domingo, 25 de abril de 2021
terça-feira, 13 de abril de 2021
Haverá relação?
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Labels: música portuguesa a melhorar-se dela própria, Rotten / Fresh
segunda-feira, 12 de abril de 2021
O Vídeo de Erisicton
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22:38:00
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Labels: andré ferreira, Mesinha de Cabeceira, video
quinta-feira, 8 de abril de 2021
Será a caneta mais poderosa do que a espada?
A edição portuguesa do Monde Diplomatique tem publicado, sob a nossa coordenação, as respostas em Banda Desenhada por uma série de artistas. Este mês é a vez de André Pereira, artista que tem participado em vários projectos da Chili Com Carne, sendo o mais recente Querosene - a lançar este mês - uma antologia que segue a grande tradição de incendiar terrinhas em Portugal.
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Labels: andré pereira, Será a caneta mais poderosa do que a espada?
domingo, 4 de abril de 2021
E ao terceiro dia, o mini-CD esgotou (4:4:21)
Desde cedo se provou a qualidade artística do vocalista do grupo, participando este não só no Festival da Canção de 1985, conquistando a última posição diante de todos os participantes - um marco! -, como também na fileira de jurados do programa Chuva de Estrelas (SIC, 1995) ou numa aparição divina na derradeira edição de Big Brother (TVI, 2000) com o tema Vive - uma singela referência à ressurreição de Cristo - Este interpretado por Miguel Ângelo – o Messias da música - na peça Breve Sumário da História de Deus, de Gil Vicente, no Teatro Experimental de Cascais, em 1994, e de onde retiramos inspiração para a data de edição deste nosso franco tributo: Os Golfinhes - re7.
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09:57:00
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Labels: Kimkiduk, música portuguesa a melhorar-se dela própria, Rotten / Fresh
sexta-feira, 19 de março de 2021
Artista visual prepara BD biográfica com pandemia em fundo
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19:27:00
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Labels: 500 paus, ana margarida matos, Colecção CCC
4real (escrito à lámina num braço de um guitarrista de rock xunga dos anos 90)
Parece que estou "condenado" a escrever sobre o Rudolfo mais 10 anos, dissipando assim a minha dúvida existencial no catálogo do ano passado. É que ao contrário de fenómenos estranhos cá na 'tuga, este artista não desistiu da BD e voltou algumas décadas depois em pose messiânica, ei-lo a continuar, na labuta com a qualidade de sempre. Jungle Warfare 1/2 (Palpable Press; Fev'21) não engana, é mais uma aventura de Musclechoo, ou seja, "Pikachoo-Rambo" homoerótico em porrada de meia-noite com o tema de fundo os vídeojogos fazendo interface com a realidade, e com um vilão-bué-da-xunga, bastard! Graficamente em grande forma, espera-se pelo segundo volume para fechar esta resenha e poder continuar a minha vidinha com o aval do omnipotente Rei da BD Portuguesa.
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13:22:00
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Labels: Palpable Press, rudolfo, zines
sexta-feira, 12 de março de 2021
DEIXA-ME DOrMir / Ser aceite pela FLUR é outra merda!
Jorge Calma é um fura-vidas, como aliás, qualquer músico em Portugal. Numa embalagem feita de bases de copos, o design profissional desta edição invoca a dificuldade dos nossos dias covideiros em que vida não está nada fácil. Mas não foi sempre assim? A prostituição de profissão é tal que se implorou por trocos dos bancos ou das cervejeiras, um apoiozito vendendo a imagem num outdoor ou fazendo um "product placement" em palco ou nas edições, enfim, um gajo tem de se desenrascar, né?
A Chili Com Carne e Rotten Fresh lançam gloriosamente este mini-disc no Carnaval mais calmo desde que o porco nazareno foi vomitado de uma virgem há 2020 anos atrás. Sem amigos, sem festa brava, o que nos resta é DEIXA-ME DOrMIr... Gravado pelo músico num subúrbio. A capa é da autoria de Simão Simões.
Eis o segundo volume da série Música Portuguesa a Melhorar-se dela Própria. Edição limitada a 30 cópias, teve o apoio material da Tasca dos Canários e do Walt Thisney. Lançado a 16 de Fevereiro 2021.
Feedback:
Adormeci a meio. É mais eficiente que Xanax
Ondina Pires (via email)
xxx
(...) (em Mini CD, cuja capa serve como base para copos e cuja editora recomenda acompanhar com uma boa cerveja ou whiskey) (...) Jorge Calma é o nome escolhido pelo misterioso músico e, como as boas mentes criativas ditam, é apreciador de trocadilhos, já que Jorge Calma parece mesmo invocar a música do quase homónimo, descendo o pitch da mesma e relembrando a época nos vídeos do YouTube onde facilmente se encontravam músicas de artistas Pop "200% mais lentas", que soavam mais a um disco de música ambiental do que a eles próprios. Deixa-me Dormir é uma peça de 20 minutos que tem tanto de fantasmagórica como tem de ébria: a voz que se ouve é arrastada, lenta, e alude tanto aos screws de DJ Screw como a uma ideia do próprio Jorge Palma perdido numa qualquer noite em Lisboa. Exagerado - no bom sentido - no reverb, a peça continua como quem deambula sozinho pelas ruas à procura de se encontrar. Pelo meio ouvem-se gaivotas, quase um sinal de como o dia está prestes a renascer e nós, como ouvintes, continuamos perdidos sem destino à vista. Dado o humor todo à volta da edição, de facto esperar-se-ia uma composição menos séria, porque a música que aqui se encontra é bonita, bem estruturada e pensada, com as cadências certas (o sub-grave que Jorge Calma coloca pelo meio do tema é arrebatador). (...)
xxx
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10:45:00
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Labels: música portuguesa a melhorar-se dela própria, Rotten / Fresh, simão simões
quarta-feira, 10 de março de 2021
Isola-te com mesas (de mistura)
Não me lembro se no Maldoror há alguma referência a pianos destruídos - será que Syncope conhece Raphael Montañez Ortiz? É que entre ter um orçamento para foder um piano inteiro ou ter de usar samplers de Dissecting Table feito pobretanas há uma grande diferença. Embora não consigo deixar de achar que todo o "glitchcore" deste CorteXtureS (Meditation / UPD; 2020) soe a pianos a explodirem ou a caírem do sétimo andar - qual desenho animado da Warner Bros. A dada altura a fórmula da "explosão" repete-se e deixa de haver frescura nesta "noisalhada" que se prolonga por uma hora. No entanto não chega a atrofiar o cérebro nem o ouvido, o que já não é nada mau nos dias que correm. Há dias assim.
Gracias Conejo!
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Labels: discos
terça-feira, 9 de março de 2021
I was not a pop star in 2015
No "underground" nacional há sempre pequenas pérolas que vão sendo ignoradas (passado), redescobertas (presente) e ignoradas outra vez (futuro). Não não vamos entrar nessa que "vai tudo correr bem", bandas como os Volcano Skin não tem hipóteses contra os paus da MMP.
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Labels: discos









