terça-feira, 23 de julho de 2024
domingo, 31 de dezembro de 2023
Gatunos comix... ESGOTADO mas com simpática resenha espanhola!
Saiu na Feira do Livro de Lisboa 2022 mesmo para meter nojo às bestas editoriais.
ESGOTADO mas ainda pode ser que haja na Kingpin Books, Tinta nos Nervos, Tigre de Papel, Senhora Presidenta, Matéria Prima, Socorro, Legendary Books, Tasca Mastai, Alquimia e Utopia.
Limitado a 100 exemplares, capa a cores, 36p. 18x24,5cm, a preto e branco excepto 4 páginas a cores.
FEEDBACK
Este Smash é uma pérola!
Este livro é muito fixe!
Great Stuff!
Esta publicación alucinante cuya portada hace pensar en Samplerman contiene piezas que, en realidad, se alejan bastante de los collages abstractos del francés: quien o quienes se encuentran tras el pseudónimo de 40 Ladrões recurren al collage y al apropiacionismo, pero, más bien, para provocar efectos distorsionadores y resituacionistas en iconos del cómic, especialmente los de Disney. La cita de William S. Borroughs en el título del comic hace pensar en su técnica del cut-up: se trata de crear algo nuevo de pedazos de lo viejo, bucear en el cómic industrial infantil y juvenil para recortar y recombinar sus imágenes en otras nuevas, perturbadoras, escatológicas o, simplemente, de una provocadoramente gamberras. Pero también, en ocasiones, críticas. Como reza una de las viñetas de la historieta titulada «Smash the Control»: «All copyrights infringed».
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domingo, 10 de maio de 2026
Carne para Canhone #5 ESGOTADO
Já podem procurar o novo número do jornal de BD CARNE PARA CANHÃO uma vez que os nossos rivais estão a deixar de existir ou de serem distribuídos na eterna espera pela falência da VASP e à falta de locais de venda graças à turistificação do país.
...
São 16 páginas a preto e branco com participações de Rui Moura (capa e ilustração), Beatriz Brajal, Luís Barreto, Alexandra Saldanha, Ângela Cardinhos, José Smith Vargas (quando tinha 17 anos!!), Zé Lázaro Lourenço, Anaís Fernandes, Léo, Rodolfo Mariano e Carlos Carcassa (BDs), Hugo Noronha de Almeida, Leonor Garcia e Marcos Farrajota (textos).
...
É grátis
como sempre na Ar.Co., BdMania, Bivar, Carbono, Casa da Achada, Casa do Comum, Cinema Ideal, Cinema S. Jorge, Dois Corvos, Flur, Greta, restaurante Joud, Kingpin Books, Letra Livre, Linha de Sombra, Neat Records, Penhasco, Snob, STET, Tigre de Papel, Tinta nos Nervos, Vinil Experience, Vortex, ZDB (Lisboa), Bedeteca do Porto, Cassandra, Espaço Musas, Louie Louie, Matéria Prima, Socorro, Trama (Porto), Atelier Abracadabra, Lúcia Lima (Coimbra), Insensato, Papelaria "O Clip" (Tomar), CAAA (Guimarães), Velhotes (Vila Nova de Gaia), Biblioteca de Alpiarça, Carmo'81 (Viseu), Biblioteca das Caldas da Rainha e Meia Volta de Úrano (Cacilhas)
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40 Ladrões reagiu: a bd dos drones 'tá incrível.
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terça-feira, 16 de abril de 2024
CPC ESGOTADO
A Chili Com Carne tornou-se numa enorme corporação com uma implantação em vários mercados - da culinária à livreira, da cimenteira à fonográfica - e o que faz uma empresa quando ganha um estatuto pujante?
Simples!
Investe nos seus próprios meios de comunicação e propaganda!!
Assim que surge Carne para Canhão, um jornal semestral anual que pretende informar uma nova geração de leitores sobre romances gráficos e cultura URbana.
Neste primeiro número participam na frente de combate 40 Ladrões, Alexandra Saldanha, Amanda Baeza, André Lemos (capa), Ângela Cardinhos, Francisco Sousa Lobo, João Carola, Luís Barreto, Nunsky, Rodolfo Mariano e Rui Moura - que fez o design da publicação. E há (oh não! que seca, ter de ler sobre BD!) textos para LER de Marcos Farrajota e Nuno de Sousa.
Locais de distribuição gratuita: Linha de Sombra, Kingpin, Tigre de Papel, ZDB, Tinta nos Nervos, Snob, Neat Records (Lisboa), Atelier Abracadabra (Coimbra), Paperview (Leiria), Carmo'81 (Viseu), Biblioteca de Alpiarça, CAAA (Guimarães), Louie Louie (Porto) e Insensato (Tomar).
Fizemos 1000 exemplares e chegamos à conclusão que é pouco, ESGOTOU rápido!!!
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
It's fun to have fun!
O zine foi editado pela nova 40 Ladrões, é composto por 16 páginas A5 com BDs e desenhos que usam imagens de outras BDs comerciais mas construídas com várias sobreposições de desenhos e com "detournements" nos textos. Será que é para gozar com essa cambada de pichas-moles dos "bedófilos"? Para subverter uma cultura estereotipada da Disney, Marvel, fumettis porno e Manga? Por puro prazer gráfico? Por todas estas razões? Algumas delas razões podem ir até aos tempos das Tijuana Bibles (revistas norte-americanas pornográficas de BD dos anos 20 e 30) em que segundo as palavras de Art Spiegelman a sua razão de sucesso passava pelo the thrill of violating copyright and licensing law as with sexual need. Outras razões é porque vivemos uma cultura de "copy / paste".
Este "Isto não é uma pila de pato" vai buscar emprestado o Ceci n'est pas une Pipe do quadro "A Traição das Imagens" de René Magritte e o autor do zine tal como Magritte também não nos quer mentir. Estas BDs rapinadas não são nem vida real porque uma pila de pato é um caso sério (basta procurar no 'net quem quiser ficar enojado ou fascinado com o orgão da ave) e o que se sente ao ver este zine é o mesmo o que sente quando se vai visitar uma fábrica de salsichas... deixa-se de comé-las! O "universo" Disney (ou os outros referidos) são uma fantasia degenerativa que merece ser esticado a outros niveis, a maior parte deles proíbidos pelas empresas que detêm os seus direitos. Mas mais do que um autor poder reclamar as fantasias para o seu trabalho, acabando até por as renovar, faz parte da luta deste século estancar os abusos da cultura das empresas multinacionais e do capitalismo selvagem que estão a transformar os humanos em pequenos idiotas bárbaros.
Este zine coincide com este ano de 2014 marcado pelo triunfo da barbárie a julgar pelo sucesso da Comicon Portugal, um evento de cultura Pop que nada ofereceu para além de vaidade e exibicionismo do próprio público. Ou seja, o evento era feito pelos próprios pagantes (que praticam Cosplay) e estes lá dentro não tendo nada para fazer só lhes sobrava comprar o que estava nos stands - convenhamos depois de 15 minutos de mostrar a bundinha de Darth Vader o que resta fazer? Segundo contam as empresas que lá estiveram, o consumo foi histérico, seja para comprar "action figures" seja para livros de BD de qualquer espécie. Nada contra o facto de uma criança ou um adulto fazer costura e mascarar-se de Pokemon gigante e nada contra eventos que o único objectivo é mostrar as máscaras e vestimentas feitas, cada um pode-se divertir como quiser! O que é vergonhoso é o evento obrigue a quem o faz existir a pagar entradas. É aquela máxima "pagar para trabalhar" que parece tão medieval mas tornou-se perfeitamente contemporânea à cara-podre bem sorridente. Os fãs não sabem organizar-se por eles próprios e criar os seus próprios eventos já que sabem costurar? Ou só nas "Cons" (não significa "aldrabar" em inglês?) é que se pode vestir de super-herói sem a DC por um processo judicial em cima? De repente até a BD Amadora já parece um oásis de cultura... Será que lá aceitam mostrar pilas de patos? Sem dar numa de "con man" é melhor comprarem este zine antes que venha a carta de advogados.
Na Feira das Almas uma presença regular é o da ilustradora Margarida Esteves que tal como dezenas de outras pessoas que se dedicaram à Ilustração encontraram um mercado sem força nos últimos 10 anos. Alguns culpam a crise outros os conteúdos baratos digitais mas como bem sabemos o que se passa é apenas falta de cultura sobre a imagem da sociedade portuguesa em geral e em em especial nos jornais e editoras - lembram-se quando o jornal Público decidiu deixou de usar ilustração ironicamente no mesmo ano que venceu os mais importantes prémios internacionais de imprensa graças aos desenhos de André Carrilho e outros ilustradores? Pois...
O resultado é que a ilustração tem aparecido ou como uma substituição do mercado de galeria de Arte (no caso de muitos graphzines) ou como um novo artesanato urbano que decoram produtos. Prefiro a segunda opção porque decorar a nossa existência de forma mais personalizada é um acto de rebeldia contra as t-shirts dos Ramones da H&M ou carteiras da Hello Kittie. O problema tem sido as limitações artísticas das ofertas dessas ilustrações que aparecem, geralmente como coisinhas demasiado queridinhas ou sem imaginação. O trabalho da Esteves não é a minha onda, isso é certo, mas no meio dos seus produtos "cute" encontrei um zine bem engraçado que pretende ser uma série e que só arrisquei o segundo volume, o Norberto nas Montanhas. Trata-se de um urso que se mete em sarilhos ou que apanha com malta estranha - como o Sr. Melro que colocou uma pata extra na órbita do olho que já não funcionava (oh yeah!). Réplica da lógica "Os Cinco na Coina", "Uma Aventura em Chelas", "Anita muda de sexo",... ok, ok, não é bem isto mas perceberam... Ah! Norberto no próximo volume vai apanhar chuva e eu vou ver se ainda o apanho! Esteves está de parabéns desde logo por não ter ficado pela mera ilustração de postais e afins ou de ter feito um graphzine cheio de desenhos à toa. Dirigiu a sua criatividade para um zine de texto ilustrado que merece ser seguido!
Saiu o novo volume do Portuguese Small Press Yearbook, desta vez dedicada ao tema do "trabalho colectivo" onde se encontra a "nossa" Chili Com Carne! Importante este trabalho de compilar informação e testemunhar prá História mas o PSPY poderia ter um bocado mais de joie de vivre e sobretudo um design mais arriscas mesmo que saibamos que não é fácil ter informação em trilingue. Se as editoras deste anuário têm referências em projectos editoriais com grafismos ousados como os do Clube do Inferno ou Oficina Arara, não percebo a "cegueira"... Deveriam contratar O Panda Gordo que em Maio lançou publicamente o relatório de projecto Sobre a concepção, edição, produção, distribuição, etc... de Fanzines, trabalho universitário da licenciatura de Design de Comunicação das Belas Artes do Porto. Quer em atitude quer em aspecto mete o PSPY num canto. Parte relatório formal (cheio de citações para a academia encher o olho) parte desabafo de fracasso e glória de quem descobriu a libertação artística através do formato fanzine. Entre as diatribes com o mundo universitário (e Bolonha nada acrescentou, Panda, a universidade sempre foi uma grande merda), o funcionalismo e o empreendorismo (ler, falência do capitalismo), o Panda processa as experiências que teve com a sua envolvência na cultura DIY nos últimos anos e como estas práticas modificaram o seu modo de pensar sobre criatividade e as consequentes questões como a política e a economia. Sendo o documento mais importante sobre fanzines desde os textos de Daniel Lopes (in Hoje, a BD 1996/99), os "bedófilos", os "cosplayers", as ilustradoras e as académicas deveriam ler isto, talvez não mudassem de opinião e posição no mundo mas pelo menos não poderiam dizer que não sabiam que [cortar] / [colar]
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domingo, 8 de outubro de 2023
Colectiva CCC#6: "Carne Para Canhão" in Alpiarça
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segunda-feira, 13 de março de 2023
Será a caneta mais poderosa do que a espada?
Este mês é a vez do 40 Ladrões que fez um Mesinha de Cabeceira recentemente e ainda está disponível!
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quinta-feira, 28 de setembro de 2023
Dois ou três pensamentos soltos (2)
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domingo, 4 de agosto de 2024
Ensaio para 30 : Colectiva Chili Com Carne #7
1, 2, 1, 2, som, som, som
É curioso que sempre que a Chili Com Carne faz um número redondo, comemora em Espanha - em 2015 ao fazermos 20 anos formos parar à Biblioteca Pública Casa das Conchas, em Salamanca, no âmbito do Encuentro de Editores Inclasificables - e neste quase quase quase 30 anos eis-nos a ensaiar uma comemoração dessas três décadas de existência no festival de BD Viñetas Desde o Atlântico n'A Corunha, Galiza.
A Chili Com Carne é uma organização de jovens artistas sem fins lucrativos cujo funcionamento assenta na cooperação livre e espontânea dos seus associados. Desde a sua fundação em 1995 que temos promovido e desenvolvido as mais diversas realizações no campo das artes, que se têm concretizado, entre outros aspectos, na organização de diversas exposições e publicações. Temos entendido como sendo prioritária uma linha de actuação que privilegie a independência do autor, entendida como liberdade e autonomia de critérios do produtor de objectos artísticos, acentuando a diversidade de formas e conteúdos que caracterizam a expressão artística e cultural contemporânea.
Desde 2000 que trabalhamos sobretudo na área da edição em que todas as infecções são possíveis nos livros ou discos publicados: literatura, Banda Desenhada, ilustração, ensaio e música. Livros que são discos ou vice-versa. BDs que desafiam as fronteiras da ilustração ou da literatura, onde começam e acabam cada uma delas? Os livros que são zines ou será antes o contrário? A cultura digital trouxe-nos mais incertezas do que nunca, na Chili vivemos com elas e lançamos mais achas prás fogueiras dos mercados livreiros e não só.
Trinta anos resulta em acções mil, participações de outras centenas de artistas e dezenas de parcerias. Entre 12 e 18 de Agosto na Agrupacion Cultural Alexandre Boveda será apresentado uma miscelânea de materiais que encontramos na sede da Chili: cartazes, serigrafias, impressões digitais, ilustrações, desenhos, pranchas de BD e colagens.
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terça-feira, 24 de setembro de 2024
Carne para Canhão-ão #2 ESGOTADO
Capa-remix da Matilde Basto
Esperando vencer as fake news dos Direitas e projectar do seio da Chili Com Carne futuras figuras de proa na cultura - e quem sabe, na política! - eis o segundo número do Carne para Canhão-ão com as contribuições de Matilde Basto (capa), 40 Ladrões, Rodolfo Mariano, Carlos Carcassa, Inês Louro, Lucas Almeida, Luís Barreto, Martino Gallo com Alexandre Piçarra, Rudolfo, Sofia Ciente e João Carola (BD's), Tomás Ribeiro e Rui Moura (ilustrações), Hugo Almeida e Marcos Farrajota (textos).
...
Encontra-se em Lisboa (que cheira mal por todo o lado) na Ar.Co., BdMania, Carbono, Flur, IPLuso, Kingpin Books, Linha de Sombra, Neat Records, Snob, Tigre de Papel, Tinta nos Nervos e ZDB; e no Atelier Abracadabra (Coimbra), Carmo'81 (Viseu), SMUP (Parede), Espaço Musas, Louie Louie, Senhora Presidenta (Porto), Paperview (Leiria) e CAAA (Guimarães).
Este número está para esgotar - e irá esgotar no Festival de Alpiarça e Feira Anarca de Lisboa - por isso despachai-vos a sacar a vossa cópia!!!
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sexta-feira, 26 de agosto de 2022
"Depois passo por aqui com mais calma e menos pessoas" - Cabotino Monedas dixit
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terça-feira, 20 de junho de 2023
Histórias das poderosas Canetas
A Chili Com Carne volta a colaborar com o projecto Story Tellers, desta vez com a sua "residência" no Le Monde Diplomatique (ed. portuguesa) e a secção Será a caneta mais poderosa do que a espada? Trata-se de uma selecção de respostas dadas por oito (nove!) artistas à pergunta que se repete desde Janeiro de 2019 sempre com respostas inesperadas!
Lendo QR codes no Parque Silva Porto, em Benfica, poderão recuperar a estreia desta secção com Francisco Sousa Lobo - quase uma introdução para o seu novo livro Cartas Inglesas -, seguido de André Coelho com Manuel João Neto, Amanda Baeza, Hetamoé, Ana Biscaia, André Lemos, a artista convidada Cátia Serrão e o misterioso 40 Ladrões que fez recentemente um Mesinha de Cabeceira.
As BDs vão estar disponíveis a partir do dia 21 de Junho até o dia 21 de Setembro.
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quinta-feira, 6 de novembro de 2025
Turma do Cangaço, Nostalgia, Veneza, salário baixo, maridos, LGBTI+ comix, Zé Miau, auto-tripes, Indie 2018, xenofobia, cabeças,...
Eis o segundo número da revista PENTÂNGULO que dá continuidade à parceria entre o Ar.Co. - Centro de Arte e Comunicação Visual e a Associação Chili Com Carne.
A Pentângulo é uma publicação que confere visibilidade ao trabalho de novos autores cuja formação tenha sido feita no curso de Ilustração e Banda Desenhada do Ar.Co.
Sem hierarquias, nomes consagrados e estreantes, alunos, ex-alunos e professores misturam as suas imagens e palavras numa saudável promiscuidade.
O departamento de Ilustração/BD do Ar.Co tem vindo a pôr em prática um modelo pedagógico que privilegia as aplicações específicas da ilustração e banda desenhada em relação ao mercado editorial, tendo para o efeito realizado parcerias com várias entidades ao longo dos seus 18 anos de existência, entre elas a Chili Com Carne com quem o departamento colaborou desde o início do milénio.
Só com o primeiro número, a publicação viajou com uma exposição pelo Festival de BD de Beja e uma apresentação na Feira do Livro de Lisboa, em 2018. Seguimos para aonde? Nesta segunda entrega além de BDs cada vez mais ousadas, destacamos para o acréscimo de mais textos de reflexão e informação, algo que a comunidade ligada a estas Artes foge ou tenta ignorar, aqui não. Desafio que lançamos, que tal uma banda desenhada que discuta sobre banda desenhada? Quem sabe para um número futuro...
Coordenação editorial por Daniel Lima, Jorge Nesbitt e Marcos Farrajota. Design por Rudolfo. Capa de Nuno Saraiva. Colaboram neste número: Amanda Baeza, Ana Dias, André Pereira, Daniel Lima, Dois Vês, Francisco San Payo, Francisco Sousa Lobo, Gonçalo Duarte, João Carola, João Silva, Luana Saldanha, Marcos Farrajota, Mariana Pinheiro, Mathieu Fleury, Pedro Moura, 40 Ladrões, Rodolfo Mariano, Rosa Francisco, Sara Boiça e Simão Simões.
Apoio do Instituto Português de Desporto e Juventude.
E apoio de distribuição das seguintes lojas BdMania, Linha de Sombra, Matéria Prima, Kingpin Books, Mundo Fantasma, Snob e Tasca Mastai.
Para além das lojas indicadas, também se encontra no nosso sítio em linha, Tigre de Papel, ZDB, Tortuga (Disgraça), A Vida Portuguesa e Utopia.
nomeado Melhor Antologia e Melhor BD Curta (de Francisco Sousa Lobo) para os prémios Bandas Desenhadas 2019
...
participação na exposição TPC na Festa da Ilustração, Setúbal, 1-30 Junho
...
Nomeada para Prémio de BD Alternativa Angoulême 2020
...
artigo sobre a nomeação em Angoulême com muitas páginas do Pentângulo #2 no Público 29/01/20
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terça-feira, 21 de junho de 2016
40 ladrões em Londres
12 Star Gallery
Europe House 32 Smith Square London SW1P 3EU
Private view | 21 June 2016 | 6:30-8:30 pm
The Forty Thieves is a work-in-progress comic book. It features interviews with artists and critics in the fields of fine arts and comics. The comic book will focus on the influence – what it is and how it operates. This exhibition will mark the halfway point of the process. Interviews include Chester Brown, Michael Landy, Seth, Hugo Canoilas, Adam Chodzko, Marco Mendes, Amanda Baeza, Alice Geirinhas and many others.
The exhibiton will include original drawings, video excerpts of interviews and reproductions of objects precious to each interviewee.
Francisco Sousa Lobo works in fine art and comics, and has a background in architecture. As a comics author he has been published in the UK, Spain, Italy and Portugal. As a fine art practitioner he has exhibited widely in Europe, from Museu do Chiado, Lisbon to the New Art Gallery in Walsall and the Royal Academy of Arts in London. His printmaking work is present in several public and private collections. Sousa Lobo is a PhD in Art at Goldsmiths, London. He previously studied Printmaking at MA Level at the Royal College of Art in London, with a Gulbenkian Foundation scholarship.
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domingo, 5 de janeiro de 2025
Chamar os bois pelos nomes (relatório zines + "indies" 2024)
Pouco a pouco vai-se lambendo as feridas da inércia e ignorância das editoras profissionais e das instituições públicas. É no mundo dos "indies" que se passam as coisas que interessam, mesmo quando a sua dimensão tão consegue influenciar a esfera pública. Azar do caralho...
Ú-quê!?Começo com QEQTPQE?? (imagem do lado) que é uma antologia de um novo colectivo do Porto - é lá que aparece sempre as boas novas! - a Goteira. Foi o evento do ano na BD portuguesa... Para mim, significa estar menos sozinho contra a ignorância que grassa no meio da BD. (...) vou enaltecer o gesto das três editoras-autoras que meteram mão à massa, lançaram uma convocatória e descobriram artistas novos (...) Os "novos" significa que são novidade para o "mercado". Cada um deles tem os seus vocábulos e estéticas, mais inspirados ou menos, com influências mais óbvias que outras, pouco interessa! O que interessa é que estão aqui 132 páginas impressas (...) completamente diferentes do que se fez aqui na Chili e até no passado portuense (...) Que apareçam mais projectos assim!
Dignos de novidade: Guarda-Livros de Teresa Arega, pelas Edições da Ruína, A Armação de Daniel Silvestre (sem o ter visto ainda mas acredito que deve ter qualidade) e os minizines de Tetrateles, que são um verdadeiro "work-in-progress" artístico pessoal.
"O Gato Mariano" voltou ao papel para compilar a primeira parte da sua "graphic novel" (ai!) enquanto um tal de Michi compilou a sua série Meliel, um manga com desenhos super-poderosos.
Continuaram projectos das editoras Chili Com Carne, Erva Daninha (zines), Imprensa Canalha, Opuntia Books (ambas gráficas) e Sendai (BD japonesa), os títulos O Filme da minha vida, O Hábito faz o Monstro, Invasão, Mesinha de Cabeceira, Olho do Cu e Shithole, e foram publicados vários títulos por André Coelho, Gonçalo Duarte e Rudolfo.
Maldito Aquele Lugar (M.A.L.) de Rodolfo Mariano foi recuperado em formato livro, ou seja, os três zines publicados viram "bronze" na sua segunda vida. O que é bom tem de ser republicado para não ser esquecido em meia-dúzia de fotocópias para meia-dúzia de curiosos. Há boa produção em Portugal e ela precisa de ser mais visível, como é óbvio. Ora as editoras especialistas e profissionais parece que estão sempre de olhos vendados. Quando não estão atiram-nos areia para os olhos, como aliás se pode testemunhar que numa ano de muita oferta no mercado livreiro. Dessa fonte infinita a jorrar, só se aproveitou a segunda versão de Here / Aqui do norte-americano Richard McGuire, uma obra tão importante na BD mundial que a editora diz isso mil vezes na sua nota de imprensa - nesse caso não se percebe é porque demorou 10 anos a ter publicação portuguesa. Claro, que só saiu agora devido ao segundo filme que adapta esta obra estar nas salas de cinema! A hipocrisia é um dos maiores luxos já diziam os outros. Dos horrores que atormentam as estantes de BD destacamos, sem ainda não ter lido, os dois volumes de Chumbo do franco-brasileiro Matthias Lehmann, depois de estar desaparecido da edição portuguesa durante 24 anos - a Polvo cagou nele? O resto pouco interessa, esticando a corda há o Zodíaco, as memórias de Ai Weiwei adaptadas pelo casal graco-italiano Elettra Stamboulis e Gianluca Costantini (que no passado colaboraram connosco em vários projectos) mas cujos nomes eclipsaram dos registos do livro devido à gordura chinesa... "Quatro" livros de boa BD pelas "grandes"? Nada mau, já foi pior no passado... embora, percentualmente continua tudo na mesma, não?
Não é uma letra das "Mata-Ratas" mas a prova viva que a BD portuguesa continua afirma-se além fronteiras. O galego fanzine Amorcito publicou André Pereira, a Dileydi Florez saiu na revista finlandesa Kuti, Miguel Santos na revista sueca C'est Bon, Carlos Carcassa e Viviana Coelho na antologia Xorumin do Brasil, Bruno Borges duas vezes na revista eslovena Stripburger, Ana Margarida Matos no fanzine neerlandês Wobby; juntamente com Amanda Baeza e Daniel Lima foram publicados nas antologias letãs Kuš!. Desta mesma editora Sara Boiça teve direito a um mini kuš!
Matos viu o seu Hoje não publicado nos EUA (e reeditado com nova capa em Portugal - imagem do lado), Carlos Carcassa viu uma colectânea publicada na Mansion House (França), Nunsky teve reeditado em capa dura Erzsebet no Brasil (Zarabatana), Xavier Almeida um livro inédito pela Belleza Infinita (Espanha) e na Colômbia saiu Babelikon, uma colectânea de trabalhos de André Coelho, pela Vestígio.
O colectivo Magma Bruta foi ao Graf (Barcelona), Rui Moura ao Crack (Roma), a Chili ao Tenderete (Valencia) e Vinhetas sobre o Atlântico (A Corunha) - com uma exposição a "comemorar" os quase 30 anos de existência; a Imprensa Canalha ao Tenderete e Autobán (A Corunha) e a Umbra também foi ao Autobán. Francisco Sousa Lobo esteve na Alemanha a convite do Camões. Matos e Ivo Puiupo estiveram com trabalhos representados em Praga, ao Festival Lustr com direito a entrevistas no catálogo do evento - sendo que Matos estve lá presencialmente. Ah! E o Filipe Abranches foi à Feira do Livro de Buenos Aires a representar Lisboa, cena oficial e tal...
Foi um ano rico em "mercado dos indies": a FLIFA (como deve ser desta vez, sem direitinhas a foderem o esquema), Parangona (aliada à FEIA da música), Raia e Vieira da Silva em Festa (Lisboa), Feira da Alegria e Perímetro (Porto), Livindie (Arcos de Valdevez), Feira do Livro de Arte (Coimbra) e o Festival de BD e Fanzines de Alpiarça.
Mas o que se fez de bom este ano foram duas edições do Culturismo Hardcore (imagem ao lado) na loja Socorro (Porto) que é o "maior evento de nicho" de cultura Pop: videojogos, BD, música feita por pessoas reais e não por palhaços profissionais. A última edição até se dedicou à BD e onde se viu uma divertida performance de Luís Barreto e Bugs a interpretarem diálogos da BD Partir a Loiça (toda) e com intervenções musicais (das bandas que entravam na história). Genial! Para além disso, o culturismo materializou-se em dois números do seu fanzine homónimo. E falo de um fanzine no seu sentido original: obra de vários autores, fãs de cultura Pop à margem e com notícias de situações que nenhum media oficial seria capaz de registrar, como a visita do tradutor de BD japonesa Ryan Holmberg a Portugal. Numa Era de zine washing, fakezines ou post-zines este é o único fanzine TRVE!!!
Barreto foi aliás o Gajo da BD do ano. O tal Partir a loiça foi o zine mais caro de sempre! Editado como mais um número do Mesinha de Cabeceira e publicado entre a Chili Com Carne e o Culetivo Feira, custou 1000 paus (porque foi o vencedor do concurso da Chili do ano anterior, Toma lá 1000 paus e faz uma BD!) mais os custos de impressão e de um CD que acompanhava a edição. Foram feitos 200 exemplares e com um PVP a 10 Euros nunca se conseguirá recuperar o investimento. É esta dose de loucura que se precisa... Barreto ainda fez prá Erva Daninha o Lado A / Lado B. Só mostra que o pessoal do Rock tem mais pica do que os da BD!
A Aldeia Global confunde tudo. Então temos o gringo A Coxa Eléctrica a fazer fanzines em Lisboa, enquanto que o brasileiro Alex Vieira, residente no Porto faz regressar o mítico Prego - cheio de autores do outro lado do atlântico e com Carcasa e Rudolfo como representantes 'tugas. A residente em Buenos Aires Júlia Barata viu o seu livro Família (imagem ao lado) a ser traduzido em português, para a colecção RUBI - ao mesmo tempo que o seu trabalho é rejeitado pela BD Amadora para exposição.
O francês Charles Berberian regressou a Lisboa para falar do seu último livro (inédito em Portugal, claro), a luso-descendente francesa Madeleine Pereira veio mostrar o seu livro sobre os emigrantes portugueses que davam o salto nos tempos do fascismo - a ser editado em português -, e o norte-americano Christopher Sperandio voltou para mais uma exposição. Tudo isto na Tinta nos Nervos. Para quê os festivais de BD?
Sim, é verdade que Tardi e Antoine Cossé estiveram em Beja, e com exposição. E ao que parece estiveram na Amadora a sul-coreana Keum Suk Gendry-Kim, Lehmann e o brasileiro Marcelo D'Salete. Todos estes artistas fazem BD "de intervenção" ou de denúncia social. Do que adiantou? Deram autógrafos a cromos da BD e mais nada!? Algum deles foi entrevistado nos jornais ou na TV? Ou até em sítios em linha especializados de BD??? Pelo menos o Sperandio voltou a ser notícia do decadente Diário de Notícias... Isto para dizer que para os Festivais terem lá "temas contemporâneos" ou uma javardice Pop qualquer é o mesmo. Não é a partir daqui que eles farão qualquer divulgação e/ou expansão do medium para além das suas paredes quadradas. Talvez seja por isso, que haja uma nítida fuga de exposições para outros espaços e que sejam estes que realmente impressionam ou que interessam. Aliás, quando um festival de BD cobra 6 euros para vermos fotocópias em molduras, o que dizer desta fatelada toda!?
Sendo um ano de comemorações do 25 de Abril houve um foco em retrospectivas de artistas gráficos que até criaram uma iconografia desse momento histórico. Excelente a de João Abel Manta, no Palácio Anjos em Algés. Também houve do grande cartoonista António (Vila Franca de Xira), Henrique Ruivo (1935-2020) na Tinta nos Nervos, Cristina Sampaio (Casa da Imprensa, Lisboa) e Fernando Brito (Clube do Desenho, Porto).
Lucas Almeida teve uma exposição de pintura na galeria Passevite mas também mostrou os originais de Contos do Campo. No meio de Arte à séria estavam páginas do Muchechoo : Trump Card de Rudolfo na exposição colectiva Singsong na ZDB. Sem medos!
Continuaram os ciclos de programação do WC / BD (com destaques para Rodolfo Mariano, Amanda Baeza, 40 ladrões, Mariana Pita e Ana Maçã), Storytellers (que acabou este ano) e Flexágono sob a batuta de Pedro Moura para o Festival literário Fólio (Óbidos) com trabalhos de Alexandra Saldanha, André Coelho, António Jorge Gonçalves, Filipe Abranches, José Smith Vargas, Maria João Worm, Miguel Rocha e Miguel Santos.
A mais nova Bedeteca - e também a mais velha - que abriu no Porto começou a sua programação, dela destacamos as exposições de Nunsky e Daniela Duarte. Havendo um historial detrás dos responsáveis pela Bedeteca do Porto - incluindo o saudoso Salão do Porto e a revista Quadrado - espera-se mais e sempre melhor desta instituição em progressão..
Por fim, o melhor, uma retrospectiva de Francisco Sousa Lobo na galeria da escola Ar.Co. intitulada de PAPER WRAPS ROCK (imagem ao lado) e a colectiva Deeptime no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, uma parceria entre a rede Icon-Mics e o CIUHCT, onde participam Amanda Baeza, Ana Maçã, André Pereira, Bruno Borges, Cátia Serrão, Daniel Lima, Hetamoé, Mao, Ricardo Paião Oliveira, Rudolfo e os espanhóis Begoña García-Alén, Irkus, Martin López Lam e Roberto Massó. Em ambos casos houve um cuidado para que houvesse uma sobriedade e pensamento expositivo das pranchas - ou seja, não houve macaquices de cenografias kitsch a enfeitar os espaços como se fazem nos festivais de BD. Sendo alguns destes nomes os melhores artísticas contemporâneos portugueses é giro topar que foram parar a outras instituições mais sérias que as "bedófilas", porque será? (não é um pergunta, no máximo é apenas retórica)
E volto a bater no ceguinho. Todas as maleitas acima referidas revelam a falta de cultura na Banda Desenhada, transversal às instituições públicas ou empresas privadas. De resto, falar de BD como se fala de música ou cinema, continua a não acontecer. Aliás, até foi um ano em que acho que não houve nada na imprensa que fosse relevante - um artigo ou entrevista, por exemplo. No máximo as típicas resenhas com os caracteres bom contadinhos nos sítios do costume.
Naquilo que é "especializado" pouco a declarar, destaque para as entrevistas a Miguel Rocha, Mosi e Nunsky no sítio em linha H-Alt. De continuar a recomendar o blogue My Nation Underground, claro está! E da minha parte, farto do Bordalo Pinheiro, fiz uma intervenção sobre Carlos Botelho (1899-1982) na Casa da Achada. O Quarto de Jade também fez uma apresentação na Casa Fernando Pessoa sobre o seu trabalho mas só assisti à excelente conversa intimista de Maria João Worm na STET, sobre o seu universo artístico que passa pela pintura, BD ou caixas de luz sem distinção ou hierarquia entre elas, foi lindo! Isto ao contrário da choradeira que foi a conversa para comemorar os 20 anos do blogue Ler BD. Apenas lastimável - como três pessoas que são críticas profissionais só falaram de lugares comuns, e pior ainda, de autores comuns. Para esquecer mais valia o Pedro Moura ter trazido uns copos e charros. Em compensação, organizou o livro Ilan Manouach in Review - Critical Approaches to His conceptual Comics, livro académico pela Routledge, sobre a obra de Manouach - em que encontramos um artigo pela Ana Matilde Sousa.
Já referi aqui a visita do tradutor Holmberg, tendo ido à escola Ar.Co e Tinta nos Nervos (quantas vezes já escrevi este nome neste texto!?) para educar-nos sobre grande o artista japonês Yoshiharu Tsuge (inédito em Portugal, sim claro) e a emblemática revista Garo (1964-2002). Thanks man!
A Bedeteca de Lisboa continua em trânsito na Biblioteca de Marvila, devido às trapalhadas da Junta de Freguesia dos Olivais - que pela segunda vez teve a sede a ser revistada pela PJ! Já lá vão três anos num bairro inacessível de Lisboa que está aquela que foi uma instituição que deu à BD portuguesa brilho. Em compensação no Porto abriu uma nova Bedeteca, esta será a primeira que é privada (todas as outras são municipais), financiada pela loja Mundo Fantasma e recupera o acervo da primeira Bedeteca deste país, criada em 1990 pela Comicarte (que organizou o Salão do Porto!), um clube de BD da Comissão de Jovens de Ramalde.
Por fim, instiguei a antologia Massa Crítica, talvez a primeira que se fala de BD em BD - à la Scott McCloud, topam? - que aproveita as participações portuguesas da antologia australiana Opposights (Silent Army, 2021), ou seja, Amanda Baeza, Bruno Borges, Cátia Serrão, Gonçalo Duarte, Hetamoé, Mariana Pita, Pedro Burgos e Rui Moura; e junta novos discursos de André Lemos, André Pereira, Lucas Almeida, Miguel Ferreira, Miguel Santos e Rodolfo Mariano. Cada um à sua forma exprime sobre as suas experiências na cena, explora as formas da BD ou escreve ensaios sobre BD. Alguns são muito sérios, outros hilariantes, e há aqueles que disfarçados de avatares dizem muitas mais verdades que dezenas de blogues da treta... Tinha de ser publicado em português para combater a ignorância! Feito!
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MMMNNNRRRG
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Labels: marcos farrajota, serviço público

































