sexta-feira, 12 de março de 2021

DEIXA-ME DOrMir / Ser aceite pela FLUR é outra merda!

Jorge Calma é um fura-vidas, como aliás, qualquer músico em Portugal. Numa embalagem feita de bases de copos, o design profissional desta edição invoca a dificuldade dos nossos dias covideiros em que vida não está nada fácil. Mas não foi sempre assim? A prostituição de profissão é tal que se implorou por trocos dos bancos ou das cervejeiras, um apoiozito vendendo a imagem num outdoor ou fazendo um "product placement" em palco ou nas edições, enfim, um gajo tem de se desenrascar, né?

A Chili Com Carne e Rotten Fresh lançam gloriosamente este mini-disc no Carnaval mais calmo desde que o porco nazareno foi vomitado de uma virgem há 2020 anos atrás. Sem amigos, sem festa brava, o que nos resta é DEIXA-ME DOrMIr... Gravado pelo músico num subúrbio. A capa é da autoria de Simão Simões.

Eis o segundo volume da série Música Portuguesa a Melhorar-se dela Própria. Edição limitada a 30 cópias, teve o apoio material da Tasca dos Canários e do Walt Thisney. Lançado a 16 de Fevereiro 2021.


Feedback: 

Adormeci a meio. É mais eficiente que Xanax 

Ondina Pires (via email)

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(...) (em Mini CD, cuja capa serve como base para copos e cuja editora recomenda acompanhar com uma boa cerveja ou whiskey) (...) Jorge Calma é o nome escolhido pelo misterioso músico e, como as boas mentes criativas ditam, é apreciador de trocadilhos, já que Jorge Calma parece mesmo invocar a música do quase homónimo, descendo o pitch da mesma e relembrando a época nos vídeos do YouTube onde facilmente se encontravam músicas de artistas Pop "200% mais lentas", que soavam mais a um disco de música ambiental do que a eles próprios. Deixa-me Dormir é uma peça de 20 minutos que tem tanto de fantasmagórica como tem de ébria: a voz que se ouve é arrastada, lenta, e alude tanto aos screws de DJ Screw como a uma ideia do próprio Jorge Palma perdido numa qualquer noite em Lisboa. Exagerado - no bom sentido - no reverb, a peça continua como quem deambula sozinho pelas ruas à procura de se encontrar. Pelo meio ouvem-se gaivotas, quase um sinal de como o dia está prestes a renascer e nós, como ouvintes, continuamos perdidos sem destino à vista. Dado o humor todo à volta da edição, de facto esperar-se-ia uma composição menos séria, porque a música que aqui se encontra é bonita, bem estruturada e pensada, com as cadências certas (o sub-grave que Jorge Calma coloca pelo meio do tema é arrebatador). (...)

Flur

xxx

quarta-feira, 10 de março de 2021

Isola-te com mesas (de mistura)


Não me lembro se no Maldoror há alguma referência a pianos destruídos - será que Syncope conhece Raphael Montañez Ortiz? É que entre ter um orçamento para foder um piano inteiro ou ter de usar samplers de Dissecting Table feito pobretanas há uma grande diferença. Embora não consigo deixar de achar que todo o "glitchcore" deste CorteXtureS (Meditation / UPD; 2020) soe a pianos a explodirem ou a caírem do sétimo andar - qual desenho animado da Warner Bros. A dada altura a fórmula da "explosão" repete-se e deixa de haver frescura nesta "noisalhada" que se prolonga por uma hora. No entanto não chega a atrofiar o cérebro nem o ouvido, o que já não é nada mau nos dias que correm. Há dias assim.

Gracias Conejo!

terça-feira, 9 de março de 2021

I was not a pop star in 2015

No "underground" nacional há sempre pequenas pérolas que vão sendo ignoradas (passado), redescobertas (presente) e ignoradas outra vez (futuro). Não não vamos entrar nessa que "vai tudo correr bem", bandas como os Volcano Skin não tem hipóteses contra os paus da MMP. 

Os três machos cis dos The Great Lesbian Show continuaram na música e criaram estes Volcano Skin (homenagem ao resto da pele da circuncisão do Mr. Spock!?) que lançaram um EP e dois CDs em regime de auto-edição. O EP 7" de estreia (2012) já dizia o que iria acontecer, que viajariam com os mapas errados. E é o que acontece, não é preciso invocar o Svenonius para gozar com este trio, no sentido que o norte-americano diz que as bandas Rock fazem discos em que as canções não passam de um apanhado de coisas sem coerência. É esse o pecadilho do álbum a few moments of sleeping and waking (2015) que tem momentos altos e médios sem chegar a um sítio concreto. Ouve-se restos de Great Lesbian Show, Pop Dell Arte quando era bom nos anos 80 (Constantinople Street), Jorge Ferraz (Fauno), algo tradicional, loucura Pumf, entre o Pop/Rock e o Post-punk (a capa é homenagem à Factory?), a canção e o recital musicado com textos irónicos para toda a sociedade pós-industrial, só que... Não sei acaba por ser cansativo pela falta de norte, que se suporta melhor num EP do que num "LP". Apesar de ninguém se lembrar já de 2015 este álbum deveria estar nas listas que a imprensa costuma fazer de melhores do ano. Ah! Acho que eles falam do "Blake & Mortimer" não quererem ter filhos mas se calhar não percebi bem.

Quanto ao segundo disco a solo de Karlon - o verdadeiro Carlão, não confundir com aquela putinha que se vende à McDonald's e às empresas de apostas em linha - intitulado Meskalina (Kreduson Produson; 2015) é bom apenas naquilo que se propõe, ou seja, um disco de Hip Hop. 
Como não? Karlon sempre se destacou como um MC brutal em Nigga Poison e só os hipsters branquelas que há alguns anos andaram a discutir publicamente em linha quem era o melhor rapper português, é que o poderiam esquecer - ou nem saber que ele existe! Claro! Afinal ele dá-lhe em  "krioulo" e os velhos hábitos da "inteligência" portuguesa ignora essa existência. 
Longe dos mil caminhos sonoros de Nigga Poison, Meskalina é Hip Hop puro mesmo que tenha uma boa amplitude de beats ecléticos que amortizam o cansaço que álbuns deste gênero musical comportam. Não será a despedida de Karlon ao Hip Hop mais formal, sem a abertura fantástica que fará no excelente Passaporti, ele voltará ao Hip Hop em Tinha k Ser (2020). Acho mesmo injusto quer Nigga quer Karlon não serem maiores...

segunda-feira, 1 de março de 2021

Isola-te com Conceptronica


Parece que a música electrónica chata que se faz agora se tiver acoplado um livro ou um video-clip enorme pode ser chamado de "conceptronica". DJ Balli já é "conceptronica" há bués. Além de ser um "mash up" ambulante, desde que lançou os livros Frankenstein 8-bit e, no ano passado, Sbrang Gabba Gang não tem parado de fazer "shows" e discos envolvidos com os "conceitos" (temas) desenvolvidos em cada um dos livros. Do "Franky" já se tinha escrito aqui e agora eis Music to Make Human Pyramid With (2020), lançado pela Mokum, a maior editora de Gabber e Happy Hardcore.

Música duplamente funcional, para dançar nas pistas de dança inexistentes nesta "timeline" em que aconteceu o covid - quem lê isto sabe perfeitamente que existe outra realidade paralela em que o mundo continuou sem a pandemia mas dominado por reptilianos Q-Anon, venha o Diabo e escolha! - e para, como avisa o título, é música para criar pirâmides humanas, uma prática social e ritualista que vem dos fins dos tempos quando estes começaram (ah!?) e que chegam aos dias de hoje seja nas piscinas do hotel Allgarve com os badalhocos dos ingleses ou numa discoteca italiana com os Hardcore Warriors.

Sendo Gabber não esperem que vão deixar de ouvir foleirada tirolesa com batidas fortes e rápidas de Techno Hardcore. Numa faixa ouve-se um sintetizadores dignos dos E.E.K., noutra vozes do Futurismo italiano (faixa extra no vinil 12") e siga pra bingo!

à venda na shop da Chili Com Carne.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Le Goût des Oiseaux


Published by Rackham that made a incredible job putting out a new cover and square format - and in hardcover, of course, it's France, oh la la!!!

It's the second time this book gets a foreigner edition, the first was in 2019 by Spanish Reservoir Books.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Parmigiano Agnóstico

Antes de escrever sobre este disco, umas palavras de apreciação pelo fantástico trabalho da Rotten // Fresh, editora de música electrónica portuguesa que só pode ser vista como uma "micro-editora" porque os seus donos não são uns riquinhos a capitalizar estéticas uniformes para ganhar o comércio da Aldeia Global. Longe do infantil Príncipe ou dos aborrecidos clones da Hyperdub - o que pouco quer dizer já que a própria Hyperdub é a maior fraude de sempre, meninagem que finge não conhecer Coil ou Vangelis - a "RF" tem um orçamento rafeiro ("rotten"?) e só pode lançar uns CD-Rs manhosos ou umas k7s, tudo à mãozinha de DIY pobreta. Só que é mesmo "fresh" o que lançam, a julgar pelo catálogo não me digam que não é ISTO que deve uma editora, um espaço de encontros de várias personalidades e estilos. Noise, Doomduro, Glitch, Trap, escatologia V/Vniana, Ambient, Dance é só escolher e apoiar esta malta. Lembra a Thisco se tivesse parido um bastardinho, sendo esta a única editora portuguesa que bem merece ter um herdeiro cultural, só espero é que não se prove o adágio merdoso da "História repete-se", seria bem triste se assim fosse...

Para manter-se num plano cimeiro, eis que lançam o segundo disco de Kara Konchar na próxima Quarta-Feira - preparem-se para ouvir no bancamp e/ou comprarem o CD-R de edição limitada. Se o primeiro disco parece que o Kara caiu uns pontos abaixo - o artista era conhecido por AtilA e quem ainda tem memória em 2021 deve saber que este produziu os melhores discos de Electrónica da década passada - na realidade parece que estava a fazer o esboço para este monstrinho que se intitula de Goth Partisan. O que é isto? IDM para Góticos? EBM para gente inteligente? Isto dança-se? A violência deste Kara é do campeonato de shhh..., (OMG!! a "história repete-se"!!!) menos Ambient e mais excessivo. Breaks que não param de aparecer em soluços enquanto se ouvem vozinhas sampladas e sintetizadores de "música Gótica" dramática e má-onda. Mas estamos perante uma colagem e não na representação desta subcultura urbana, por isso, suponho que a piada do título seja mesmo assumir-se como um "partisano do Gótico", tipo guerrilha, 'tá lá no meio da selva do rímel, teias, rendas e doc martens mas é para lutar contra a modorra intelectual dessa malta. Esperto este Kara! É claro que nunca o Club Noir iria deixá-lo assustar a morcegada na sua pista nem os abortos da Music Box deixariam aterrorizar os seus betos e betas. Não havendo mirones e "poseurs" na sala de jantar, ao contrário das aborrecidas discotecas lisboetas, meu, é ir em frente! Cuidado é com os bibelôs e o tomateiro em crescimento!

Entretanto, uma pitada da coisa:

domingo, 14 de fevereiro de 2021

Vencedor 500 paus 2021 - "Undoing Home Repairs" de Ana Margarida Matos



Os cinco membros do Júri desta edição do concurso interno da CCC, Toma lá 500 paus e faz uma BD decidiram por maioria o projecto vencedor:

Undoing Home Repairs (título provisório) 
de Ana Margarida Matos

Será um livro de cerca de mais de 200 páginas a sair este ano na Colecção CCC.


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Segundo a sinopse do projecto:

Undoing home repairs é um projeto autobiográfico que acompanha o período de 16/01 a meados de Setembro de 2021, em que me apercebi que estava fechada em casa há quase um ano devido à presente pandemia. 

Não tendo rotinas dei conta que tinha disponibilidade mental para fazer tudo o que me apetecesse. Senti-me completamente assoberbada, pela positiva, e sem me aperceber passou um ano. Um ano em que não parei para pensar duas vezes, um ano de projetos acabados, um ano onde o que faltou foi mais tempo. 

Deparada com o aumento dos números e com um novo confinamento decidi começar a escrever, no mínimo cinco linhas por dia, para não voltar a perder a noção do tempo. Cada página deste projeto corresponde a um dia onde procuro explorar os limites da identidade pessoal, ou a falta deles, através das rotinas domésticas num contexto de confinamento, das recorrentes crises existenciais, do que se passa na sociedade, e de tudo aquilo que eu acho que me torna quem sou. Tudo aquilo que me move. 

Para além destas cinco linhas o que compõem as páginas não são representações do que aconteceu durante o dia, pois desta forma todas as páginas seriam similares senão iguais. São antes representações de coisas simples como o desmontar de uma máquina fotográfica, lembranças e/ou memórias, conversas do passado ou emoções do presente. A realidade é apenas uma ilusão, muito persistente. Anteriormente via-me nos outros e nos sítios onde nos cruzávamos, nas rotinas que partilhávamos e nas coisas que dizia não serem minhas. Mas passado um ano em casa, com o mínimo de interação com o mundo exterior, quem sou eu?


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Foram entregues dezasseis propostas e foi este o projecto seleccionado sendo, apesar do trabalho ainda estar para ser resolvido parece-nos uma excelente reflexão da letargia, da impotência que vivemos nestes últimos 10 meses de crise pandémica global. 

Eis testemunhos de alguns membros do Júri sobre a obra:

"É uma proposta muito interessante porque mistura bem a linguagem gráfica com o texto, sem que uma coisa se sobreponha à outra, sem que um seja uma repetição (uma ilustração do outro). Grande parte da informação, da mensagem, do sentido, vem do que não se vê e não se lê."

"A sua sensibilidade é inspiradora, de uma humanidade e compaixão enormes, escrita super cuidada, discurso lúcido, desenho apurado, traço maravilhoso, uma combinação perfeita com o texto assertivo."

"A apresentação da proposta enquanto uma documentação sóbria dos dias está muito bem conseguida, é uma história que nos toca e que documenta também as nossas emoções e ansiedade para além do carácter autobiográfico e idiossincrasias da autora. Projecto super consistente. Admiro a capacidade de sintetizar a era covid 19 de um ponto de vista terreno, mundano e trivial, eu por exemplo não fui capaz de o fazer e pese embora também documentar os meus dias com entradas semelhantes fujo a sete pés de o desenhar ou desenvolver, sou uma ilha deserta, quero é perder-me noutros universos e esquecer a realidade. Sinto que me identifico imenso com a maneira como a autora se expressa e adorava ter este livro para me recordar um dia no futuro sobre o que foram estes dias, sintonizar-me com o que pude salvar e vingar-me da minha incapacidade de desenhar estes anos de crise tão cheios de ruído, há artistas que nos dão voz e abrem portas e janelas dentro da nossa cabeça, sinto isso aqui".


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Ficam aqui algumas páginas:







A Associação Chili Com Carne agradece a todos os sócios que participaram nesta iniciativa, em especial aos que pagaram a sua quota anual e permitiram o prémio monetário - há mais de cinco anos que as quotas anuais dos sócios têm como objectivo financiar o concurso "Toma lá 500 paus!" ao invés de serem apenas um mero "investimento" para o consumo das nossas publicações.


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Esta iniciativa tem ainda o apoio do IPDJ e relembramos que graças a este concurso foram já publicados sete livros:

O Cuidado dos Pássaros / The Care of Birds (vencedor 2013, com edição espanhola pela Penguin-Random House e edição francesa para 2021) de Francisco Sousa Lobo
Askar, o General de Dileydi Florez
 O Subtraído à Vista de Filipe Felizardo
 Acedia (vencedor 2015) de André Coelho
 Nódoa Negra (Vencedor 2018) de várias autoras
All Watched Over By The Machines of The Loving Grace (vencedor 2019) de vários autores.
Bottoms Up (vencedor 2020) de Rodolfo Mariano


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Sobre a autora: Nasceu em1999, é estudante de Pintura em Feias Artes para ser uma futura artista desempregada. Ex-praticante de Design Gráfico. Artista casual de banda desenhada com o livro de autor Passe Social (Erva Daninha Press, 2019) e participação na antologia Querosene (Chili Com Carne, no prelo). Ex-atleta profissional de Triatlo com maior atividade entre a Margem Sul e Lisboa.

sábado, 6 de fevereiro de 2021

Deus encontrou a 300

 


Conseguimos! Deus encontrou a sócia nº300! Ufa! Felizmente é lisboeta e iremos ter com ela em breve para lhe dar as nossas edições... Agora só iremos ceder aos seus caprichos quando tivermos mais 100 sócios novos!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Toma lá 500 PAUS e faz uma BD!! ÚLTIMO DIA para apresentar projecto!!!

A oitava edição do concurso 500 paus está a bombar até 4 de Fevereiro 2021!





A Associação Chili Com Carne lançou a ideia de um concurso para fazer um livro em Banda Desenhada para matar a modorra na cena portuguesa, tendo sido publicados já vários livros como Askar o General de Dileydi Florez e O Subtraído à vista de Filipe Felizardo, trabalhos que participaram no concurso. 

Em Outubro de 2015 saiu a primeira obra vencedora (do primeiro concurso, de 2013) ou seja, The Care of Birds / O Cuidado dos Pássaros de Francisco Sousa Lobo - que entretanto teve uma edição em Espanha e em breve uma em França. Em Outubro de 2016 saiu o romance gráfico Acedia de André Coelho, em Outubro de 2018 a antologia Nódoa Negra, em Novembro 2019 a antologia All Watched Over By Machines of Loving Grace e está previsto neste mês sair Bottoms Up do vencedor do ano passado Rodolfo Mariano.

Cá estamos de novo à espera de novas aventuras editoriais!






Instruções (não muito complicadas):
Para quem? 
Para Sócios da CCC com as quotas em dia - não é sócio? Então é clicar neste LINK.
No caso das antologias, todos os autores devem ser sócios!

O prémio é monetário? 
É sim! 500 paus! 500 Euros!
Para além de que o trabalho será publicado!
E, para a próxima edição, o vencedor é convidado a fazer o cartaz e a integrar o júri!

Quem decide o vencedor?
Dois Vês (autora de BD, Vice-presidente da Direcção), Mosi, Jucifer (ambas autoras de BD), Rodolfo Mariano (vencedor da edição anterior) e Rudolfo (Rei da BD portuguesa, Vice-presidente da Direcção).

O Júri reserva-se o direito de não atribuir o prémio caso não encontre qualidade nos trabalhos propostos.
Que projecto pode ser apresentado? 
- Uma BD longa de um autor ou com parceiros
- Um livro com várias BDs do mesmo autor (desde que tenham uma ligação estética ou de conteúdo)
- Uma antologia de vários autores com um tema comum (ver Nódoa ou All como exemplos)
 Regras de apresentação dos trabalhos
- O livro não tem limite de páginas e de formato mas porque desejamos inseri-lo nas nossas colecções já existentes como a Colecção CCC,QCDA, LowCCCost, RUBI, THISCOvery CCChannel - o projecto terá mais hipóteses de ganhar se for apresentado num formato das colecções.
- Preferimos o preto e branco mas a cor não está totalmente afastada!
- Envio do seguinte material:
a) texto de apresentação do(s) autor(es),
b) sinopse do projecto
c) planeamento por fases (com datas)
d) envio, no mínimo de 4 páginas seguidas e acabadas, e 20% das páginas BD planeada.
- Todos estes elementos devem ser entregues em PDF, em serviço de descarga em linha (sendspace ou wetransfer) cujo endereço deve ser enviado para o e-mail ccc@chilicomcarne.com
Datas?
4 de Fevereiro 2021 é a entrega dos projectos!
14 de Fevereiro 2021 é anunciado o vencedor!
O livro é publicado em 2021!?

Boa sorte!
CCC

Este projecto tem o apoio do Instituto Português do Desporto e Juventude

Deus procura o sócio 300

 


A gata Deus (mascote não-oficial da Chili Com Carne) quer oferecer 300 Euros em livros do catálogo da Chili (e da irmã mais nova e defunta MMMNNNRRRG) ao 300º sócio que se inscrever.  E só faltam seis pessoas para tal!

Mas porquê?

Porque já uma tradição que vem quando fizemos o sócio 100!

Por isso: como ser sócio, ler AQUI e muito importante, o manual do sócio, ler aqui


Ah! Deus quer também "vamos salvar o Carnaval" ou algo assim do tipo, não sabemos, não percebemos miados... talvez a ideia é lerem bons livros como os nossos no confinamento! Dio mio!