manual prático de uso da CCC (2/6) : edições esgotadas
![]() |
| Ilustração de Nunsky para o esgotado Chili Bean |
Nope!
É verdade que aumentamos sempre o preço de uma edição prestes a esgotar a partir dos últimos 10 ou 20 exemplares mas a razão é que queremos que esses últimos exemplares sejam adquiridos por quem quer mesmo e não para mais um colecionador tarado qualquer que nem sabe o que está a comprar... E é verdade que também é para capitalizar um pouco mais com esses últimos exemplares porque se os nossos livros pagam as despesas de impressão, raramente fazem lucro.
"Mas se venderam tudo não era de reeditar?"
O que acontece é que sendo uma estrutura pequena como a nossa não temos muita capacidade para reedição porque significa voltar a investir dinheiro num projecto em deterioramento de outros novos. Significa também ter que arranjar mais tempo e espaço para armazenar livros. O que poderiam perguntar é porque uma editora profissional não pega nos nossos livros esgotados e nesses autores que deram provas de sucesso?
O que sobra depois de acabar uma tiragem? Existem as bibliotecas públicas e as Bedetecas que pululam pelo país e até pelo mundo fora - a Fanzinoteca de Poitiers, por exemplo.
O que sobra depois de acabar uma tiragem? Existem as bibliotecas públicas e as Bedetecas que pululam pelo país e até pelo mundo fora - a Fanzinoteca de Poitiers, por exemplo.
E há sempre hipóteses de encontrar ainda em algumas lojas os títulos esgotados porque nas boas livrarias há um cuidado em ter sempre tudo acessível como faz a Snob.

2 comentários:
Hahaha... curiosamente arranjei o Sourball, assim como Mutate & Survive, há uns meses numa Bertrand de Coimbra...
sortudo!!! e aposto ao desbarato, não?
Enviar um comentário