Família / últimos 50 exemplares!!!


Família

de

Júlia Barata

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9º volume da Colecção RUBI.

232p A5 2 cores + capas duplas 1 cor + sobrecapa 2 cores 

+ oferta de zine Umas amigas limitado a 100 exemplares (esgotado)


Disponível na nossa loja em linha e nas lojas Kingpin Books, Linha de Sombra, Matéria Prima, Snob, STET, Tigre de Papel, Tinta nos Nervos, Vida Portuguesa, ZDB, Greta, Cult (Lisboa), Cassandra, Mundo Fantasma, Socorro (Porto) e Velhotes (Vila Nova de Gaia). E TFM (Frankfurt) e Língua nos Dentes




página de Umas Amigas

Depois de uma vida nómada - com paragens em Lisboa, Porto, Maputo, Barcelona e Roterdão, Júlia Barata, arquiteta e artista gráfica, estacionou em Buenos Aires há 11 anos, depois de uma mudança agitada que ilustra no livro Gravidez (Tigre de Papel; 2017).

Família, que poderia ler-se como uma sequela de Gravidez, reflete sobre a construção e desconstrução de um núcleo familiar, entre registos de autobiografia e autoficção. Ainda assim, existe uma coerência narrativa nesta obra que descreve os ziguezagues emocionais de uma mulher num período de mudança, de uma mãe e esposa que precisa de fugir da família que formou.

A pujança artística de Barata está aqui a galope. Relata pequenos "slice-of-lifes" com ar fofinho num diário Moleskine, bem ao sabor de muita da produção contemporânea infantilizada que se vê por aí. No entanto, ao contrário do que se espera, esses momentos inócuos servem para serem trucidados por uma angustiante representação de uma depressão.

Nada é simples por aqui. O tom minimalista dos desenhos é realmente uma interpretação sem filtros, sem moral e sem pedagogia. Se uma família é vista em geral como um espaço uniforme, nesta Família luta-se para que a liberdade individual seja tão respeitada como o compromisso institucional. Será (ainda) possível?


 
Disponível na loja em linha da Chili Com Carne e nas lojas Kingpin, Linha de Sombra, Matéria Prima, Snob, Tinta nos Nervos e Tigre de Papel.




Feedback

(...) o seu novo livro Família, que dizem as más-línguas que foi a razão da “BD Porcalhota” ter bloqueado a Chili Com Carne no seu certame de BD para rapazes e velhadas…
 
 (...) Júlia Barata deposita nelas questões mais transversais sobre papéis sociais, sobre ser mulher, relacionamentos, depressão e desejo, numa abordagem punk, feminista e livre. (...)

li o livro Família (...) e adorei aquilo tudo, o desenho, a maneira gira como não faz quadrados, as estórias, o fio da narrativa, as situações...  o uso do vermelho no desenho... TUDO! SETE ESTRELAS, MESMO!!
Rafael Dionísio (via email)
- Sete Estrelas!?
- Em cinco!
 
Fantástico trabalho de grande fôlego (...)
Jornal de Letras

Esta é uma banda desenhada de contornos (ou antes, sem contornos) invulgares, onde os desenhos seguem livres pela página. Aqui não há pranchas, tiras ou vinhetas que os separem e os contenham, pois o movimento é transmitido pela sobreposição sequencial de desenhos. Se foi das novelas gráficas que me mais me cativou nos últimos tempos não é só por culpa dos balões vomitados pela boca das personagens, mas também ajudou.
 

 

Historial

Lançamento no 21/12/2024 na Tinta nos Nervos com presença da artista e uma exposição de originais - patente até 18 de Janeiro 2025.

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Entrevista no jornal O Despertar

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artigo no Público / Ípsilon


terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Histórias das poderosas Canetas (II)

O projecto Storytellers regressa à secção de BD do jornal Le Monde Diplomatique - edição portuguesa, Será a caneta mais poderosa que a espada?. Os autores destacados desta vez são Rudolfo, Gonçalo Duarte, André Pereira, Mao, Rroze Selavy, Inês Cóias, Júlia Barata e Mariana Pita em colaboração com João Marcelo. 

Desde Janeiro de 2019 que, em parceria com a Associação Chili Com Carne, que o jornal desafia autores de BD a responderem com a sua arte narrativa à pergunta Será a caneta mais poderosa do que a espada? Cada artista tem a sua interpretação, venha descobri-las no Parque Silva Porto em Benfica!
 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

Será a caneta mais poderosa do que a espada?


 

A edição portuguesa do Monde Diplomatique tem publicado, sob a nossa coordenação, as respostas a este desafio em Banda Desenhada por uma série de artistas. 

Este mês cabe a Júlia Barata (Coimbra, 1981), autora do excelente Família de responder com a violência merecida!

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Zines associados


Perdidos #1 é uma publicação desdobrável que um gajo tem de montar para aceder a intervenções gráficas de ilustradores sobre o tema dos "folhetos de animal doméstico perdido", ideia entre o mórbido e o fofo (coincidência que em italiano mórbido significa fofo!) do mesmo editor de El Monstruo de Colores no tiene boca. Por acaso o desenho mais interessante é da nossa 'tuga Ana Menezes para nosso gáudio nacionalista da treta ao ponto de até o reproduzimos aqui como ícone para este "post" sobre os zines de autores associados à Chili Com Carne participaram ou lançaram - e que não tenho tido tempo nenhum para os divulgar, aqui vai!!

Continuando entre castelhano e português, Cotidiano de Lujo #1 de Júlia Barata (ou Tovar, é assim que assina em Zona de Desconforto) é uma recolha de BDs sempre a abrir - porque a vida quotidiana é isso mesmo! - desta autora portuguesa residente na Argentina. Entre a leveza de uma Maitena (ergh) e algo mais naíf e verdadeiro - a quinta vinheta da página 14 é fantástica! - Júlia conta as suas aventuras autobiográficas com a família e a sociedade argentina. Para quem gostou do que ela contou no Zona de Desconforto esta é uma óptima forma de não lhe perder o rastro. Quando sair o número dois espero que ela avise de tal! Ah! Este zine e outros da autora e do seu marido Alejandro Levacov estão disponíveis na nova livraria lisboeta (ena!) Tigre de Papel.

O Sim Mau apareceu na Feira Morta na Bedeteca de Lisboa com uma série de zines produzidos na sua estadia numa escola de BD em Viborg (Dinamarca). Cyclops #4 cujo tema "Interpretations" é o resultado das classes dadas pelo argumentista Steven T. Seagle (um cromo da indústria norte-americana dos "comics") com cerca de três dezenas de alunos a interpretarem um texto (muito) simples que o gringo escreveu. Um exercício que tem tudo de "oubapoano" e mostra como realmente algo como um texto tão simples pode ter tantas visões diferentes. Seria algo que as escolas de BD portugueses deviam deitar cá para fora o tempo todo... Com outro aluno da mesma escola, o norueguês Erlend Sandoy, juntos fizeram o zine Man, take your freedom que parece um libreto da revista Mad para um oratório da Santa Igreja Queer dos Ogres Contabilistas. Sim Mau desenha a narrativa e Sandoy embeleza com molduras com motivos "Sword'n'Sorcery", quem escreve os versos não se sabe mas é aqui que se percebe que os Game of Thrones são uma má influência para a nossa Juventude! Ámen! A solo ainda há A day in school with refugees que sabe a pouco para tema tão importante, ou seja, sobre a escolarização de jovens refugiados (da Síria) e os seus problemas de adaptação na Dinamarca. Com um "final feliz" não deixa de ser estranha uma abordagem tão superficial mas a sinceridade é assumida desde o título de 12 páginas A4. Foi só um dia...

Por fim, III é o primeiro zine (acho, apesar do título indicar o contrário) de Rui Moura, um jovem artista que faz culto de arte freak e todo o fumo associado. Esta BD que publica está muito verdinha para aquilo que sei que é capaz de fazer, conheci-o através de uma candidatura interessante para o concurso dos "500 paus". Diria que serviu de desculpa apenas para experimentar a edição e o linóleo. Fazes melhor do que isto, certo?

sábado, 7 de novembro de 2015

Zona de Desconforto ESGOTADO /// originais em exposição na BD Amadora 2015


Livro do ano passado da nossa colecção de livros de viagem para quem gosta de viajar sem apanhar transportes e gastar dinheiro, a LowCCCost.

Zona de Desconforto é uma recolha de relatos de autores de Banda Desenhada que foram estudar ou trabalhar para fora de Portugal
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Os autores apesar de terem sido "obrigados" a trabalharem em registo autobiográfico para relatarem as suas experiências, que vão da leve piada do choque cultural às reflexões profundas e intimistas, ainda assim o estilo pessoal de cada autor não foi prejudicado.

Organizado por ordem cronológica, o livro começa com André Coelho, que estudou em Barcelona, em 2006, e expõe as questões nacionalistas catalãs, mas a experiência similar de Amanda Baeza no País Basco (estudou em Bilbao, em 2010) é mostrada de uma forma oposta e "leftfield".

Holanda vai ser uma coincidência de país para a "globe trotter" Christina Casnellie (em 2006) e um ano mais tarde, José Smith Vargas, maior é a coincidência é que  ambos desmontam a sociedade holandesa e a "pan-ibérica".

Londres também é uma "coincidência" para encontramos Ondina Pires (ex-Pop Dell'Arte, ex-The Great Lesbian Show) entre 2008 e 2010, e Francisco Sousa Lobo (vencedor do concurso "500 paus") entre 2010 e 2013, que usam "comic relief" q.b. para contar a depressão que se sente na capital inglesa, e no caso de Lobo esta sua BD é uma "companion" para o badalado romance gráfico O Desenhador Defunto. Mas antes, David Campos complementando a sua experiência da Guiné-Bissau (relatada no Kassumai) visita o resort  de Cap Skirring (Senegal) em 2007 para alertar-nos da exploração não só de recursos económicos mas também sexuais de África.

Em 2013 ainda temos as instrospecções políticas de Tiago Baptista em Berlim, durante uma residência artística; e mais extremas as deslocações sul-americanas de Júlia Tovar para Buenos Aires, decidida a criar a sua família, e com alguma ponta de ironia Daniel Lopes mostra o Brasil como o "futuro", na sua recente visita profissional, como académico.

Esta edição foi coordenada por Marcos Farrajota, frustrado e impotente em testemunhar a emigração, em alguns casos forçada, dos seus amigos e conhecidos à procura de melhores condições de vida, num país que deixa um filha-da-puta de um político alarvar bitaites de que "o melhor que os jovens portugueses têm a fazer é emigrar".

O livro não tem uma "agenda política" porque deixa que o relato de cada autor siga o seu rumo, com saldo positivo ou negativo, deixando ao leitor a interpretação que desejar.

Longe de nós impormos seja o que for...

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Arranjo gráfico: Joana Pires; Capa de João Fazenda; Apoios do IPDJ, Alt Com / Tusen Serier

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talvez ainda encontrem exemplares nas lojas Palavra de Viajante, El Pep, Mundo Fantasma e LAC.

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Historial: lançado na Palavra de Viajante, a livraria mais bonita de Lisboa a 5 de Abril de 2014 ... vencedor do Melhor Álbum Português pela BD Amadora 2014 ... uma das melhores "graphic novels" portuguesas de 2014 segundo Pedro Moura no sítio de Paul Gravett ... na lista do Melhor de 2014 pela loja Matéria Prima ... Vencedor de Melhor Obra Curta (Berlim de Tiago Baptista) pelos Prémios Central Comics 2015... exposição na BD Amadora 2015 ... 

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Feedback: Grande edição! Podes dizer ao Sousa Lobo que graças a ele voltei a acreditar na BD portuguesa. Que estouro. André Coelho (por e-mail 04/04/14) ... já li o livro, falta o Francisco que guardei para o fim, gostei bastante, é bom os trabalhos serem tão diferentes, acho que as histórias conseguem mesmo levar-nos para outros tempos e espaços geográficos, fizeram-me sentir mesmo fora daqui e todas as problemáticas que isso acarreta, não que sentisse um profundo envolvimento mas consegui deslocar-me... isso é bom. como se de estória em estória saltasse de cidade em cidade. Depois vou ler a história do Francisco e reler tudo de seguida a ver como é... Tiago Baptista (por e-mail 04/04/14) ... 'Tá bem apanhado, o título. Li num parque rodeado de turistas, a pensar que ia compensar a sensação "Portugal, Inatel da Europa". Não tenho a certeza, e parece que apanhei a sensação turística no obverso. O Lobo, se calhar porque parece ter mais espaço que os outros, apanha bem a coisa 'tuga: é como rir de alguém que tem um problema sério. Fora isso acho que o livro caiu ao chão quando li a história dele, de tão pesada que era. O género autobiográfico é fodido e em vez de heróis ficaram os episódios. O Baptista e o Coelho parece que quiseram meter lá os heróis em vez deles. A Amanda Baeza é um pequeno ovni... já tinha falado com ela sobre este bolo basco pesadíssimo, que estou a pensar fazer um dia. Outros, tendo estilos que me pareceram familiares, não retive tanto. Curti algumas piadas da história da Tovar, e se já vi a cena de estar nu noutro lado, ri na mesma quando vi. Fixe o traço do Campos e a deambulação anti-Club Med. Fiquei a saber o que é um flessenlikker e vou ver se arranjo um, para poupar uns trocos e viajar mais. Astromanta (por e-mail 17/04/14) nice book, is an architecture/city sketchbook of tales Valério Bindi do Crack Festival (e-mail 20/04/14) ... Os autores destas histórias a vermelho, nada inocente, seguramente, poderão usar diferentes intensidades dessa leitura dupla. Podemos lê-las como pequenos apontamentos autobiográficos ou impressões do “lá fora”, mas perder-se-ia parte do seu poder colectivo. Mas é na sua conjunção, e no seu gesto editorial total, que percebemos a responsabilidade assumida na identificação do desconforto apontado. Pedro Moura / Ler BD ... Dez autores com registos muito distintos criam uma harmonia que já vai sendo regra nos livros colectivos da editora e que deve mais à mundividência partilhada do que qualquer esforço de homogeneização. (...) tem algo de antologia de BD contemporâena, mas a sua verdaderira vocação é a de dar a ver / ler o mundo estilhaçado que nos coube Sara Figueiredo Costa / Expresso ... De facto todas as histórias de Zona de desconforto trabalham a percepção que qualquer grau de segurança está a um passo de ser exposto quando se dá um passo no desconhecido, mesmo um desconhecido próximo. E para abordar o mundo é necessário cada vez mais dar esse passo. JL ...



André Coelho

David Campos

Francisco Sousa Lobo

Amanda Baeza

Tiago Baptista

Daniel Lopes


segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Zona de Desconforto no P3


Excelente artigo de Amanda Ribeiro no P3 sobre o Zona de Desconforto. Muchas gracias!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

ZONA de DESCONFORTO / a capa de João Fazenda vai a votos?

Duas opções para a capa do livro, por João Fazenda

A Associação Chili Com Carne tem uma colecção de livros de viagens, intitulada LowCCCost e dirigida «a quem gosta de viajar sem apanhar transportes e gastar dinheiro!» Os livros que já saíram contaram a turnê punk-mas-com-livros de 6 associados por uma "Europa aborrecida" e os seis meses de David Campos na Guiné-Bissau. Desta vez vamos a todo o lado sem preparar uma aventura - como assim?
Queremos no próximo volume, para já intitulado de Zona de Desconforto, juntar as experiências dos nossos autores de BD no estrangeiro enquanto estudantes ou trabalhadores. Muitos têm ido estudar graças a programas universitários como o Erasmus ou através de outras bolsas institucionais. Outros têm ido para fora trabalhar ou porque não encontram estímulos para a sua criatividade num país periférico e atrasado como o nosso, ou porque tiveram mesmo de procurar emprego para sobreviver, como infelizmente um filho-da-puta do actual governo proferiu recentemente, que "o melhor que os jovens portugueses tinham a fazer era emigrar". O que poderia ser uma abstracção ou uma demagogia bizarra tornou-se uma realidade e nem todos voltaram ou voltarão a este canto europeu...

O que se quer desta antologia? Da mesma forma que nos outros volumes se contam episódios no estrangeiro, neste volume tanto podem ser relatadas situações leves (piadas de choque cultural - tipo: "os ingleses metem ketchup em tudo") como reflexões mais profundas e intimistas - indo ao extremo de um manifesto político, caso achem necessário.

O que interessa é que sejam relatos na primeira pessoa, vividos pelos próprios (autobiografia) ou pela observação de terceiros (reportagem, jornalismo,...) sem que, no entanto, o estilo pessoal de cada um seja prejudicado, mantendo a característica "chili com carne" das nossas antologias. A prioridade de publicação irá recair sobre "quem esteve lá" mas aceita-se também que os autores de BD da Chili Com Carne desenhem histórias de outras pessoas que conheçam que estão / estiveram no estrangeiro.

Este volume vai ter o apoio do Instituto Português do Desporto e Juventude e do Festival Alt Com (Malmö, Suécia), este último com o objectivo de realizar uma exposição no festival com a presença de alguns autores, em 2014.

André Coelho

Autores que participam: Christina Casnellie (Holanda 2006), Ondina Pires (Londres 2008-10), Daniel Lopes (Brasil 2013), Tiago Baptista (Berlim 2013), José Smith Vargas (Holanda 2007), Amanda Baeza (Bilbao 2010), Francisco Sousa Lobo (Londres 2010-13), André Coelho (Barcelona 2006), David Campos (Cap Skirring 2007) e Júlia Tovar (Buenos Aires 2013).

Agradecimento especial a Begoña Claveria (Espanha) que fez uma radiografia a Portugal (2009 até ao presente) mas que fica fora do âmbito desta antologia a ser lançada no final do ano.

Serão 144 p. de muita boa BD!!!
ISBN: 978-989-8363-25-1
Design : Joana Pires
Editor: Marcos Farrajota
Capa: João Fazenda